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	<title>neutralidade da rede &#8211; DPL News</title>
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	<title>neutralidade da rede &#8211; DPL News</title>
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		<title>CGI.br volta a defender neutralidade da rede contra taxa de internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 23:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1440" height="700" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews neutralidad red internet legislacion mc81021" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021.jpeg 1440w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-300x146.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-1024x498.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-768x373.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-696x338.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-1068x519.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-864x420.jpeg 864w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" title="CGI.br volta a defender neutralidade da rede contra taxa de internet 1"></div>Nota oficial: O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, em sua 6ª Reunião Ordinária de 2025, realizada em 22 de agosto, e no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 4.829/2003, em vista de recentes debates sobre a implementação de uma taxa de rede no Brasil, e CONSIDERANDO a) As diversas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1440" height="700" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews neutralidad red internet legislacion mc81021" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021.jpeg 1440w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-300x146.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-1024x498.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-768x373.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-696x338.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-1068x519.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_neutralidad-red-internet-legislacion_mc81021-864x420.jpeg 864w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" title="CGI.br volta a defender neutralidade da rede contra taxa de internet 2"></div>
<p>Nota oficial:<br><br>O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, em sua 6ª Reunião Ordinária de 2025, realizada em 22 de agosto, e no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 4.829/2003, em vista de recentes debates sobre a implementação de uma taxa de rede no Brasil, e</p>



<p><strong>CONSIDERANDO</strong></p>



<p>a) As diversas discussões que têm pautado o tema conhecido como “Fair Share”, “Taxa de Rede”, ou outros termos similares para referir-se à proposta oriunda do setor de telecomunicações de estabelecer cobranças adicionais a provedores de aplicações por haver “um alto volume de pacotes de dados originados de suas aplicações trafegando em suas redes”;</p>



<p>b) Que o CGI.br, em conjunto com diversos grupos setoriais na Internet, já debateu o tema, explorando seus diversos aspectos e dimensões e abordando os diferentes posicionamentos setoriais que compõem o debate;</p>



<p>c) Que o tema foi matéria em Tomadas de Subsídios da Agência Nacional de Telecomunicações e também é parte de discussões em andamento no Congresso Nacional;</p>



<p>d) Análises de casos e experiências internacionais sobre a implementação da taxa de rede;</p>



<p>e) Que a liberdade econômica e de modelo de negócios para a livre pactuação de interligação entre redes é um princípio fundamental do funcionamento da Internet e permite a prática de diversos tipos de contratos comerciais em voga entre provedores de aplicações e telecomunicações;</p>



<p><strong>VEM A PÚBLICO</strong></p>



<p>1. Pontuar que, em termos de uso e suporte para a infraestrutura da rede no Brasil, o ecossistema segue estável e resiliente, atendendo às demandas de uso e expansão. O Brasil, por sua vez, apresenta um modelo de destaque, um número expressivo de provedores de conectividade e, ainda, sendo o segundo país no mundo em número de Sistemas Autônomos (redes), o que inibe a concentração do mercado e promove a competitividade. O tráfego é demandado pelos usuários finais que buscam conteúdos e serviços, e que por eles pagam. Os provedores de conexão e de conteúdos são interdependentes entre si. Se há aumento de tráfego, isso é prova da robustez do sistema, com os custos da conexão sendo cobertos pelos usuários finais;</p>



<p>2. Afirmar que a Internet deve ser preservada como um recurso livre, aberto e acessível a todos os atores interessados, fomentando a rede como um espaço de colaboração e inovação que contribui para o desenvolvimento do país, reiterando a importância de se resguardar o princípio da neutralidade da rede na Internet, consagrado no decálogo de princípios do CGI.br e no Marco Civil da Internet, que indica que o “responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação”, conforme Artigo 9º da Lei;</p>



<p>3. Apontar que a Internet é tradicionalmente baseada em um modelo sustentável, multissetorial, colaborativo e descentralizado, em que os atores da Internet voluntariamente trocam tráfego (<em>peering</em>) para que todos maximizem os benefícios com o uso da rede, esclarecendo, ainda, que essas relações de troca de tráfego ocorrem no âmbito da própria Internet, sendo acordos entre redes autônomas (Serviço de Valor Adicionado &#8211; SVA, conforme Art. 61 da Lei Geral de Telecomunicações), que são fundamentalmente diferentes das relações de fornecimento e consumo de serviços de telecomunicações, típicas do modelo vertical de cliente e fornecedor;</p>



<p>4. Relembrar que a Internet, em particular sua infraestrutura, é uma construção coletiva, e que todos os atores envolvidos contribuem para seu funcionamento, estabilidade, segurança e expansão. Tais atores são operadoras de telecomunicações, provedores de conexão, provedores de trânsito, provedores de aplicações e conteúdos, redes de distribuição de conteúdos,&nbsp;<em>datacenters</em>, serviços de nomes de domínio, centros de tratamento de incidentes de segurança, ou outros, associados, também, a uma infraestrutura de pontos de troca de tráfego espalhados por todo o país, e que potencializam os benefícios da rede no Brasil, reduzindo custos e melhorando o desempenho e a resiliência da Internet no país;</p>



<p>5. Alertar para a necessidade de se avaliar os riscos concretos de danos a consumidores, pequenas e médias empresas, além de instâncias públicas que dependem da Internet, principalmente no que se refere ao potencial repasse de custos por provedores de aplicações e pela possível redução na diversidade e disponibilidade de aplicações, serviços e conteúdos, além de danos à performance e resiliência da Internet de maneira geral, bem como a concentração de mercado e mais barreiras a novos entrantes;</p>



<p>6. Recomendar, assim, que o Estado não adote, pela via normativa, modelos de cobrança a provedores de aplicações que atentem contra o princípio legal da neutralidade de rede e tragam impactos negativos para o desenvolvimento e expansão do acesso e uso da rede no país, tais como ônus adicionais a consumidores finais;</p>



<p>7. Reforçar a disposição do CGI.br em colaborar com qualquer discussão sobre o tema, mantendo seu compromisso de atuar como espaço multissetorial e participativo para a governança da Internet no país, conforme estabelecido no Decreto nº 4.829/2003 e em linha com as provisões do Marco Civil da Internet no Brasil (Lei nº 12.965/2014, art. 24).</p>
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		<item>
		<title>Neutralidade da rede sob ameaça? Especialistas analisam os riscos</title>
		<link>https://dplnews.com/neutralidade-da-rede-sob-ameaca-analisam-os-riscos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 12:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Abraão Balbino]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Society]]></category>
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		<category><![CDATA[neutralidade da rede]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1002" height="560" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews jacintocamara neutralidade de rede mf28424 1" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1.png 1002w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1-300x168.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1-768x429.png 768w" sizes="(max-width: 1002px) 100vw, 1002px" title="Neutralidade da rede sob ameaça? Especialistas analisam os riscos 3"></div>10 anos depois de seu estabelecimento pelo Marco Civil da Internet, a neutralidade da rede enfrenta desafios que flutuam entre aspectos técnicos e políticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1002" height="560" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews jacintocamara neutralidade de rede mf28424 1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1.png 1002w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1-300x168.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-jacintocamara-neutralidade-de-rede_mf28424-1-768x429.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1002px) 100vw, 1002px" title="Neutralidade da rede sob ameaça? Especialistas analisam os riscos 5"></div>
<p><em>São Paulo, Brasil</em>.- “O fair share em si não é uma ameaça, mas a forma como ele pode ser implementado&#8221;, disse Flávio Rech Wagner, presidente do <strong>Internet Society Brasil (ISOC)</strong>. Na visão da entidade, possíveis alterações nos princípios da neutralidade da rede requerem análise de impacto sob a ótica de mercado e dos usuários. O debate ocorreu neste domingo, 28, durante o evento “Neutralidade da Rede 10 Anos Depois”.</p>



<p>No aspecto de mercado, Wagner ressaltou que as operadoras de telecomunicações, além de infraestrutura, também atuam com aplicações, ao passo que a neutralidade da rede evita que estas privilegiem seus próprios serviços em detrimento dos de outros provedores de conteúdo, <a href="https://dplnews.com/todo-o-ecossistema-de-telecom-deve-apoiar-a-transformacao-digital-daniel-hajj/">estimulando a inovação</a> e a competição; inclusive às novas entrantes.&nbsp;</p>



<p>Quanto aos usuários, a garantia da liberdade de expressão e a proteção contra interesses comerciais que possam limitar o fluxo e o acesso à informação, são fundamentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Telecom no Brasil, um setor reacionário?</h2>



<p>Jacinto Câmara, advogado e professor da PUC-SP, deu a entender que as operadoras de telecom veem serviços OTTs (Over-The-Top) como uma <strong>ameaça ao seu modelo de negócio</strong> <strong>tradicional</strong> e por isso<a href="https://dplnews.com/operadoras-da-america-latina-se-unem-por-fair-share/"> tentam influenciar os reguladores a impor restrições ou regulamentações</a> mais rígidas a esses serviços, a fim de proteger seus interesses comerciais.</p>



<p>Ele relembrou um conflito específico que ocorreu no Brasil em relação ao uso de aplicativos de voz sobre IP (VoIP). Na época, algumas empresas de telecomunicações tentaram bloquear ou restringir o uso desses aplicativos como <strong>Skype</strong> e <a href="https://dplnews.com/empresa-viola-lgpd-ao-vender-contatos-de-whatsapp-e-e-multada-pela-andp/">WhatsApp</a>, mas depois até ofereceram planos com zero rating para este último.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Pode interessar: </strong><a href="https://dplnews.com/campsoft-exemplifica-crescimento-sva-junto-streaming/"><strong>Campsoft exemplifica crescimento de mercado de SVA junto ao streaming</strong></a></p>



<p>Para o professor, este conflito destaca a resistência das empresas de telecomunicações à concorrência com novos modelos de negócios baseados na internet. “Os <a href="https://dplnews.com/tag/ott/">serviços OTT</a> estão canibalizando os serviços tradicionais de telecomunicações, especialmente no que diz respeito à comunicação multimídia”, disse.</p>



<p>“E elas perderam.<strong> As grandes empresas de telecomunicações perderam</strong>. Elas perderam naquele momento e estão perdendo todas essas disputas regulatórias que estão acontecendo de tempos em tempos. E também estão perdendo o mercado com isso”, enfatizou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a Anatel</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1005" height="559" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-neutralidade-de-rede-regulacao_mf2842024.png" alt="dplnews neutralidade de rede regulacao mf2842024" class="wp-image-232785" title="Neutralidade da rede sob ameaça? Especialistas analisam os riscos 4" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-neutralidade-de-rede-regulacao_mf2842024.png 1005w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-neutralidade-de-rede-regulacao_mf2842024-300x167.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/04/dplnews-neutralidade-de-rede-regulacao_mf2842024-768x427.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1005px) 100vw, 1005px" /><figcaption class="wp-element-caption">Abraão Balbino, superintendente-executivo da Anatel e Alessandro Molon, diretor da Aliança Pela Internet. Crédito: captura de tela</figcaption></figure>
</div>


<p>O superintendente-executivo da Anatel, Abraão Balbino, que participou do último painel do dia, abordando aspectos regulatórios, enfatizou que a questão da neutralidade da rede é algo sedimentado por lei e que serve como parâmetro para o ambiente digital que todos querem, incluindo a competitividade, princípio amplamente defendido pela agência.</p>



<p>Ele mencionou a segunda rodada de contribuições que a reguladora tem colhido quanto ao fair share, <a href="https://dplnews.com/nunca-tive-posicao-definida-sobre-fair-share-baigorri/">ressaltando que não há qualquer viés ou decisão</a>. “Existem várias questões contextuais, mas, institucionalmente, a Anatel não possui nenhum documento manifestando uma posição”, declarou.</p>
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		<item>
		<title>Portugal endurece medida contra ofertas zero-rating</title>
		<link>https://dplnews.com/portugal-endurece-medida-contra-ofertas-zero-rating/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 21:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
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		<category><![CDATA[TECNOLOGÍA]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1300" height="731" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews usuariamovil mc240621" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621.jpeg 1300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-300x169.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-1024x576.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-768x432.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-696x391.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-1068x601.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-747x420.jpeg 747w" sizes="auto, (max-width: 1300px) 100vw, 1300px" title="Portugal endurece medida contra ofertas zero-rating 6"></div>Leer en español A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) determinou que os prestadores de serviços de acesso à Internet interrompam ofertas zero-rating e similares, que violam a neutralidade da rede. Segundo a Anacom, um volume de tráfego para determinadas aplicações superior ao tráfego geral pode “condicionar e distorcer a escolha dos utilizadores no acesso à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1300" height="731" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews usuariamovil mc240621" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621.jpeg 1300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-300x169.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-1024x576.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-768x432.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-696x391.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-1068x601.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_usuariamovil_mc240621-747x420.jpeg 747w" sizes="auto, (max-width: 1300px) 100vw, 1300px" title="Portugal endurece medida contra ofertas zero-rating 7"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/portugal-determina-el-fin-de-las-ofertas-zero-rating/">Leer en español</a></strong></p>



<p>A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) determinou que os prestadores de serviços de acesso à Internet <strong>interrompam ofertas zero-rating e similares, que violam a </strong><a href="https://dplnews.com/brasil-deputados-votam-pela-proibicao-da-cobranca-adicional-por-uso-de-whatsapp/"><strong>neutralidade da rede</strong></a>. Segundo a Anacom, um volume de tráfego para determinadas aplicações superior ao tráfego geral pode “condicionar e distorcer a escolha dos utilizadores no acesso à Internet”.</p>



<p>A Autoridade entende que uma grande diferença entre tipos de <em>plafonds</em> (planos) <strong>pode incentivar que os usuários utilizem mais conteúdos zero-rated, em detrimento de outras aplicações</strong>.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a Anacom percebeu que nos últimos anos houve um aumento do número ofertas zero-rating ou similares, enquanto os plafonds gerais não sofreram alterações significativas.</p>



<pre class="wp-block-verse"><strong>Relacionado: </strong><a href="https://dplnews.com/cade-lanca-estudo-sobre-mercados-de-plataformas-digitais/"><strong>Cade lança estudo sobre mercados de plataformas digitais</strong></a></pre>



<h2 class="wp-block-heading">Determinação</h2>



<p>A interrupção de planos que discriminam o tráfego das aplicações deve acontecer em até 20 dias úteis para novas ofertas e em até 90 dias úteis no caso de contratos vigentes.</p>



<p>A Autoridade também decidiu que os <strong>prestadores devem enviar, em até 90 dias úteis, informação detalhada sobre as alterações nas ofertas</strong>, além da informação divulgada aos usuários finais.</p>



<p>Por fim, a Anacom recomendou<strong> disponibilizar maiores volumes de dados para acesso geral à Internet</strong>, “no mínimo equivalentes ao volume total de dados que os utilizadores têm atualmente disponível&#8221;. O objetivo é minimizar eventuais impactos aos clientes.</p>



<p>Em 2018, a Anacom já havia recomendado que os prestadores aproximassem o volume de tráfego geral e específico para determinadas aplicações, “preferencialmente por via do aumento dos volumes de tráfego dos <em>plafonds</em> gerais”. Isso porque as empresas ofereciam um <em>plafond</em> específico com volume superior ao plano geral de dados.</p>



<p>Apesar da determinação, a Autoridade identificou que as ofertas zero-rating ou similares têm aumentado em Portugal, enquanto os plafonds gerais não sofreram alterações significativas nos últimos anos. Ou seja, não há evidências de que a recomendação da Anacom tenha sido acolhida pelos provedores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Orientações</h2>



<p>A decisão se baseou no Regulamento relativo à <a href="https://dplnews.com/regulador-britanico-revisara-su-guia-de-aplicacion-de-neutralidad-de-la-red/">Internet aberta</a>, o qual diz que os prestadores devem tratar o tráfego de forma equitativa, “sem discriminações, restrições ou interferências, e independentemente do emissor e do recetor, do conteúdo acedido ou distribuído, <strong>das aplicações ou serviços utilizados ou prestados</strong>, ou do equipamento terminal utilizado”.&nbsp;</p>



<p>A Autoridade também levou em conta a orientação do <a href="https://dplnews.com/berec-desestima-que-big-tech-deban-ser-obligadas-a-contribuir-con-inversion-en-redes/">Berec (Corpo de Reguladores Europeus para Eletrônica Comunicações)</a>, o qual entende que a <strong>obrigação de tratar todo tráfego igualmente não se trata apenas das práticas de gestão de tráfego, mas também de ofertas comerciais do provedor</strong>, como preço diferenciados.</p>
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		<title>Teles vão trabalhar com compartilhamento de rede para implementar 5G</title>
		<link>https://dplnews.com/teles-vao-trabalhar-com-compartilhamento-de-rede-para-implementar-5g/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 14:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="888" height="492" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews inovatic mc261021" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021.jpeg 888w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-300x166.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-768x426.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-696x385.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-758x420.jpeg 758w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" title="Teles vão trabalhar com compartilhamento de rede para implementar 5G 8"></div>Leer en español O compartilhamento de infraestrutura entre as operadoras de telecomunicações não é novidade, mas, com o 5G, as teles vão intensificar esse tipo de cooperação. Essa é a visão de Paulo Humberto Gouvêa, diretor de Soluções Corporativas da TIM Brasil. Durante o evento Inovatic nesta segunda-feira, 25, o executivo explicou que um grande [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="888" height="492" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews inovatic mc261021" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021.jpeg 888w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-300x166.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-768x426.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-696x385.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/10/dplnews_inovatic_mc261021-758x420.jpeg 758w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" title="Teles vão trabalhar com compartilhamento de rede para implementar 5G 9"></div>
<p class="eplus-bZCWA0"><strong><a href="https://dplnews.com/brasil-telcos-trabajaran-con-redes-compartidas-para-implementar-5g/">Leer en español</a></strong></p>



<p class="eplus-ZKt12h">O <a href="https://dplnews.com/anatel-libera-compartilhamento-de-rede-3g-entre-claro-e-vivo/">compartilhamento de infraestrutura entre as operadoras de telecomunicações</a> não é novidade, mas, com o 5G, as teles vão intensificar esse tipo de cooperação. Essa é a visão de Paulo Humberto Gouvêa, diretor de Soluções Corporativas da TIM Brasil.</p>



<p class="eplus-9OSBeW">Durante o evento Inovatic nesta segunda-feira, 25, o executivo explicou que um grande diferencial da quinta geração da rede móvel é que, vendo a competição aumentar nos serviços, as operadoras vão compartilhar mais as infraestruturas.</p>



<p class="eplus-yVMJ8t">“Nem a Claro, nem a TIM, nem a Vivo vão fazer isso [implantar o 5G] sozinhas, elas vão trabalhar com compartilhamento porque a gente tá falando de altas frequências, onde o número de estação rádio base será maior para cobrir a mesma área que usando o 700 MHz”, comentou Gouvêa.</p>



<h4 class="eplus-JBlaOm wp-block-heading"><strong>Data center x Cloud</strong></h4>



<p class="eplus-EzmnIP">Os palestrantes abordaram a importância dos data centers e a proximidade deles com os negócios para diminuir a latência. “Quando eu falo de empresas que o negócio core tem a ver com nuvem, como as operadoras de telecomunicações ou como as empresas que provêem o serviço de nuvem, a quantidade de data centers vai aumentar”, afirmou Marcelo Morais, diretor de Parcerias da Huawei Cloud Brasil.</p>



<p class="eplus-p4wLvh">A <a href="https://dplnews.com/huawei-aposta-em-cloud-e-ia-para-transformacao-digital/">Huawei Cloud</a>, por exemplo, é a empresa que mais tem centro de dados na América Latina. “A gente quer estar próximo, reduzir a latência e melhorar a experiência no que diz respeito à nuvem”, completou.</p>



<p class="eplus-jlPHtP">Mas, em relação aos outros segmentos, a tendência é diminuir a quantidade de data centers. Isso porque parte da demanda está migrando para a nuvem pública, já que o recurso habilita o processamento de informações que só é possível com um “poder computacional absurdo”, segundo Morais.</p>



<p class="eplus-XfJqES">“Não tem como a gente pensar que uma empresa do segmento privado, que não seja desse segmento, tenha condições de investir em segurança, disponibilidade e conectividade da forma que os provedores mundiais investem”, finalizou.</p>



<h4 class="eplus-qVUfS9 wp-block-heading"><strong>Neutralidade da rede</strong></h4>



<p class="eplus-Z5ZiuP">Por fim, os painelistas debateram se o fatiamento de rede do 5G, em que alguns dados são priorizados, desafia a <a href="https://dplnews.com/recurso-pede-que-ministerio-publico-federal-investigue-zero-rating-das-operadoras/">neutralidade da rede determinada no Marco Civil da Internet</a>.</p>



<p class="eplus-7rQ0pl">Para Gouvêa, aplicações de missão crítica que colocam em risco a vida humana devem ser trabalhadas com “redes privadas”. Ele acredita que a legislação deve ser analisada para se adequar à realidade das demandas.</p>



<p class="eplus-nukthP">Já Cristiano Moreira, gerente de Produto da Embratel, acredita que <a href="https://dplnews.com/brasil-neutralidade-de-rede-nao-e-obstaculo-ao-5g-avalia-presidente-da-anatel/">o conceito não será violado</a>. “Se eu tenho dois assinantes com o pacote de 100 Mbps, eles não podem ter diferença entre eles. O que a gente está criando agora são outros pilares de qualidade: além da velocidade, estamos falando de latência, continuidade, adensamento e afins. Mas ainda sobre o conceito de neutralidade”, afirmou.</p>



<p class="eplus-uLtUA0">Ele explica que, se um assinante compra um serviço a 100 Mbps e a 30 Ms de latência, e outra pessoa faz a mesma coisa no mesmo local, ambos devem ter a mesma característica neutra da rede. “<em>Slicing</em> não tira a neutralidade, ela cria serviços novos”, completou.</p>
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		<title>Cade lança estudo sobre mercados de plataformas digitais</title>
		<link>https://dplnews.com/cade-lanca-estudo-sobre-mercados-de-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 15:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cade]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade da rede]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade de rede]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="768" height="333" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews cade plataformas digitais mc100821" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821-300x130.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821-696x302.png 696w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" title="Cade lança estudo sobre mercados de plataformas digitais 10"></div>O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) compilou e avaliou suas decisões sobre os mercados das plataformas digitais na versão mais recente da série Cadernos do Cade. O estudo “Mercados de Plataformas Digitais” apresenta uma visão geral do setor, sua ligação com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a neutralidade da rede; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="768" height="333" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews cade plataformas digitais mc100821" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821-300x130.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_cade-plataformas-digitais_mc100821-696x302.png 696w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" title="Cade lança estudo sobre mercados de plataformas digitais 11"></div>
<p class="eplus-m0xlrx">O <a href="https://dplnews.com/tag/cade/">Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)</a> compilou e avaliou suas decisões sobre os mercados das plataformas digitais na versão mais recente da série <a href="https://www.gov.br/cade/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/estudos-economicos/cadernos-do-cade" rel="nofollow noopener" target="_blank">Cadernos do Cade</a>.</p>



<p class="eplus-z8ymj7">O estudo “<a href="https://cdn.cade.gov.br/Portal/centrais-de-conteudo/publicacoes/estudos-economicos/cadernos-do-cade/plataformas-digitais.pdf" rel="nofollow noopener" target="_blank">Mercados de Plataformas Digitais</a>” apresenta uma visão geral do setor, sua ligação com a <a href="https://dplnews.com/tag/lgpd/">Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</a> e a <a href="https://dplnews.com/tag/neutralidade-da-rede/">neutralidade da rede</a>; e revisa as análises do Cade sobre atos de concentração e processos de práticas anticompetitivas relacionadas às plataformas digitais.</p>



<p class="eplus-m49kIg">“Quando temos esse tipo de estudo na mão, conseguimos discutir com qualidade e realmente tomar decisões melhores”, destacou Alexandre Cordeiro, presidente do Cade, no lançamento do trabalho.</p>



<p class="eplus-w3EwRX">O material indica que o Brasil é o segundo país com maior crescimento no mercado de aplicativos, o que mostra a relevância econômica das plataformas. E, segundo o órgão, os mercados monetizados digitais têm propensão para a concentração, “o que faz com que as análises de atos sejam especialmente relevantes”.</p>



<p class="eplus-JSDnnM">Os processos analisados abrangem diversos negócios, como redes sociais, música digital, vídeos sob demanda, turismo <em>online</em> e aplicativos de entrega de comida.&nbsp;</p>



<p class="eplus-TT2wyv">Em relação à neutralidade da rede, o estudo aponta que o princípio é importante para o setor, “pois pode garantir que os detentores de uma plataforma de acesso à Internet ofertem serviços de acesso à Internet para os usuários finais de forma neutra”, isto é, sem privilegiar conteúdos, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação.</p>
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		<title>Recurso pede que Ministério Público Federal investigue zero-rating das operadoras</title>
		<link>https://dplnews.com/recurso-pede-que-ministerio-publico-federal-investigue-zero-rating-das-operadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 03:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGÍA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade da rede]]></category>
		<category><![CDATA[operadoras móveis]]></category>
		<category><![CDATA[zero-rating]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2000" height="1000" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews zero rating mc140621" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621.png 2000w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-300x150.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1024x512.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-768x384.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1536x768.png 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-696x348.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1068x534.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-840x420.png 840w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1920x960.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 2000px) 100vw, 2000px" title="Recurso pede que Ministério Público Federal investigue zero-rating das operadoras 12"></div>Leer en español O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social apresentou um recurso ao Ministério Público Federal, na semana passada, contra o arquivamento do inquérito que apurava o zero-rating praticado pelas operadoras no Brasil. Trata-se de uma investigação solicitada pelo grupo sobre se a prática de zero-rating, isto é, fornecer acesso ilimitado a aplicações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2000" height="1000" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews zero rating mc140621" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621.png 2000w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-300x150.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1024x512.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-768x384.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1536x768.png 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-696x348.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1068x534.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-840x420.png 840w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_zero-rating_mc140621-1920x960.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 2000px) 100vw, 2000px" title="Recurso pede que Ministério Público Federal investigue zero-rating das operadoras 13"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/piden-al-ministerio-publico-de-brasil-investigar-zero-rating-de-operadores/">Leer en español</a></strong></p>



<p>O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social apresentou um <a href="https://dplnews.com/intervozes-pede-que-mpf-continue-inquerito-de-zero-rating-e-neutralidade/?relatedposts_hit=1&amp;relatedposts_origin=88607&amp;relatedposts_position=0&amp;relatedposts_hit=1&amp;relatedposts_origin=88607&amp;relatedposts_position=0">recurso ao Ministério Público Federal</a>, na semana passada, contra o arquivamento do inquérito que apurava o <a href="https://dplnews.com/tag/zero-rating/"><em>zero-rating</em></a><em> </em>praticado pelas operadoras no Brasil.</p>



<p>Trata-se de uma investigação solicitada pelo grupo sobre se a prática de <em>zero-rating</em>, isto é, fornecer acesso ilimitado a aplicações como WhatsApp, sem consumir os dados móveis, viola a neutralidade da rede.</p>



<p>De acordo com o recurso, o Procurador Patrick Montemor Ferreira pediu o arquivamento utilizando uma decisão do Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade), o qual afirmou que a prática não viola a concorrência; uma afirmação do Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Comitê Gestor da Internet (CGI.br) de que a medida não afronta a neutralidade da rede; e dizendo que não há “comprovação de violação a práticas consumeristas”.</p>



<p>Quanto ao inquérito que tramitou no Cade, o Coletivo argumenta que a análise foi centrada no direito concorrencial, “até porque estaria fora das atribuições legais daquele órgão apurar o denunciado desrespeito à neutralidade da rede”.</p>



<p>Para o Intervozes, o CGI.br concluiu que “há violação da rede se alguns acessos foram bloqueados”. Isso acontece quando a franquia contratada pelo usuário acaba e o amplo acesso à Internet é impedido, sendo permitido apenas a utilização do Facebook, por exemplo, “em clara discriminação por aplicação”.</p>



<p>Por fim, o recurso diz que a alegação sobre o Ministério das Comunicações e a Anatel não se sustenta. As autoridades determinaram que deve prevalecer “um grau mínimo de intervenção pública” nos serviços de telecomunicações. Mas, segundo o documento, o pedido do Intervozes deve ser avaliado à luz da Constituição Federal, do <a href="https://dplnews.com/tag/marco-civil-de-internet/">Marco Civil da Internet</a> e do Código de Defesa do Consumidor.</p>



<p>O artigo 9º do Marco Civil define que “o responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação”. Além disso, a constituição brasileira adota a livre iniciativa na exploração da atividade econômica, mas não afasta o poder regulatório estatal.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acesso limitado</strong></h4>



<p>Flávia Lefévre, advogada especialista em direitos digitais e integrante do Intervozes, explica que a neutralidade da rede, assegurada por lei, é um mecanismo fundamental para garantir que não haja preferência para provedores, aplicativos e serviços da Internet e assegurar a liberdade de expressão.</p>



<p>“Se você tem um plano que em determinado momento é bloqueado e você não consegue acessar outras aplicações senão o Facebook e o WhatsApp, o seu direito ao livre fluxo de informação e à liberdade de expressão em outras aplicações é violado. Isso é um cerceamento claro de direitos fundamentais”, defendeu.</p>



<p>Lefèvre também esclareceu que o <em>zero-rating</em> costuma ser associado a planos com volumes de dados contratados muito baixos: “aqui no Brasil, a média é 1 GB, que é muito pouco, porque você não consegue assistir a um filme. Considerando a situação de pandemia, as crianças precisam assistir a aula, baixar documentos, as pessoas precisam trabalhar e usar os aplicativos para acessar serviços públicos”.</p>



<p>Essa limitação atinge principalmente a população mais pobre, pois “nas classes D e E, 86% dos usuários só acessam a Internet por dispositivos móveis e, na classe C, são 61%”, disse a especialista, citando dados de 2019 do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br).</p>
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