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	<title>Entrevistas &#8211; DPL News</title>
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	<title>Entrevistas &#8211; DPL News</title>
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		<title>Motorola Solutions avalia instalar um Centro de Dados no Brasil para atender a América Latina</title>
		<link>https://dplnews.com/motorola-solutions-avalia-centro-de-dados-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1429" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-scaled.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Gemini Generated Image o0lwpo0lwpo0lwpo scaled" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-scaled.png 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-300x167.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-1024x572.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-768x429.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-1536x857.png 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-2048x1143.png 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Motorola Solutions avalia instalar um Centro de Dados no Brasil para atender a América Latina 1"></div>Em entrevista à DPL News, Gustavo Ancheschi, presidente da Motorola Solutions, avalia os desafios da digitalização da segurança pública e revela planos para um data center regional no Brasil. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1429" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-scaled.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Gemini Generated Image o0lwpo0lwpo0lwpo scaled" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-scaled.png 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-300x167.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-1024x572.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-768x429.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-1536x857.png 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_o0lwpo0lwpo0lwpo-2048x1143.png 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Motorola Solutions avalia instalar um Centro de Dados no Brasil para atender a América Latina 2"></div>
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Brasil pode se tornar o novo centro de operações de dados da Motorola Solutions para a América Latina. </strong>A empresa analisa instalar um Centro de Dados próprio no país como parte de sua estratégia para responder ao crescimento das plataformas de segurança pública e às crescentes exigências de soberania de dados na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao <em>DPL News</em>, o <strong>presidente da Motorola Solutions no Brasil, Gustavo Ancheschi</strong>, revela que a iniciativa ainda se encontra em uma fase preliminar de avaliação, embora responda a uma necessidade cada vez mais evidente: manter a informação crítica dos organismos de segurança hospedada dentro da América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos avaliando um <strong>Centro de Dados </strong>para a América Latina, principalmente pela soberania nacional e pela necessidade de manter os dados hospedados aqui”, destacou o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a <a href="https://dplnews.com/motorola-solutions-blindar-seguridad-mexico-mundial-2026/">Motorola Solutions</a> utiliza a infraestrutura de parceiros como <strong>Telebras, Microsoft, Amazon Web Services e Equinix </strong>para hospedar as aplicações e as informações de seus clientes. No entanto, são esses provedores que determinam o local onde os dados são armazenados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação de um Centro de Dados próprio ocorre em um momento em que as corporações de segurança geram volumes de informação sem precedentes. O uso de câmeras corporais, sistemas de<strong> videomonitoramento, plataformas de despacho</strong> e soluções de gestão incrementa continuamente a demanda por capacidade de armazenamento e processamento, além de elevar a importância de manter o controle sobre os dados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Infraestrutura, o elo menos visível</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ancheschi, o debate sobre a modernização da segurança pública costuma se concentrar em tecnologias como <strong>Inteligência Artificial</strong>, reconhecimento facial ou análise preditiva. No entanto, ele sustenta que essas soluções dependem de uma infraestrutura tecnológica robusta, composta por redes de radiocomunicação, plataformas de software integradas e capacidade de processamento de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Está tudo bem um gestor entregar 500 viaturas e tirar a foto. Mas, <strong>sem um sistema de rádio, essas viaturas não funcionam</strong>”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa necessidade adquire maior relevância a poucos meses das eleições de 2026 no Brasil, quando a segurança pública volta a ocupar um lugar central no debate político.</p>



<p class="has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#fff6f9"><strong>Recomendamos: <a href="https://dplnews.com/motorola-solutions-red-privada-gobierno-brasil-distrito-federal/">Motorola Solutions avanza en la red privada del gobierno de Brasil tras pruebas exitosas en Distrito Federal</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o executivo, o avanço do crime organizado, o aumento dos ciberataques e o déficit aproximado de <strong>250,000 agentes de segurança pública </strong>obrigam a tecnologia a ser considerada um componente essencial para aumentar a capacidade operacional das instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O <a href="https://dplnews.com/motorola-solutions-completa-adquisicion-de-silvus-technologies-holding/">crime evoluiu</a> e se sofisticou. Diante disso, resulta impossível para qualquer administração gerir a segurança pública sem tecnologia”, assegura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ele adverte que a realidade brasileira continua sendo heterogênea. Enquanto alguns estados já demandam soluções avançadas baseadas em Inteligência Artificial, outros ainda enfrentam limitações de infraestrutura e baixos níveis de digitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as administrações públicas costumam privilegiar investimentos com <strong>maior visibilidade política</strong>, como a aquisição de viaturas ou câmeras, deixando em segundo plano a infraestrutura que permite operar esses sistemas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fragmentação tecnológica no Brasil</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto latino-americano, Ancheschi considera que o Brasil se destaca pela adoção de sistemas de videomonitoramento e câmeras corporais, impulsionada por diversos projetos estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ele aponta que a Colômbia e a Argentina mostram uma maior maturidade na integração dos softwares utilizados pelas distintas instituições de segurança pública. No Brasil, a <strong>fragmentação tecnológica continua dificultando a interoperabilidade</strong> entre polícias, corpos de bombeiros e outros organismos que participam de operações conjuntas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acho que falta uma maior unificação e padronização”, indica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o executivo, o sucesso dos investimentos tecnológicos dependerá também da continuidade das políticas públicas. Em sua opinião, a <a href="https://dplnews.com/motorola-solutions-protege-torneo-futbol-mundo-ia-videovigilancia/">modernização da segurança</a> exige projetos de longo prazo capazes de sobreviver às mudanças de governo, de modo que a <strong>infraestrutura, as comunicações e a inteligência</strong> funcionem de maneira integrada tanto na prevenção quanto na resposta ao crime.</p>
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		<title>Nvidia: disputa da IA na América Latina será por data centers, não por chips</title>
		<link>https://dplnews.com/nvidia-disputa-da-ia-na-america-latina-sera-por-data-centers-nao-por-chips/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 04:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Data Center]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Aguiar]]></category>
		<category><![CDATA[Nvidia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="900" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Mapa Purpura Logo DPL" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-768x432.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Nvidia: disputa da IA na América Latina será por data centers, não por chips 3"></div>Executivo da Nvidia avalia que energia, soberania de dados e velocidade regulatória serão mais decisivas do que uma indústria regional de semicondutores na disputa latino-americana por investimentos em IA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="900" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Mapa Purpura Logo DPL" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-768x432.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Mapa-Purpura-Logo-DPL-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Nvidia: disputa da IA na América Latina será por data centers, não por chips 4"></div>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os governos latino-americanos discutem estratégias para ocupar espaço na corrida global da inteligência artificial, a visão realista da região não deveria estar em fabricar chips, mas atrair infraestrutura computacional, desenvolver software e criar condições regulatórias para receber investimentos em data centers. A avaliação é de <strong>Márcio Aguiar</strong>, diretor da divisão Enterprise da Nvidia para a América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o executivo, a geopolítica da IA está deslocando grandes investimentos para regiões com energia disponível, estabilidade e segurança jurídica para tratamento de dados. Nesse cenário, a América Latina reúne as vantagens competitivas, mas ainda precisa resolver gargalos regulatórios, sobretudo relacionados à soberania de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguiar alertou antes do início da entrevista à <em>DPL News</em> de que fala bastante. Ao longo da conversa, apresentou uma visão que foge do discurso protocolar esperado de um diretor regional, geralmente carregado de otimismo sobre o potencial latino-americano. Ainda que reconheça as vantagens da região, suas falas foram marcadas pelo pragmatismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hoje a discussão não é produzir chips de IA. Isso requer um nível de investimento e conhecimento técnico muito distante da realidade da América Latina. O caminho natural para a região é desenvolver talentos, software e aplicações, que depois vão demandar infraestrutura computacional.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão da Nvidia contrasta com discursos que defendem a criação de uma indústria regional de semicondutores voltada à IA.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, iniciativas como a <a href="https://dplnews.com/tag/nib/"><strong>Nova Indústria Brasil (NIB</strong>)</a>, a <a href="https://dplnews.com/cetico-ou-realista-presidente-da-ceitec-fala-sobre-retomada-da-estatal-de-chips/"><strong>retomada do Ceitec</strong></a> e as discussões sobre uma política nacional de semicondutores, data centers e inteligência artificial colocaram em pauta a capacidade do país de ampliar sua participação nessa indústria (<a href="https://dplnews.com/nova-ambicao-brasil-2030-e-tornar-se-relevante-em-ia-baigorri/">ainda que o foco não esteja necessariamente na fabricação de GPUs</a> avançadas para IA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>México</strong>, o movimento de <strong><em>nearshoring</em></strong> impulsionou discussões sobre como o país poderia <a href="https://dplnews.com/t-mec-expone-pugna-tecnologica-washington-pekin/">aproveitar sua proximidade com os Estados Unidos</a> para atrair etapas da cadeia de semicondutores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <strong>Chile</strong>, ao avançar em sua estratégia de inteligência artificial e infraestrutura digital, também passou a discutir caminhos para se inserir em segmentos tecnológicos considerados estratégicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Aguiar, países como <strong>Taiwan</strong> construíram essa posição ao longo de décadas, apoiados por investimentos bilionários e um ecossistema industrial difícil de replicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguiar argumentou que reproduzir o modelo de Taiwan na América Latina exigiria investimentos incompatíveis com a realidade regional. Segundo ele, <strong>apenas o desenvolvimento de uma nova geração de chips demanda cerca de US$ 6 bilhões</strong>, sem considerar toda a cadeia industrial construída ao longo de décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez disso, a disputa regional deve se voltar para atrair centros de processamento de dados. Segundo o executivo, empresas americanas e chinesas já avaliam expandir capacidade computacional para a América Latina diante da crescente dificuldade de encontrar áreas e energia competitiva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região oferece abundância de fontes renováveis, mas ainda precisa reduzir custos energéticos e oferecer maior previsibilidade regulatória para converter esse interesse em investimentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, na avaliação de Aguiar, a vantagem competitiva não depende necessariamente do tamanho do mercado, mas da <strong>velocidade para formular políticas públicas</strong>. Por isso, ele cita <strong>Chile, Paraguai, El Salvador, República Dominicana e</strong> <strong>Colômbia</strong> entre os países que vêm avançando mais rapidamente na atração de infraestrutura digital.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Paraguai, afirma, tem conseguido tomar decisões com mais agilidade, enquanto o Chile lidera os rankings regionais de inovação, apesar de possuir um mercado significativamente menor que o brasileiro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Brasil tem mão de obra, infraestrutura e concentra mais de 200 data centers. Mas a pergunta que o investidor faz é: qual é a lei que assegura a proteção dos meus dados neste país?&#8221;. O próprio executivo traz a resposta: &#8220;Falta dar às empresas aquilo que chamamos de soberania de dados.&#8221;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Gargalo regulatório e modelos de IA regional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, entram em jogo os ambientes regulatório e tributário. Ele cita o <a href="https://dplnews.com/outro-impasse-fiscal-ameaca-redata-e-provoca-reacao-do-setor/"><strong>ReData</strong></a> como uma iniciativa capaz de reduzir barreiras para investimentos em infraestrutura de IA, mas afirma que componentes essenciais para supercomputadores, como <strong>GPUs</strong>, ainda enfrentam elevada carga tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário leva parte das empresas a instalar infraestrutura fora do país e acessar remotamente a capacidade computacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação também se estende aos <strong>modelos fundacionais</strong> desenvolvidos na região. Aguiar considera<strong> iniciativas como o Latam GPT importantes</strong> para fortalecer a soberania tecnológica latino-americana, mas alerta que esses projetos dependem de investimentos permanentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O desafio agora não é provar competência. Isso eles já provaram. O desafio é escalar. Sem investimento contínuo, o modelo para, enquanto outros continuam evoluindo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, essa é justamente uma das diferenças entre iniciativas públicas e empresas privadas globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma empresa não pode depender de um modelo que parou de evoluir. Se o Latam GPT ficar na versão 2, quem desenvolveu em cima dele terá que migrar para outro. É um desafio constante&#8221;, avaliou.</p>
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		<title>Alexander Kühn propõe uma UIT mais transparente com estruturas justas para a gestão global do espectro</title>
		<link>https://dplnews.com/alexander-kuhn-propoe-uit-mais-transparente-espectro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Violeta Contreras García]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2528" height="1684" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Gemini Generated Image wgb42ywgb42ywgb4" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4.png 2528w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-300x200.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-1024x682.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-768x512.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-1536x1023.png 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-2048x1364.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2528px) 100vw, 2528px" title="Alexander Kühn propõe uma UIT mais transparente com estruturas justas para a gestão global do espectro 5"></div>O candidato à chefia do Bureau de Radiocomunicações da UIT propõe o fortalecimento da neutralidade técnica, da transparência e da tomada de decisões baseada em evidências para garantir o acesso equitativo ao espectro na era do 6G, dos satélites e da comunicação dispositivo a dispositivo (D2D).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2528" height="1684" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Gemini Generated Image wgb42ywgb42ywgb4" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4.png 2528w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-300x200.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-1024x682.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-768x512.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-1536x1023.png 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/Gemini_Generated_Image_wgb42ywgb42ywgb4-2048x1364.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2528px) 100vw, 2528px" title="Alexander Kühn propõe uma UIT mais transparente com estruturas justas para a gestão global do espectro 7"></div>
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dplnews.com/alexander-kuhn-propone-uit-transparente-marcos-justos/"><strong>Leer en español</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, durante a <a href="https://dplnews.com/brasil-presenta-carlos-baigorri-candidato-puesto-uit/">Conferência de Plenipotenciários</a> que será realizada em Doha, no Catar, os 194 Estados-membros da <strong>União Internacional de Telecomunicações</strong> (UIT) elegerão os líderes de um dos órgãos mais influentes para o futuro da economia digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a eleição ocorra longe dos holofotes da mídia, seus resultados definirão o rumo das decisões que impactarão o desenvolvimento do&nbsp;<strong>6G,</strong>&nbsp;das redes de satélite&nbsp;<strong>,</strong>&nbsp;da Internet das Coisas (IoT),&nbsp;<a href="https://dplnews.com/uit-comision-global-ai-for-good-ia-confiable-inclusiva/">da inteligência artificial</a>&nbsp;e da&nbsp;<strong>conectividade</strong>&nbsp;de bilhões de pessoas na próxima década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, <strong>Alexander Kühn</strong>, candidato à chefia do Bureau de Radiocomunicações da UIT, propõe o fortalecimento do <strong>papel técnico e imparcial</strong> da organização, para que ela continue sendo a árbitra confiável na administração do recurso mais valioso para as telecomunicações: o espectro de radiofrequências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à <strong><em>DPL News</em></strong>, Kühn afirmou que seu objetivo não é gerir o Gabinete segundo uma lógica de continuidade, mas sim fortalecer sua capacidade técnica e legitimidade diante de um ambiente cada vez mais complexo, marcado pela <strong>convergência tecnológica</strong> e pela crescente competição geopolítica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha ambição não é simplesmente manter o Escritório, mas fortalecê-lo e desenvolvê-lo ativamente”, afirmou. “O que defendo é simples: excelência técnica, decisões baseadas em evidências e maior transparência na preparação das Conferências Mundiais de Radiocomunicações.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pressão crescente sobre o espectro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nunca antes o Departamento de Radiocomunicações enfrentou tantos desafios simultâneos. Enquanto o setor começa a definir o roteiro para <strong>o 6G</strong>, as operadoras implantam <strong>o 5G-Advanced</strong>, as constelações de satélites em órbita terrestre baixa (LEO) multiplicam as solicitações por recursos orbitais e novas tecnologias, como <strong>a comunicação direta com o dispositivo (D2D),</strong> começam a diluir as fronteiras entre as redes móveis terrestres e via satélite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, a rivalidade tecnológica entre as potências e o crescente valor estratégico do espectro transformaram as Conferências Mundiais de Radiocomunicações (CMR) em espaços onde <strong>convergem interesses</strong> econômicos, industriais e geopolíticos.</p>



<p class="has-text-align-center has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#fff6f9"><strong>Recomendamos:&nbsp;</strong><a href="https://dplnews.com/camara-endossa-candidatura-carlos-baigorri-para-vice-secretario-na-uit/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Câmara endossa candidatura de Carlos Baigorri para vice-secretário na UIT</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, Kühn argumenta que a principal responsabilidade do Escritório não é decidir quem ganha ou perde uma disputa sobre frequências, mas garantir que os Estados-membros tenham&nbsp;<strong>análises técnicas independentes</strong>&nbsp;sobre as quais possam construir consenso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Gabinete não impõe regulamentos”, lembrou a todos. “A minha contribuição consistirá em estudos de compatibilidade e partilha robustos e neutros, apresentados com excelência, rapidez e transparência, para que as decisões se baseiem em provas e não em interesses particulares.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel de intermediário imparcial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 20 anos de experiência em regulamentação internacional, Kühn atualmente chefia a Divisão de Gestão do Espectro Internacional e Nacional da agência reguladora alemã <strong>BNetzA</strong> e preside a Reunião Preparatória da UIT para <strong>a WMR-27</strong>, o que lhe proporcionou conhecimento em primeira mão do funcionamento do Escritório de Radiocomunicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua visão, no entanto, vai além do componente técnico. Alexander Kühn acredita que a&nbsp;<a href="https://dplnews.com/anacom-portugal-apoyo-a-baigorri-para-candidatura-uit/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">credibilidade da UIT</a>&nbsp;dependerá cada vez mais de sua capacidade de&nbsp;<strong>manter a confiança</strong>&nbsp;entre regiões com interesses divergentes e de impedir que tensões geopolíticas enfraqueçam o&nbsp;<strong>modelo multilateral</strong>&nbsp;que permitiu a coordenação do uso global do espectro por décadas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/CPG-Chair-1.IRIS-Dez2025-1024x684.jpg" alt="CPG Chair 1.IRIS Dez2025" class="wp-image-323041" title="Alexander Kühn propõe uma UIT mais transparente com estruturas justas para a gestão global do espectro 6" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/CPG-Chair-1.IRIS-Dez2025-1024x684.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/CPG-Chair-1.IRIS-Dez2025-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/CPG-Chair-1.IRIS-Dez2025-768x513.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/CPG-Chair-1.IRIS-Dez2025-1536x1026.jpg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/07/CPG-Chair-1.IRIS-Dez2025-2048x1367.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Portanto, propõe-se reforçar o papel do Gabinete como um&nbsp;<strong>“mediador honesto”</strong>&nbsp;, um intermediário neutro que facilita os acordos entre todos os Estados-Membros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero que o Gabinete atue como um intermediário imparcial a serviço de todos os Estados-Membros e regiões, e não como a voz de um único bloco ou de um único setor industrial.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa mesma linha de raciocínio, o especialista argumenta que a construção de consenso não deve ser entendida apenas como uma ferramenta de negociação, mas como uma <strong>filosofia de liderança</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Consenso e mediação são uma postura de liderança, não apenas uma técnica de negociação.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estruturas previsíveis para conectar o desconectado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para <a href="https://dplnews.com/predicciones-dpl-news-2026-la-eleccion-en-la-uit-pone-a-prueba-la-unidad-de-america-latina-y-el-caribe/">a América Latina</a>, África e outras economias emergentes, a discussão sobre o espectro eletromagnético tem implicações que vão muito além da inovação tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a UIT,&nbsp;<strong>2,6 bilhões de pessoas permaneceram sem acesso à internet em 2025.</strong>&nbsp;Uma parcela significativa delas vive em países em desenvolvimento, onde o espectro é um fator essencial para expandir a cobertura móvel e reduzir a exclusão digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kühn acredita que&nbsp;<a href="https://dplnews.com/asi-avanzan-los-paises-de-america-latina-con-los-compromisos-de-la-conferencia-mundial-de-telecomunicaciones-2025/">a regulamentação internacional</a>&nbsp;deve criar condições que permitam combinar redes móveis, satélites e novas arquiteturas de conectividade sem gerar incerteza regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Estruturas justas e previsíveis</strong> permitem que as faixas de cobertura, os serviços de satélite e <a href="https://dplnews.com/union-europea-abrira-2-ghz-direct-to-device/">a conectividade direta de dispositivos</a> funcionem em conjunto com as redes terrestres para alcançar áreas carentes”, explicou Kühn.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também argumentou que administrações com menor capacidade técnica ou financeira&nbsp;<strong>deveriam ter o mesmo peso</strong>&nbsp;nas discussões internacionais que as grandes economias.</p>



<p class="has-text-align-center has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#fff6f9"><strong>Em destaque:&nbsp;</strong><a href="https://dplnews.com/uit-propone-nueva-forma-de-regular-la-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong></strong></a><strong><a href="https://dplnews.com/5g-advanced-la-inteligencia-de-las-redes-antes-del-salto-a-6g/">5G-Advanced: la inteligencia de las redes antes del salto a 6G&nbsp;</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Acesso equitativo ao espaço</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos debates que marcará a próxima década será o acesso aos recursos orbitais e às frequências utilizadas pelas <strong>megaconstelações de satélites</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos países em desenvolvimento manifestaram preocupação com a possibilidade de que grandes operadores ocupem esses recursos primeiro, limitando as oportunidades para futuras iniciativas nacionais ou regionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kühn reconhece que essa preocupação é legítima e afirma que o princípio do <strong>acesso equitativo</strong>, consagrado na Constituição <a href="https://dplnews.com/iturdf2026-regulacion-con-innovacion-para-atender-las-necesidades-actuales-del-sector/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">da UIT</a>, deve continuar a orientar as ações do Escritório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Levo essa preocupação muito a sério e a considero legítima. O acesso equitativo é um princípio consagrado na&nbsp;<strong>Constituição da UIT</strong>&nbsp;, juntamente com o uso racional e eficiente desses recursos.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cultura institucional baseada na confiança</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além das decisões técnicas, Kühn afirmou que o legado que busca construir é institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso seja eleito em Doha, ele aspira a deixar um&nbsp;<strong>Gabinete de Radiocomunicações</strong>&nbsp;mais aberto e diversificado , preparado para formar uma nova geração de especialistas em gestão do espectro, com&nbsp;<strong>maior participação de mulheres</strong>&nbsp;e novas lideranças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gostaria que isso se baseasse numa cultura de liderança aberta, honesta e transparente, que una as pessoas em vez de as dividir”, disse ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num contexto em que o espectro radioelétrico é um ativo estratégico para&nbsp;<strong>a competitividade digital</strong>&nbsp;e a soberania tecnológica, a eleição do próximo diretor do Gabinete de Radiocomunicações transcende uma simples mudança administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://dplnews.com/agostinho-linhares-reeleccion-junta-de-radiocomunicaciones-uit/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">liderança que emergir de Doha</a> definirá como será construído <strong>o consenso internacional</strong> que possibilitará a coexistência <strong>do 6G,</strong> das constelações de satélites, da conectividade <strong>direta ao dispositivo</strong> e das futuras aplicações <strong>de inteligência artificial</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alexander Kühn aposta que essas decisões continuarão a se basear em um princípio que ele considera indispensável para a preservação do sistema multilateral: regras técnicas&nbsp;<strong>transparentes, previsíveis e baseadas em evidências</strong>.</p>
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		<title>Agostinho Linhares busca reeleição ao conselho de Rádio da UIT</title>
		<link>https://dplnews.com/agostinho-linhares-busca-reeleicao-conselho-radio-uit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Agostinho Linhares]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições UIT]]></category>
		<category><![CDATA[Radio Regulations Board]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="1067" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews agostinho linhares uit mf22626" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626.jpeg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-768x512.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-1536x1024.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Agostinho Linhares busca reeleição ao conselho de Rádio da UIT 8"></div>Atual presidente do grupo responsável pelas Regras de Procedimento do RRB afirma que próximo ciclo será marcado pela adaptação das normas às decisões da WRC-27 e por debates sobre satélites, interferências e acesso equitativo aos recursos de radiofrequência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="1067" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews agostinho linhares uit mf22626" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626.jpeg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-768x512.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-agostinho-linhares-uit-mf22626-1536x1024.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Agostinho Linhares busca reeleição ao conselho de Rádio da UIT 9"></div>
<p class="wp-block-paragraph">Agostinho Linhares é candidato à reeleição ao Radio Regulations Board (RRB) da União Internacional de Telecomunicações (UIT), em um processo que será definido na Conferência de Plenipotenciários de 2026, em Doha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Linhares, o presidente da Anatel, <a href="https://dplnews.com/baigorri-sera-candidato-a-vice-lideranca-da-uit-e-brasil-disputara-vaga-no-conselho-da-agencia-da-onu/">Carlos Baigorri, também concorre ao cargo de secretário-geral adjunto</a> do regulador internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <a href="https://www.linkedin.com/posts/agostinho-linhares-4087ba_i-am-honored-to-announce-my-candidacy-for-share-7473390905417383936-njGd/?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop&amp;rcm=ACoAACUH8VcBkSPnSYgTYiO8CY-_dSIYkKp8syw" rel="nofollow noopener" target="_blank">publicação </a><a href="https://www.linkedin.com/posts/agostinho-linhares-4087ba_i-am-honored-to-announce-my-candidacy-for-share-7473390905417383936-njGd/?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop&amp;rcm=ACoAACUH8VcBkSPnSYgTYiO8CY-_dSIYkKp8syw" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">e</a><a href="https://www.linkedin.com/posts/agostinho-linhares-4087ba_i-am-honored-to-announce-my-candidacy-for-share-7473390905417383936-njGd/?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop&amp;rcm=ACoAACUH8VcBkSPnSYgTYiO8CY-_dSIYkKp8syw" rel="nofollow noopener" target="_blank">m rede social</a>, Linhares destacou sua trajetória recente no colegiado, onde atuou como vice-presidente em 2024, presidente em 2025 e atualmente preside o Grupo de Trabalho sobre as Regras de Procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em depoimento à <em>DPL News</em>, o também diretor-executivo do Instituto de Pesquisa para Economia Digital (IPE Digital), avaliou que o atual ciclo foi marcado por decisões relevantes envolvendo interferências prejudiciais e coordenação internacional de sistemas espaciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os avanços, ele cita a publicação de informações sobre casos de interferência em sistemas de radionavegação por satélite, como o GPS, além da análise de situações envolvendo operações não autorizadas de estações terrenas e <a href="https://dplnews.com/anatel-prorroga-concesiones-para-satelites-de-inmarsat-y-hispasat/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pedidos de extensão de prazo para implementação de redes de satélites</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Grande parte do trabalho envolve os pedidos de extensão de prazo para lançamento de satélites, mas neste ciclo também tivemos decisões importantes relacionadas a sistemas não geoestacionários que enfrentaram situações de força maior”, disse.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Visões para o próximo mandato</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, alguns temas devem permanecer na agenda do próximo mandato. Entre eles estão a <strong>interpretação da Resolução 1</strong>, que trata da notificação de estações localizadas em territórios sob disputa, e a definição de mecanismos para lidar com pedidos de extensão de prazo de redes satelitais de países em desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o candidato, a principal missão do próximo ciclo será adaptar as Regras de Procedimento às decisões que saírem da<strong> WRC-27</strong>. Como essas deliberações entrarão em vigor em <strong>janeiro de 2029</strong>, o trabalho regulatório precisará ser concluído ao longo de 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A prioridade é aprovar as novas Regras de Procedimento para refletir as decisões da WRC-27. Por isso, é importante haver continuidade no Board, combinando a experiência de membros que já acompanham os temas com a contribuição de novos eleitos”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Linhares, o aumento da demanda por espectro e recursos orbitais é uma consequência natural da expansão dos serviços de conectividade e das aplicações espaciais. O desafio, segundo ele, está em garantir que esses recursos permaneçam acessíveis de forma equilibrada aos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo é que o espectro de radiofrequências e a órbita, que são recursos escassos, sejam utilizados de forma eficiente, racional e econômica, com acesso equânime pelos Estados-membros e operações livres de interferências prejudiciais”, concluiu.</p>



<h3 class="wp-block-heading">RRB</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O RRB é composto por 12 membros eleitos e exerce papel central na governança internacional do espectro de radiofrequências e das posições orbitais. Segundo Linhares, <strong>cerca de 90% das atividades do conselho estão relacionadas aos serviços espaciais</strong>, o que exige uma combinação de conhecimentos regulatórios e técnicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante que o Board tenha membros com perfis multidisciplinares, conhecendo bem os serviços terrestres, incluindo radiodifusão, e os serviços espaciais, especialmente nos aspectos regulatórios, mas também com background técnico”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o especialista, uma das principais atribuições do colegiado é assegurar que as decisões aprovadas nas Conferências Mundiais de Radiocomunicações (WRCs) sejam refletidas corretamente nas Regras de Procedimento, sem ampliar ou flexibilizar o que foi acordado pelos Estados-membros.</p>
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		<title>Padtec retorna ao mercado de cabos submarinos e adquire 85% da LEV Brasil</title>
		<link>https://dplnews.com/padtec-retorna-mercado-cabos-submarinos-nova-divisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2300" height="1533" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews Carlos Raimar Padtec divulgacao mf8626" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626.jpeg 2300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-768x512.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-1536x1024.jpeg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2300px) 100vw, 2300px" title="Padtec retorna ao mercado de cabos submarinos e adquire 85% da LEV Brasil 10"></div>Com a Padtec Marine Networks a empresa passa a atuar em etapas como engenharia marinha e licenciamento ambiental e vislumbra oportunidades de até US$ 4 bilhões anuais na América Latina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2300" height="1533" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews Carlos Raimar Padtec divulgacao mf8626" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626.jpeg 2300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-768x512.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-1536x1024.jpeg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/06/dplnews-Carlos-Raimar-Padtec-divulgacao_mf8626-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2300px) 100vw, 2300px" title="Padtec retorna ao mercado de cabos submarinos e adquire 85% da LEV Brasil 11"></div>
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://dplnews.com/padtec-anuncia-reestructuracion-en-su-directorio/">Padtec</a> anunciou nesta segunda-feira (8) a criação da Padtec Marine Networks (PMN), unidade dedicada ao desenvolvimento e à implantação de projetos de infraestrutura submarina e costeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A companhia também informou a <strong>aquisição de</strong> <strong>85% da LEV Brasil</strong>, empresa especializada em geociências aplicadas, engenharia marinha e licenciamento ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação, contudo, depende da aprovação da assembleia de acionistas, marcada para daqui um mês, <strong>8 de julho</strong>. Após a conclusão da <strong>transação</strong>, o atual diretor-geral da LEV, Antonio Badagola, assumirá <a href="https://dplnews.com/padtec-anuncia-reestructuracion-en-su-directorio/">a liderança</a> da Padtec Marine Networks.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova unidade terá como foco projetos voltados para operadoras de telecomunicações, <strong>provedores de serviços digitais</strong>, data centers, hyperscalers, empresas de utilities e iniciativas governamentais relacionadas à conectividade e à infraestrutura crítica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a iniciativa, a fabricante brasileira amplia sua atuação na <a href="https://dplnews.com/padtec-quiere-ayudar-a-wisp-en-mexico-a-convertirse-en-grandes-proveedores-de-internet/">cadeia de infraestrutura digital</a> e retorna de forma mais estruturada ao mercado de cabos submarinos, segmento no qual já atuou anteriormente em projetos como o <strong>Cabo Júnior</strong>, em São Paulo e no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado pela DPL News sobre a dimensão financeira da <strong>iniciativa</strong> e as perspectivas de investimento e <strong>geração de receita</strong> da nova unidade, <strong>o CEO da Padtec, Carlos Raimar</strong>, evitou apresentar números específicos.</p>



<p class="has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#fff6f9"><strong>Leia também: </strong><a href="https://dplnews.com/ia-data-centers-cabos-submarinos-mudam-escala-regulatoria-alexandre-freire/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>IA, data centers e cabos submarinos mudam escala regulatória, diz Alexandre Freire&nbsp;</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mais que perseguir metas imediatas de faturamento ou volume no curto prazo, o valor fundamental dessa estratégia está em ampliar substancialmente nosso mercado potencial&#8221;, afirmou o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Raimar ressaltou que a estratégia busca <a href="https://dplnews.com/padtec-nueva-asociacion-con-peruana-hayex/">posicionar a companhia</a> além do fornecimento de sistemas ópticos terrestres, incorporando competências da LEV Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Demanda</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa estima que o mercado global de infraestrutura submarina movimente entre US$ 33 bilhões e US$ 34 bilhões por ano, com <strong>potencial para atingir US$ 50 bilhões até 2033</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>América Latina</strong>, o mercado endereçável relacionado à construção de landing stations, conectividade internacional, engenharia marinha e interconexão de data centers estaria <strong>entre US$ 2 bilhões e US$ 4 bilhões anuais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a companhia, a expansão dos investimentos em inteligência artificial, computação em nuvem e data centers deverá impulsionar a demanda por novas rotas submarinas na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O aumento exponencial da capacidade computacional instalada em terra exige automaticamente a criação de novas rotas submarinas, a implantação de redes costeiras e a modernização da infraestrutura existente&#8221;, acrescentou o CEO.</p>
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		<title>IA, data centers e cabos submarinos mudam escala regulatória, diz Alexandre Freire </title>
		<link>https://dplnews.com/ia-data-centers-cabos-submarinos-mudam-escala-regulatoria-alexandre-freire/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Freire]]></category>
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		<category><![CDATA[infraestrutura digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1693" height="929" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews alexandrefreire mf26526 1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1.png 1693w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-300x165.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-1024x562.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-768x421.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-1536x843.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 1693px) 100vw, 1693px" title="IA, data centers e cabos submarinos mudam escala regulatória, diz Alexandre Freire  12"></div>A discussão sobre cabos submarinos passou a integrar oficialmente a agenda regulatória da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em meio ao avanço da inteligência artificial, à expansão de data centers e ao aumento da dependência de infraestrutura digital crítica, a agência quer entender até onde deve ir sua atuação sobre redes internacionais de conectividade, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1693" height="929" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews alexandrefreire mf26526 1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1.png 1693w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-300x165.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-1024x562.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-768x421.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-alexandrefreire-mf26526-1-1536x843.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 1693px) 100vw, 1693px" title="IA, data centers e cabos submarinos mudam escala regulatória, diz Alexandre Freire  13"></div>
<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre cabos submarinos passou a integrar oficialmente a agenda regulatória da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em meio ao avanço da inteligência artificial, à expansão de data centers e ao aumento da dependência de infraestrutura digital crítica, a agência quer entender <a href="https://dplnews.com/anatel-cobra-maior-participacao-em-debate-sobre-ia-e-infraestrutura-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">até onde deve ir sua atuação</a> sobre redes internacionais de conectividade, e quais riscos o país corre ao manter uma governança fragmentada sobre esses ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dplnews.com/anatel-abre-tomada-de-subsidios-sobre-cabos-submarinos-e-seguranca-da-infraestrutura-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A tomada de subsídios</a> que começa hoje (26), oficialmente voltada a cabos submarinos e segurança da infraestrutura digital, revela uma preocupação mais ampla: o temor de que o Brasil esteja se tornando altamente dependente de uma infraestrutura considerada estratégica sem mecanismos equivalentes de coordenação institucional, proteção regulatória, resiliência e principalmente de <a href="https://www.gov.br/anatel/pt-br/assuntos/seguranca-cibernetica/regulamentacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">segurança</a>: um conjunto essencial para a soberania digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à <em>DPL News</em>, o conselheiro da agência, <strong>Alexandre Freire,</strong> afirma que o país precisa abandonar a visão de que infraestrutura digital é apenas uma camada operacional da internet.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, diferentes setores da economia compartilham a mesma infraestrutura crítica de conectividade. Isso muda completamente a escala do debate regulatório”, disse. “Além disso, estamos discutindo o posicionamento do Brasil na economia digital global”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Freire afirma que a Anatel acompanha movimentos internacionais de proteção de infraestrutura digital crítica, mas rejeita a ideia de simplesmente replicar modelos adotados por outros países. </p>



<blockquote class="wp-block-quote has-background is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="background-color:#fff6f9">
<p class="wp-block-paragraph">“O desafio não é copiar modelos estrangeiros. O desafio é compreender tendências globais e construir soluções compatíveis com a realidade brasileira”, disse.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">E para o conselheiro, a tendência internacional aponta para uma abordagem integrada de resiliência, envolvendo segurança física, segurança cibernética, monitoramento, continuidade operacional e resposta a incidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o gancho que aponta para outra preocupação da tomada de subsídios, envolvendo a concentração geográfica em pontos de aterragem. Segundo Freire, o crescimento acelerado da economia digital ampliou a dependência brasileira de uma infraestrutura estratégica, ao mesmo tempo em que aumentou a pressão por redes resilientes e previsibilidade para investimentos de longo prazo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-background is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="background-color:#fff6f9">
<p class="has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#fff6f9">“Infraestrutura crítica exige estabilidade regulatória, previsibilidade e segurança jurídica. Isso é particularmente importante em investimentos de longo prazo como cabos submarinos, data centers e redes de alta capacidade”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para o conselheiro, o debate também ocorre em meio a uma janela de oportunidade para o Brasil na corrida global por infraestrutura digital. “O Brasil possui uma oportunidade histórica de consolidar liderança regional em infraestrutura digital. Temos posição geográfica estratégica, expansão de data centers, matriz energética relevante e crescente importância no fluxo internacional de dados”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua avaliação, esse conjunto é o que dá o potencial de o País se tornar um hub regional do Atlântico Sul.</p>
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		<title>ZTE vê ecossistema de operadoras e ISPs como diferencial do mercado brasileiro</title>
		<link>https://dplnews.com/zte-ve-ecossistema-de-operadoras-e-isps-como-diferencial-do-mercado-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ZTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="856" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews hans neff zte mf8526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526-300x201.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526-1024x685.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526-768x514.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="ZTE vê ecossistema de operadoras e ISPs como diferencial do mercado brasileiro 14"></div>ZTE Corporation vê o mercado brasileiro de banda larga como um dos mais “únicos” do mundo devido à forte presença de provedores regionais e ao avanço da conectividade óptica no País. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="856" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews hans neff zte mf8526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526-300x201.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526-1024x685.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-hans-neff-zte_mf8526-768x514.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="ZTE vê ecossistema de operadoras e ISPs como diferencial do mercado brasileiro 15"></div>
<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à DPL News, Hans Neff, diretor sênior do CTO Group da companhia, afirmou que o <a href="https://dplnews.com/zte-diz-brasil-e-estrategico-e-aposta-em-ia-e-redes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecossistema brasileiro</a> conseguiu lidar de forma “inteligente” com os desafios de fragmentação do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo com milhares de ISPs convivendo com grandes operadoras, eles estão indo na mesma direção: qualidade, conectividade e melhores avaliações. Isso é algo que eu não vi em nenhum outro lugar antes”, disse o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Neff, embora o mercado brasileiro ainda enfrente <a href="https://dplnews.com/fwa-ainda-tem-espaco-e-pode-ampliar-competicao-no-brasil-diz-luiz-tonisi-da-qualcomm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desafios em cobertura</a> e qualidade de rede, especialmente em áreas rurais, a ZTE aposta em soluções voltadas tanto à expansão da infraestrutura quanto ao monitoramento da experiência do usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O executivo destacou ferramentas de gestão de experiência do cliente capazes de identificar problemas de desempenho antes mesmo de reclamações formais dos assinantes. “Há sistemas para compreender a performance da rede e melhorar diretamente a experiência do cliente”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A companhia também aposta em produtos voltados à ampliação simplificada da conectividade em áreas rurais, consideradas mais complexas para implantação de infraestrutura.</p>



<h3 class="wp-block-heading">TV 3.0</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Neff confirmou ainda que <a href="https://dplnews.com/zte-antecipa-conversor-para-tv-3-0-e-mira-politica-publica-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a ZTE trabalha em uma parceria concreta relacionada ao desenvolvimento da TV 3.0 no Brasil</a>, embora o governo federal ainda esteja em fase de avaliação do projeto e não se tenha conhecimento de um contrato formal firmado até o momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o executivo, a empresa já realiza investimentos prévios em infraestrutura, serviços e desenvolvimento de produtos para estar preparada caso a implementação avance. “Para nós é um compromisso. Temos que ter os produtos e os serviços prontos para servir de base para a TV 3.0”, declarou.</p>
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		<title>Frente parlamentar de Telecomunicações lança agenda com 134 propostas e prioridades</title>
		<link>https://dplnews.com/frente-parlamentar-de-telecomunicacoes-lanca-agenda-com-134-propostas-e-prioridades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 04:22:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[André Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="680" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews andremartins ibtd mf8426 e1775690283775" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775-300x199.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775-768x510.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="Frente parlamentar de Telecomunicações lança agenda com 134 propostas e prioridades 16"></div>André Martins, presidente do braço técnico da Frente, defende atuação transversal e aponta desafios em políticas como incentivos a data centers.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="680" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews andremartins ibtd mf8426 e1775690283775" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775-300x199.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/04/dplnews-andremartins-ibtd-mf8426-e1775690283775-768x510.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="Frente parlamentar de Telecomunicações lança agenda com 134 propostas e prioridades 17"></div>
<p class="wp-block-paragraph">A Frente Parlamentar Mista de Telecomunicações e Soluções Digitais lançou, nesta quarta-feira (8), em Brasília, sua agenda legislativa e regulatória com 134 proposições consideradas prioritárias para o setor. 82 delas já estão em estágio avançado de tramitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa tenta organizar um debate fragmentado, mas chega em um momento de calendário legislativo comprimido pelo ano eleitoral levantando dúvidas sobre a viabilidade de algumas das pautas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elaborado com apoio técnico do Instituto Brasileiro de Telecomunicações e Soluções Digitais (IBTD), o documento distribui os temas em sete eixos, que vão de infraestrutura e espectro à inteligência artificial, passando por economia digital e conectividade social. Entre as pautas estão compartilhamento de postes, regulação de plataformas digitais e soberania de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas priorizados estão o uso de recursos do <strong>Fust</strong>, o leilão da faixa de 700 MHz e o avanço de aplicações de inteligência artificial, todos com diferentes níveis de maturidade regulatória. No caso do Fust, por exemplo, a agenda aponta o fundo como prioridade imediata, apesar de sua execução já ter sido reiteradamente travada por entraves operacionais e institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no eixo de infraestrutura e economia digital, o documento incorpora o debate sobre data centers (Redata), em meio a discussões sobre incentivos fiscais e aumento de custos na cadeia produtiva – um dos pontos mais sensíveis da política industrial recente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Martins <a href="https://dplnews.com/camara-acelera-incentivo-a-data-centers-enquanto-medida-tarifaria-gera-reacao-do-setor/">reconhece as inconsistências</a>: “O principal desafio é analisar os impactos dos projetos como um todo, evitando incentivos financeiros desnecessários ou contraditórios”, disse o presidente da entidade, <strong>André Martins</strong>, à <em>DPL News</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria Agenda também aponta riscos de sobreposição regulatória, especialmente no caso da inteligência artificial, tema que já conta com múltiplas propostas em tramitação simultânea no Congresso. Ainda assim, o documento agrega o tema a uma lista extensa de prioridades, em um contexto em que o tempo político disponível tende a ser mais limitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de tensão é o debate sobre a <strong>contribuição das grandes plataformas digitais </strong>para a infraestrutura de redes, incluído no eixo de economia digital. A discussão, que envolve interesses divergentes entre operadoras e big techs, segue sem consenso e deve avançar de forma fragmentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como alguns temas já há anos vêm sendo articulados pelas associações com o Congresso, a intenção é <a href="https://dplnews.com/conexis-diz-fair-share-nao-esta-esquecido-e-busca-apoio-frente-parlamentar-telecom/">formar com elas uma força-tarefa</a>, ampliando o poder de pleito no setor. “Enquanto as associações representam recortes do ecossistema, o Instituto vê o conjunto, agregando mais força às pautas com uma visão transversal”, explicou Martins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBTD é mantido por recursos privados, incluindo empresas do setor de telecomunicações, e seu modelo prevê atuação conjunta com empresas, associações e parlamentares.</p>
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		<title>Oracle aposta em monetização de IA com teles virando provedoras corporativas</title>
		<link>https://dplnews.com/oracle-ve-monetizacao-ia-telco-entrevista-alex-colcher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 12:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1707" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews Alex Colcher Head de Contas estrategicas Latam Divulgacao Oracle mf17326 scaled" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-scaled.jpg 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-768x512.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-1536x1024.jpg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Oracle aposta em monetização de IA com teles virando provedoras corporativas 18"></div>Leer en españolA adoção de inteligência artificial (IA) pelas operadoras latino-americanas ainda enfrenta desafios de escala, mas começa a avançar da agenda de eficiência operacional para geração de receitas no mercado corporativo, segundo Alex Colcher, senior vice-presidente de telecom da Oracle. “Muitos ainda olham a IA como redução de custo, mas quando as teles entendem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1707" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews Alex Colcher Head de Contas estrategicas Latam Divulgacao Oracle mf17326 scaled" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-scaled.jpg 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-768x512.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-1536x1024.jpg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-Alex-Colcher_Head-de-Contas-estrategicas-Latam_Divulgacao-Oracle_mf17326-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Oracle aposta em monetização de IA com teles virando provedoras corporativas 19"></div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><a href="https://dplnews.com/oracle-ve-a-las-telco-proveedoras-ia-b2b/">Leer en español</a></em></strong><br>A <a href="https://dplnews.com/la-receta-de-millicom-inversion-en-redes-y-eficiencia-para-expandirse-en-america-latina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adoção de inteligência artificial (IA) pelas operadoras latino-americanas</a> ainda enfrenta desafios de escala, mas começa a avançar da agenda de eficiência operacional para geração de receitas no mercado corporativo, segundo <strong>Alex Colcher</strong>, senior vice-presidente de telecom da <strong>Oracle</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitos ainda olham a IA como redução de custo, mas quando as teles entendem que <strong>podem se posicionar como fornecedoras de IA para o mercado corporativo</strong>, a discussão muda de patamar”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o executivo, a estratégia envolve implantar soluções internamente como automação de atendimento, análise de chamadas e otimização operacional, já com desenho voltado à posterior oferta comercial desses serviços ao segmento B2B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a parceria anunciada com a <strong>Claro</strong>, certificada no <a href="https://dplnews.com/claro-se-torna-parceira-da-nvidia-prepara-oferta-ia-mercado-corporativo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">programa NVIDIA Cloud Partner</a>, é vista como um exemplo desse reposicionamento. A operadora pretende combinar infraestrutura de nuvem com computação acelerada para ofertar serviços como GPU-as-a-Service e ambientes dedicados para treinamento e inferência de modelos de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colcher também destaca que a discussão sobre soberania de dados deve impulsionar novas oportunidades para as teles atuarem como provedoras locais de nuvem e inteligência artificial, especialmente em setores regulados. “Há uma oportunidade única para que as operadoras sejam provedoras soberanas de cloud e IA na região”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da monetização, ele aponta que a integração entre rede, nuvem e aplicações corporativas tende a ampliar o papel estratégico das operadoras junto a clientes empresariais.</p>
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		<title>Huawei aposta em ecossistema de 6 GHz para preparar chegada do 6G</title>
		<link>https://dplnews.com/huawei-aposta-ecossistema-6-ghz-para-chegada-do-6g/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 11:26:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="823" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews AtilioRulli mf9326" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-300x193.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-1024x658.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-768x494.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-210x136.jpeg 210w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="Huawei aposta em ecossistema de 6 GHz para preparar chegada do 6G 20"></div>O ecossistema de equipamentos para uso da faixa de 6 GHz nas telecomunicações deve ganhar força a partir de 2026, com novos dispositivos e infraestrutura já em desenvolvimento. A avaliação é de Atilio Rulli, vice-presidente de Relações Públicas para América Latina e Caribe da Huawei. Segundo o executivo, a empresa já prepara uma série de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="823" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews AtilioRulli mf9326" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-300x193.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-1024x658.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-768x494.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-AtilioRulli-mf9326-210x136.jpeg 210w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="Huawei aposta em ecossistema de 6 GHz para preparar chegada do 6G 21"></div>
<p class="wp-block-paragraph">O ecossistema de equipamentos para uso da faixa de 6 GHz nas telecomunicações deve ganhar força a partir de 2026, com novos dispositivos e infraestrutura já em desenvolvimento. A avaliação é de <strong>Atilio Rulli</strong>, vice-presidente de Relações Públicas para América Latina e Caribe da Huawei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o executivo, a empresa já prepara uma série de soluções para essa frequência. “Estamos lançando algumas antenas de 6 GHz com uso comercial para 2026. Temos dois modelos outdoor, um maior e outro menor, além de um modelo indoor”, afirmou. Ele acrescenta que também estão previstos equipamentos de acesso e conectividade, como CPEs e Wi-Fi 7 operando nessa faixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento não deve se limitar à infraestrutura de rede. Rulli afirmou que o ecossistema também contará com dispositivos móveis compatíveis. “Teremos lançamentos mundiais de três fabricantes de celulares com <strong>aparelhos com 6 GHz ainda em 2026</strong>”, sem citar quais, contudo, já é sabido que são marcas chinesas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“A frequência de 6 GHz pavimenta o 5G Advanced e pavimenta a vinda do 6G”</em></strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para o executivo, a consolidação desse ecossistema permitirá que as operadoras avancem rapidamente na adoção da tecnologia assim que houver autorização regulatória. “O ecossistema vai estar robusto, desde a parte da infraestrutura de banda móvel até os dispositivos móveis, passando pelo CPE e Wi-Fi”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do movimento prévio do mercado, o uso comercial dos novos dispositivos depende do licenciamento da faixa. <a href="https://dplnews.com/anatel-descarta-intervenir-contra-starlink-brasil/">Como disse à <em>DPL News</em> <strong>Carlos Baigorri</strong></a>, presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o licenciamento já é um fato, <a href="https://dplnews.com/anatel-revisara-destino-dos-6ghz-com-leilao-previsto/">o leilão vai acontecer.</a> Só falta a definição de critérios para o certame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, Rulli também relaciona a expansão da faixa de 6 GHz à evolução das redes móveis. <strong>“A frequência de 6 GHz pavimenta o 5G Advanced e pavimenta a vinda do 6G”</strong>, disse. De acordo com ele, a próxima geração de redes móveis é esperada para 2030 e exigirá novas porções de espectro para suportar a demanda por conectividade.</p>
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