miércoles, noviembre 30, 2022
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Projeto Energia da Claro evitará emissão de 350 mil toneladas de CO2 em 2022

Segundo Hamilton Silva, diretor de infraestrutura da Claro, o programa será expandido à medida que o 5G, a rede fixa e data centers aumentem a demanda de energia. Ele também falou sobre a possibilidade de expandir o projeto para outros países.

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A Claro está preparada para lidar com o aumento da demanda de energia devido à expansão da rede 5G, da rede fixa, data centers, entre outros projetos. Segundo Hamilton Silva, diretor de infraestrutura da Claro, o programa Energia da Claro é escalável e, portanto, tem a possibilidade de aumentar a produção de energia.

À DPL News, ele explicou que a cobertura 5G pode demandar entre 15 e 50% mais energia no futuro. “A Claro está preparada para escalar o programa, fazer o abastecimento através de energia sustentável e manter esse equilíbrio de alimentação de energia para os projetos de uma forma adequada.”

A Energia da Claro prevê o uso de fontes renováveis e ações de proteção ao meio ambiente em todas as operações e instalações da empresa. Atualmente, a operadora conta com 70  usinas conectadas. “Em dezembro, nós pretendemos chegar a 80 usinas e, em meados do ano que vem, a gente completa o projeto atual com 103 usinas”, disse Silva.

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O executivo da Claro destacou que, além de alimentar as operações da operadora com fontes sustentáveis, o programa garante uma baixa emissão de carbono. No ano passado, foi evitada a emissão de 250 mil toneladas de CO2. Em 2022, a previsão é que chegue a 350 mil toneladas e, no próximo ano, 470 mil toneladas.

“Esse é um efeito extremamente importante, porque não só a Claro pode dizer que os seus produtos estão sendo alimentados com energia sustentável, mas também com baixa emissão de CO2”, completou.

Expansão para outros países

Questionado sobre uma possível expansão da Energia da Claro para outros países da América Latina, Silva disse que existe a possibilidade, mas não está consolidado como um projeto.

“A energia é um insumo fundamental para o segmento de telecom e a América Móvil está presente na América Latina inteira”, afirmou. Tanto essas boas práticas do Brasil, como outras que possam existir no Chile, na Argentina ou em algum país da América Central, por exemplo, são levadas a um fórum de troca de experiências para tentar replicar.

Um fator que deve ser observado para isso é a condição regulatória do país. “Existe condição regulatória de um país absorver a prática que nós temos aqui? Porque o marco regulatório é importante no setor de energia, então esse poderia ser um gargalo. Mas existe sempre a intenção de replicar boas práticas”.

Energia da Claro

O programa da Claro alimenta principalmente as operações de baixa tensão – toda a carga até 600 volts, como torres de celular e fontes para as redes coaxial. “Cerca de 60% dessa energia vem de fontes solares. O que não significa que outros projetos também já não estejam em execução: a gente tem duas grandes usinas de biogás e pequenas usinas hidrelétricas. A composição da matriz desses outros 40% é bastante diversificada”, apontou.

Já as operações de média e alta tensão – data centers, headends, uplinks satelitais e prédios – podem ser sustentadas por meio do mercado livre de energia, disse Silva. “Nós temos 80% da nossa carga de média e alta tensão já alimentadas com usinas sustentáveis”.

Mirella Cordeiro
Mirella Cordeiro
Editora, periodista de temas digitales, telecomunicaciones y tecnología y corresponsal de DPL News en Brasil y lengua portuguesa. Editor, jornalista digital, de telecomunicações e tecnologia e correspondente do DPL News no Brasil e em português.

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