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	<title>plataformas digitais &#8211; DPL News</title>
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		<title>Plataformas pedem prazo hábil para aplicação de novas regras do ECA Digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 17:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ninos vr260224" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="Plataformas pedem prazo hábil para aplicação de novas regras do ECA Digital 1"></div>A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) reconhece a relevância da aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/2025) para o setor digital e reafirma a importância de que sua implementação ocorra com prazos adequados e segurança jurídica. O novo marco traz obrigações relevantes, mas complexas, que ainda dependem de regras complementares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ninos vr260224" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/02/dplnews_ninos_vr260224-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="Plataformas pedem prazo hábil para aplicação de novas regras do ECA Digital 2"></div>
<p>A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) reconhece a relevância da aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/2025) para o setor digital e reafirma a importância de que sua implementação ocorra com prazos adequados e segurança jurídica. O novo marco traz obrigações relevantes, mas complexas, que ainda dependem de regras complementares a serem definidas pela ANPD. Sem essas diretrizes, como os “padrões mínimos” de controle parental, é inviável que empresas iniciem o desenvolvimento de soluções, que exigem planejamento estruturado e testes contínuos.<br> </p>



<p>Entre as mudanças previstas estão mecanismos como verificação de idade e supervisão parental. Essas ferramentas precisam de tempo para serem concebidas e ajustadas, pois além de proteger crianças e adolescentes, devem respeitar a privacidade dos usuários em conformidade com a LGPD. Esse equilíbrio delicado só pode ser alcançado com previsibilidade e prazos realistas.<br>&nbsp;</p>



<p>A experiência internacional reforça essa necessidade. Tanto a Lei de Serviços Digitais (DSA), da União Europeia, quanto a Lei de Serviços Online (OSA), do Reino Unido, concederam ao menos um ano para adaptação, reconhecendo a complexidade técnica envolvida e a importância de segurança jurídica para que as mudanças fossem implementadas com efetividade.<br>&nbsp;</p>



<p>A camara-e.net reforça o compromisso com o diálogo construtivo e a cooperação para garantir a implementação eficaz e equilibrada das novas regras, garantindo proteção a crianças e adolescentes sem abrir mão da inovação e dos direitos fundamentais que sustentam um ambiente livre e democrático.</p>
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		<title>Geopolítica de plataformas virou variável da política comercial de Trump contra o Brasil</title>
		<link>https://dplnews.com/geopolitica-de-plataformas-variavel-politica-comercial-trump-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 13:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="bolet 18ago25" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25.jpg 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-300x203.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-1024x693.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-768x520.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-1536x1040.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Geopolítica de plataformas virou variável da política comercial de Trump contra o Brasil 3"></div>Leer en españolO tarifaço de Donald Trump contra o Brasil, anunciado no fim de julho e que entrou em vigor em 6 de agosto, não é simplesmente sobre tarifas. É uma nova guerra fria sob a justificativa de um “déficit comercial” que não existe, misturando retórica econômica com chantagem política e digital, mirando tanto o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="bolet 18ago25" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25.jpg 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-300x203.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-1024x693.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-768x520.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-18ago25-1536x1040.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Geopolítica de plataformas virou variável da política comercial de Trump contra o Brasil 4"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/la-geopolitica-de-las-plataformas-se-convirtio-en-variable-de-la-politica-comercial-de-trump-contra-brasil/">Leer en español</a></strong><br>O tarifaço de <strong>Donald Trump</strong> contra o Brasil, anunciado no fim de julho e que entrou em vigor em 6 de agosto, não é simplesmente sobre tarifas. É uma nova guerra fria sob a justificativa de um “déficit comercial” que não existe, misturando retórica econômica com chantagem política e digital, mirando tanto o setor tecnológico quanto o ambiente regulatório brasileiro em torno das redes sociais. Trata-se do relançamento do antigo jogo imperialista estadunidense; uma tentativa de Washington de reafirmar sua influência sobre a América Latina – e o restante do mundo.</p>



<p>Trump <a href="https://dplnews.com/trump-anuncia-sobretaxa-de-50-ao-brasil-e-justifica-censura-a-big-techs/">usou a pauta das redes</a> para vestir o tarifaço com roupa ideológica, mas deu meia-volta no que realmente dói no bolso do consumidor americano. Apesar de seu decreto elevar as tarifas a <strong>40% adicionais sobre os 10% já anunciados</strong>, na maioria dos produtos exportados pelo Brasil para os EUA, um <a href="https://www.whitehouse.gov/presidential-actions/2025/07/addressing-threats-to-the-us/" rel="nofollow noopener" target="_blank">anexo</a> isenta <strong>694 subitens</strong>, <a href="https://dplnews.com/tarifaco-de-trump-isenta-celulares-e-equipamentos-telecom/">incluindo <strong>33 ligados à cadeia de telecom</strong></a>, além de smartphones e eletrônicos.</p>



<p>O recuo passou a integrar a narrativa <strong>“TACO” (“Trump Always Chickens Out”)</strong>, mostrando que o presidente fala grosso no discurso, mas recua quando o impacto real recairia sobre consumidores e empresas americanas. Para além do desdém jocoso, isso evidencia uma lógica estratégica: usar retórica ideológica pressiona a soberania alheia, mas sem interromper cadeias produtivas críticas dos EUA.</p>



<p>O Brasil não é exportador relevante de smartphones ou equipamentos de telecom para os EUA. Na prática, a balança comercial de bens tecnológicos é superavitária para os EUA, que vendem mais para o Brasil do que o contrário, incluindo<strong> semicondutores, componentes de TI e eletrônicos de consumo</strong>. Ou seja, o tarifaço <strong>não impacta diretamente</strong> o setor TIC/telecom nacional, mas funciona como instrumento de pressão sobre regulação digital, plataformas e decisões estratégicas de investimento.</p>



<p>Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Amcham, os EUA mantêm <strong>superávit comercial recorrente com o Brasil desde 2009</strong>. Entre 2023 e 2024, o saldo foi de cerca de US$ 15 bilhões, e no 1º trimestre de 2025, aproximadamente US$ 3,2 bilhões.&nbsp;</p>



<p>O comércio bilateral tem <strong>perfil de </strong><a href="https://dplnews.com/industria-brasileira-reage-com-preocupacao-as-tarifas-de-50-impostas-por-trump/"><strong>alta industrialização</strong></a>: estudos da Amcham e Comex indicam que cerca de 79% das exportações brasileiras aos EUA são produtos manufaturados de maior valor agregado (aviões, máquinas, químicos e eletrônicos), diferente da relação de troca de commodities com a China.</p>



<p>Mas voltando ao impacto real do tarifaço nos setores TIC, telecom e chips, como já dito, é limitado. Como a maior parte dos produtos de alta tecnologia foi <strong>isentada das tarifas adicionais</strong>, as operadoras brasileiras (Vivo, TIM, Claro) não enxergam ainda como podem sofrer algum tipo de impacto, ainda que a Vivo tenha sido transparente em indicar que fará repasses ao consumidor diante de qualquer aumento.</p>



<p>A <strong>Qualcomm</strong> admite que as tarifas aumentam a incerteza, mas frisa que é <strong><em>fabless</em></strong>, com produção terceirizada para <strong>Samsung, TSMC e GlobalFoundries</strong>, que hoje já operam linhas nos Estados Unidos. A consequência é que, mesmo em meio à retórica dura, a cadeia de suprimentos de tecnologia segue relativamente intacta.</p>



<p>Contudo, para mitigar riscos macroeconômicos, o governo brasileiro lançou a <strong><a href="https://dplnews.com/lula-anuncia-projeto-de-lei-para-regular-redes-sociais-e-responsabilizar-plataformas/">MP Brasil Soberano</a></strong>, com <strong>R$ 30 bilhões</strong> em crédito do Fundo Garantidor de Exportações (FGE), alívios tributários e compras públicas para setores atingidos como <strong>agroindústria,</strong> <strong>manufaturas, pequenas e médias exportadoras</strong>. Para o ecossistema digital, isso significa indiretamente estabilidade de curto prazo: demanda doméstica sustentada e câmbio menos volátil do que seria num “olho por olho” tarifário.</p>



<p>Ainda assim, a dependência tecnológica do Brasil em componentes dos EUA, combinada com <strong>mais de 3,6 mil empresas americanas operando no país</strong>, reforça o cenário em que Washington pode vincular comércio, <a href="https://dplnews.com/anpd-aplicou-sancoes-multas-e-suspendeu-politica-meta/">regulação digital</a> e política externa a seus objetivos estratégicos. A <strong>Lei Magnitsky</strong>, que direcionou sanções ao ministro da Suprema Corte, Alexandre de Moraes, só evidenciou o efeito da chantagem sobre Brasília.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma ameaça de interferência real</h3>



<p>Nos bastidores, o Planalto enxerga algo ainda mais grave: o tarifaço e as sanções fariam parte de uma estratégia dos EUA de <strong>“mudança de regime”</strong> no Brasil. Em reportagem veiculada pela <em>Folha de São Paulo</em>, Trump teria como alvo não apenas pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do ex-presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong>, marcado para setembro, mas também <strong>influenciar diretamente o processo eleitoral de 2026</strong>.</p>



<p>Segundo apuração do noticiário, integrantes do governo acreditam que a Casa Branca deseja garantir que haja um candidato ideologicamente afinado com Trump na cédula. Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, que já afirmou ter articulado a pressão de Trump contra o Brasil, disse ainda que, se seu pai não concorrer, os EUA não reconhecerão a eleição brasileira.&nbsp;</p>



<p><strong>Jair Bolsonaro foi declarado inelegível até 2030</strong> pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em decisão tomada por maioria de votos (5 a 2) em 30 de junho de 2023, por abuso de poder e problemas com a prestação de contas relativas à campanha de 2018. Apesar da inelegibilidade, Bolsonaro afirmou que se considera um candidato ao pleito de 2026.</p>



<p>O tabuleiro, por fim, é ainda mais amplo do que as dimensões continentais do Brasil: Trump criticou a prisão de <strong>Álvaro Uribe</strong> (Colômbia), elogiou ações contra <strong>Cristina Kirchner</strong> (Argentina) e pressiona vizinhos a alinhar posições. Em Brasília, a leitura é de que os EUA querem recolocar a América Latina em seu “quintal”. Para se blindar, o Brasil busca <strong>costuras regionais</strong>, como aproximação com <strong>Daniel Noboa</strong> (Equador), e <strong>diálogo global</strong> com <strong>Macron, Merz, von der Leyen</strong> e <strong>Ramaphosa</strong>.</p>
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		<title>Brasil &#124; Coalizão Direitos na Rede defende regulação das plataformas digitais como exercício de soberania diante de ofensiva dos EUA</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-coalizao-direitos-na-rede-defende-regulacao-das-plataformas-digitais-como-exercicio-de-soberania-diante-de-ofensiva-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 16:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1709" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews cgi.br anatel plataformas digitais mf141223 scaled" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-scaled.jpg 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-1024x684.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-768x513.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-1536x1025.jpg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-2048x1367.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Brasil | Coalizão Direitos na Rede defende regulação das plataformas digitais como exercício de soberania diante de ofensiva dos EUA 5"></div>Tele.SínteseA Coalizão Direitos na Rede, que reúne 50 organizações da sociedade civil voltadas à defesa dos direitos digitais, divulgou posicionamento público nesta quinta-feira, 31, em que critica a ofensiva do governo dos Estados Unidos contra o Brasil e cobra maior transparência do governo federal em suas interlocuções com empresas de tecnologia.Mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1709" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews cgi.br anatel plataformas digitais mf141223 scaled" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-scaled.jpg 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-1024x684.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-768x513.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-1536x1025.jpg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2023/12/dplnews-cgi.br-anatel-plataformas-digitais_mf141223-2048x1367.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Brasil | Coalizão Direitos na Rede defende regulação das plataformas digitais como exercício de soberania diante de ofensiva dos EUA 6"></div>
<p><a href="https://telesintese.com.br/coalizao-direitos-na-rede-defende-regulacao-das-plataformas-digitais-como-exercicio-de-soberania-diante-de-ofensiva-dos-eua/" rel="nofollow noopener" target="_blank">Tele.Síntese</a><br>A <strong>Coalizão Direitos na Rede</strong>, que reúne 50 organizações da sociedade civil voltadas à defesa dos direitos digitais, divulgou posicionamento público nesta quinta-feira, 31, em que critica a ofensiva do governo dos Estados Unidos contra o Brasil e cobra maior transparência do governo federal em suas interlocuções com empresas de tecnologia.<br><a href="https://telesintese.com.br/coalizao-direitos-na-rede-defende-regulacao-das-plataformas-digitais-como-exercicio-de-soberania-diante-de-ofensiva-dos-eua/" rel="nofollow noopener" target="_blank">Mais&#8230;</a></p>
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		<item>
		<title>Casa Branca oficializa tarifa ao Brasil associada à &#8220;censura&#8221; sobre plataformas digitais</title>
		<link>https://dplnews.com/casa-branca-oficializa-tarifa-ao-brasil-associada-a-censura-sobre-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 23:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="768" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews lula ab mf17624" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624-300x225.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624-768x576.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624-86x64.webp 86w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="Casa Branca oficializa tarifa ao Brasil associada à &quot;censura&quot; sobre plataformas digitais 7"></div>Leer en españolO governo dos Estados Unidos, em 30 de julho de 2025, editou decreto presidencial para elevar a tarifa sobre produtos brasileiros de 10% para 50%, incluindo um acréscimo de 40% como medida extraordinária, com base em uma declaração de emergência nacional sob o IEEPA (International Emergency Economic Powers Act). Ao invés da entrada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="768" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews lula ab mf17624" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624-300x225.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624-768x576.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/06/dplnews-lula-ab_mf17624-86x64.webp 86w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="Casa Branca oficializa tarifa ao Brasil associada à &quot;censura&quot; sobre plataformas digitais 9"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/casa-blanca-oficializa-arancel-contra-brasil/">Leer en español</a></strong><br>O governo dos Estados Unidos, em 30 de julho de 2025, editou <a href="https://www.whitehouse.gov/fact-sheets/2025/07/fact-sheet-president-donald-j-trump-addresses-threats-to-the-united-states-from-the-government-of-brazil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">decreto presidencial</a> para <a href="https://dplnews.com/trump-anuncia-sobretaxa-de-50-ao-brasil-e-justifica-censura-a-big-techs/"><strong>elevar a tarifa sobre produtos brasileiros de 10% para 50%</strong></a>, <strong>incluindo um acréscimo de 40% </strong>como medida extraordinária, com base em uma declaração de emergência nacional sob o IEEPA (International Emergency Economic Powers Act). Ao invés da entrada em vigor em 1º de agosto, a tarifa foi adiada para 6 de agosto.</p>



<p>A justificativa oficial afirma que ações recentes do governo brasileiro constituem uma <strong>ameaça incomum à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA</strong>.</p>



<p>Neste sentido, o decreto atribui a tarifa a<strong> </strong><a href="https://dplnews.com/tag/alexandre-de-moraes/">decisões do ministro Alexandre de Moraes</a>, do STF, que teriam obrigado empresas de tecnologia americanas a censurar conteúdo político, desmonetizar ou fornecer dados de usuários sob ameaça de multas, processo criminal ou exclusão do mercado brasileiro.</p>



<p>Trump também insistiu nas alegações de <strong>perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores</strong>, consideradas violações graves de direitos humanos que “minam a liberdade de expressão e os princípios democráticos”.</p>



<p>Em resposta, o presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva convocou reunião de emergência </strong>nesta tarde no Palácio do Planalto, com a participação dos ministros da Fazenda Fernando Haddad; da Casa Civil Rui Costa; de Relações Institucionais Gleisi Hoffmann, do presidente da AGU (Advocacia-Geral da União) Jorge Messias; e do vice-presidente Geraldo Alckmin, que dialogou nesta terça-feira (29) com as big techs, buscando soluções. além deles, a reunião contou também com representantes do Itamaraty.</p>



<p>Em rede social, a ministra Gleisi Hoffmann se manifestou:</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-twitter"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">A nova sanção do governo Trump ao ministro Alexandre de Moraes é um ato violento e arrogante. Mais um capítulo da traição da família Bolsonaro ao país. Nenhuma Nação pode se intrometer no Poder Judiciário de outra. Solidariedade ao ministro e ao STF. Repúdio total do governo Lula…</p>&mdash; Gleisi Hoffmann (@gleisi) <a href="https://twitter.com/gleisi/status/1950605856711799228?ref_src=twsrc%5Etfw" rel="nofollow noopener" target="_blank">July 30, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div>
</div></figure>



<p>O chanceler Mauro Vieira, que está em viagem oficial aos Estados Unidos, declarou que o Brasil optou por seguir dialogando <a href="https://dplnews.com/lula-reage-trump-sinaliza-retaliacao-sobretaxa-de-50/">ao invés de aplicar a Lei de Reciprocidade</a>.</p>



<p>A narrativa de que o Brasil teria coagido big techs a censurar discursos ou entregar dados sensíveis aciona diretamente temas de <strong>segurança digital, soberania tecnológica e liberdade de expressão</strong>. Neste campo, o Brasil preferiu <a href="https://dplnews.com/brasil-flexibiliza-posicao-sobre-big-techs-e-abre-negociacao-apos-tarifaco-estados-unidos/">abrandar o discurso de regulação das plataformas</a>, mas diante dos fatos, não foi suficiente.</p>



<p>Ainda hoje, a poucas horas da decisão oficial da Casa Branca, o New York Times divulgou amplamente uma entrevista com o presidente Lula, em chamada que diz que nenhum outro tem enfrentado a Trump como ele.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="869" height="621" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/lula-nyt.webp" alt="lula nyt" class="wp-image-283378" title="Casa Branca oficializa tarifa ao Brasil associada à &quot;censura&quot; sobre plataformas digitais 8" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/lula-nyt.webp 869w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/lula-nyt-300x214.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/lula-nyt-768x549.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 869px) 100vw, 869px" /></figure>
</div>


<p>Embora algumas categorias de produtos&nbsp; como aviões civis, alumínio, fertilizantes, metais, energia e suco de laranja estejam isentas da tarifa extra, itens como café – principal exportação brasileira para os EUA – estão sujeitos à nova taxa de 50%. O setor TIC e de indústria também já tinham <a href="https://dplnews.com/industria-brasileira-reage-com-preocupacao-as-tarifas-de-50-impostas-por-trump/">manifestado preocupação com o impacto tarifário</a>.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF redefine responsabilidade das plataformas no Marco Civil da Internet</title>
		<link>https://dplnews.com/stf-redefine-responsabilidade-das-plataformas-no-marco-civil-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 17:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 19]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Civil da Internet]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1536" height="1024" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews marco civil da internet stf mc17625" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625.webp 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625-300x200.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625-1024x683.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625-768x512.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" title="STF redefine responsabilidade das plataformas no Marco Civil da Internet 10"></div>Em ato decisivo, o Supremo Tribunal Federal (STF) por fim decidiu por modificar o entendimento sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), declarando-o parcialmente inconstitucional por 8 votos a 3. Entre os votos da maioria, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente da Suprema Corte, propôs um modelo intermediário que equilibra proteção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1536" height="1024" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews marco civil da internet stf mc17625" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625.webp 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625-300x200.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625-1024x683.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/06/dplnews_marco-civil-da-internet-stf_mc17625-768x512.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" title="STF redefine responsabilidade das plataformas no Marco Civil da Internet 11"></div>
<p>Em ato decisivo, o Supremo Tribunal Federal (STF) por fim decidiu por <a href="https://dplnews.com/brasil-redefine-responsabilidade-das-redes-sociais-sobre-conteudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modificar o entendimento</a> sobre o artigo 19 do <a href="https://dplnews.com/marco-civil-da-internet-faz-10-anos-com-necessidade-de-atualizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marco Civil da Internet</a> (Lei 12.965/2014), declarando-o parcialmente inconstitucional por 8 votos a 3. Entre os votos da maioria, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente da Suprema Corte, propôs um modelo intermediário que equilibra proteção a direitos fundamentais e liberdade de expressão.</p>



<p>Até então, a norma só permitia responsabilização civil das plataformas após o descumprimento de uma ordem judicial específica, mas a Corte entendeu que esse limite não oferece proteção suficiente para direitos fundamentais nem para a democracia.</p>



<p>O novo entendimento estabelece que, até que o Congresso aprove legislação complementar, o provedor de aplicações de internet poderá ser responsabilizado com base no artigo 21, que permite a retirada de conteúdo após notificação extrajudicial. Isso vale para qualquer tipo de conteúdo ilícito, <strong>exceto crimes contra a honra</strong>, como calúnia, difamação e injúria, para os quais permanece necessária uma ordem judicial.</p>



<p>No caso de <strong>conteúdos graves como racismo, terrorismo, incitação ao suicídio, tráfico de pessoas e violência contra mulheres</strong>, a Corte esclareceu que nem mesmo a notificação prévia será necessária para responsabilização ou remoção.&nbsp;</p>



<p>Barroso defendeu que a imunidade das plataformas não deve se estender a conteúdos com teor criminoso: ele afirmou que “não há fundamento constitucional para um regime que incentiva que as plataformas permaneçam inertes após tomarem conhecimento de claras violações da lei penal”</p>



<p>Segundo o relator, ministro <strong>Dias Toffoli</strong>, medidas de <strong>“notice and takedown”</strong> devem ser aplicadas já que as plataformas dispõem de tecnologia e recursos suficientes para identificar e agir sobre esse tipo de material.</p>



<p>Quanto a <strong>conteúdos patrocinados ou amplamente impulsionados por bots</strong>, prevalece a presunção de que as plataformas já estavam cientes do conteúdo, o que as torna passíveis de responsabilização imediata sem notificação. A Corte determinou que tais empresas só poderão evitar a responsabilização se provarem ter removido o conteúdo com diligência e em prazo razoável.</p>



<p>A decisão também fixou que, em casos de falha sistêmica, isto é, quando a plataforma não adota eficazes padrões técnicos de moderação, a imunidade não se sustenta, e a responsabilização será automática.&nbsp;</p>



<p>Serviços como <strong>WhatsApp e e‑mail</strong> (comunicações privadas) continuam exigindo ordem judicial para responsabilização. <a href="https://dplnews.com/anatel-apreende-milhares-drones-nao-homologados-mercado-livre-amazon/"><strong>Marketplaces</strong></a> seguem sob o Código de Defesa do Consumidor</p>



<p>Além disso, tornou <strong>obrigatória a presença de sede ou representante legal das plataformas no Brasil</strong>, bem como a implementação de canais de denúncia acessíveis e a publicação de relatórios de transparência .</p>



<p>Os efeitos dessa tese têm alcance apenas sobre casos futuros, preservando processos já em curso ou com sentença transitada em julgado . A Justiça, portanto, já poderá aplicar esse critério nas ações que chegarem após 26 de junho de 2025.</p>



<p>Por fim, o STF estruturou um novo regime jurídico que concentra o dever de moderação nas mãos das plataformas e redefine a imunidade anterior do artigo 19, transformando-o em regra excepcional apenas para crimes contra a honra.&nbsp;</p>



<p>No mais, impõe um padrão ativo de análise, remoção e responsabilização, alinhado a modalidades internacionais como o modelo europeu e aprimorado com foco na proteção de direitos fundamentais.</p>
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		<title>Brasil &#124; Projeto obriga plataformas digitais a alertar sobre riscos de vício em conteúdo adulto</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-projeto-obriga-plataformas-digitais-a-alertar-sobre-riscos-de-vicio-em-conteudo-adulto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 15:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo adulto]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1205" height="732" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews realidad virtual contenido adultos mc250821" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821.png 1205w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-300x182.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-1024x622.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-768x467.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-696x423.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-1068x649.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-691x420.png 691w" sizes="auto, (max-width: 1205px) 100vw, 1205px" title="Brasil | Projeto obriga plataformas digitais a alertar sobre riscos de vício em conteúdo adulto 12"></div>Agência Câmara de NotíciasO Projeto de Lei 4540/24 obriga plataformas digitais e produtores de conteúdo a alertarem sobre os riscos de vício e os malefícios relacionados ao acesso compulsivo a conteúdos adultos, como pornografia.Mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1205" height="732" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews realidad virtual contenido adultos mc250821" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821.png 1205w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-300x182.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-1024x622.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-768x467.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-696x423.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-1068x649.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/08/dplnews_realidad-virtual-contenido-adultos_mc250821-691x420.png 691w" sizes="auto, (max-width: 1205px) 100vw, 1205px" title="Brasil | Projeto obriga plataformas digitais a alertar sobre riscos de vício em conteúdo adulto 13"></div>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1158834-projeto-obriga-plataformas-digitais-a-alertar-sobre-riscos-de-vicio-em-conteudo-adulto/" rel="nofollow noopener" target="_blank">Agência Câmara de Notícias</a><br>O Projeto de Lei 4540/24 obriga plataformas digitais e produtores de conteúdo a alertarem sobre os riscos de vício e os malefícios relacionados ao acesso compulsivo a conteúdos adultos, como pornografia.<br><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1158834-projeto-obriga-plataformas-digitais-a-alertar-sobre-riscos-de-vicio-em-conteudo-adulto/" rel="nofollow noopener" target="_blank">Mais&#8230;</a></p>
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		<item>
		<title>Anatel propõe ampliar competências para regular conteúdos online</title>
		<link>https://dplnews.com/anatel-propoe-ampliar-competencias-regular-conteudos-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 04:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo online]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="1063" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dpl Anatel ic28022019" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-300x199.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-768x510.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-1024x680.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-696x462.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-1068x710.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-632x420.jpg 632w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Anatel propõe ampliar competências para regular conteúdos online 14"></div>A Anatel intensificou sua atuação no campo das plataformas digitais em 2024, conforme divulgou a agência em seu Relatório Anual de Gestão. Além de defender publicamente um marco regulatório brasileiro para o setor, a agência participou da criação do Centro de Enfrentamento à Desinformação (Ciedde) ao lado do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), AGU (Advocacia-Geral da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="1063" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dpl Anatel ic28022019" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-300x199.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-768x510.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-1024x680.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-696x462.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-1068x710.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/02/dpl_Anatel_ic28022019-632x420.jpg 632w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Anatel propõe ampliar competências para regular conteúdos online 15"></div>
<p>A Anatel intensificou sua atuação no campo das plataformas digitais em 2024, conforme divulgou a agência em seu Relatório Anual de Gestão. Além de defender publicamente um marco regulatório brasileiro para o setor, a agência participou da criação do Centro de Enfrentamento à Desinformação (Ciedde) ao lado do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), <a href="https://dplnews.com/meta-explica-mudanca-em-checagem-de-fatos-ao-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AGU</a> (Advocacia-Geral da União) e Polícia Federal, ampliando sua presença institucional em temas tradicionalmente fora de sua competência regulatória direta.</p>



<p>A agenda foi acompanhada de estudos técnicos com a Universidade de Brasília (UnB) sobre poder de mercado de <em>gatekeepers</em> (empresas que controlam o acesso ao conteúdo digital) e a responsabilidade das plataformas no combate à desinformação. Visando amplificar o debate, a Anatel também promoveu o curso internacional &#8220;Desafios Contemporâneos do Ecossistema Digital&#8221;, voltado a reguladores de países lusófonos.</p>



<p>Em paralelo, o presidente da Anatel, <strong>Carlos Baigorri</strong>, passou a defender o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2475865" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Projeto de Lei 4691/2024</a>, de autoria dos deputados <strong>Silas Câmara</strong> (Republicanos-AM) e <strong>Dani Cunha</strong> (União-RJ), como alternativa viável ao chamado <a href="https://dplnews.com/camara-criara-novo-pl-das-fake-news-do-zero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL das Fake News</a>.&nbsp;</p>



<p>O PL atribui à Anatel a competência para regular a atividade econômica das plataformas digitais, <a href="https://dplnews.com/regulacao-de-redes-sociais-baigorri-pede-fim-do-anonimato-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prevê a proibição do anonimato</a> online e estabelece obrigações claras de responsabilização das empresas por <a href="https://dplnews.com/baigorri-defende-verificacao-cadastral-de-perfis-em-redes-sociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conteúdos publicados por usuários</a>.</p>



<p>A movimentação ocorre num contexto de ausência de um marco legal consolidado sobre redes sociais no Brasil, com o PL das Fake News ainda parado no Congresso. O avanço da Anatel tem respaldo parcial de atores do setor de telecom, mas também é acompanhado com atenção por organizações da sociedade civil que alertam para riscos de sobreposição institucional e dúvidas sobre os limites dessa atuação.</p>



<p>A pressão por regulamentação voltou ao debate nos últimos dias por parte da <a href="https://dplnews.com/hackeada-janja-pede-responsabilizacao-de-plataformas-digitais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primeira-dama Janja da Silva</a>, após a morte da menina Sarah Raíssa, de 8 anos, que inalou desodorante durante um desafio viral no <strong>TikTok</strong>.</p>



<p>Janja classificou o caso como uma tragédia causada pela falta de regulação e cobrou urgência do Congresso para aprovar medidas que protejam crianças e adolescentes no ambiente digital .</p>



<p>Durante visita oficial à China neste mês de maio, a primeira-dama também abordou o tema em um jantar com o presidente <strong>Xi Jinping</strong>, alertando para os riscos do TikTok no Brasil, especialmente para mulheres e crianças. A fala gerou rumores de desconforto diplomático, mas foi posteriormente respaldada pelo presidente <strong>Lula</strong>, que reforçou a necessidade de discutir a regulação das plataformas digitais.</p>
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		<title>O pagamento das big tech pelo tráfego que elas geram não viola a neutralidade, afirma jurista</title>
		<link>https://dplnews.com/o-pagamento-de-big-tech-pelo-trafego-que-elas-geram-nao-violaria-a-neutralidade-afirma-jurista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 12:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[fair share]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade de rede]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Campos]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1173" height="1040" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ricardo campos mf5525 e1746471250561" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561.webp 1173w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561-300x266.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561-1024x908.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561-768x681.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1173px) 100vw, 1173px" title="O pagamento das big tech pelo tráfego que elas geram não viola a neutralidade, afirma jurista 16"></div>Para o Dr. Ricardo Campos, professor da Goethe Universität Frankfurt e PhD em Direito na Alemanha, o pagamento grandes plataformas pelo uso intensivo da infraestrutura de telecomunicações não só é juridicamente possível, como necessário para corrigir assimetrias do ecossistema digital. Campos defende um modelo baseado em acordos privados entre operadoras e plataformas, com mecanismos transparentes e proporcionais.
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1173" height="1040" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ricardo campos mf5525 e1746471250561" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561.webp 1173w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561-300x266.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561-1024x908.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/05/dplnews-ricardo-campos_mf5525-e1746471250561-768x681.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1173px) 100vw, 1173px" title="O pagamento das big tech pelo tráfego que elas geram não viola a neutralidade, afirma jurista 17"></div>
<p><strong><em><a href="https://dplnews.com/un-pago-de-las-big-techs-por-el-trafico-que-generan-no-violaria-la-neutralidad-afirma-jurista/">Leer en español</a></em></strong><br><br>O pagamento por parte das big techs pelo tráfego de dados (pauta que agita discussões regulatórias no Brasil e no mundo) não viola a neutralidade de rede. Essa é a avaliação do <a href="https://dplnews.com/fair-share-sostenibilidad-innovacion-ecosistema-digital/">professor Ricardo Campos</a>, doutor em direito e pesquisador da Universidade Goethe de Frankfurt e autor do livro <em>A Nova Relação entre Infraestrutura e Serviços Digitais</em>. </p>



<p>Segundo o especialista, o princípio da neutralidade, que garante tratamento isonômico aos dados na internet, não deve ser invocado como barreira absoluta a novas formas de organização do ecossistema.</p>



<p>“Tudo no Direito tem que ser visto a partir da situação, da estrutura do mercado de forma concreta e não de forma abstrata, como um princípio quase sacrosanto”, afirma Campos. Ele defende que é preciso avaliar se uma medida específica de pagamento viola ou não a neutralidade, e não descartar o debate com base apenas em princípios abstratos.</p>



<p>Para o jurista, <strong>o centro da discussão está menos no </strong><strong><em>“se”</em></strong><strong> pode haver cobrança, e mais em </strong><strong><em>“como”</em></strong><strong> </strong>ela deve ser estruturada para garantir legitimidade, transparência e proporcionalidade.&nbsp;</p>



<p>Ele alerta que o modelo deve ser cuidadosamente desenhado para evitar abusos e preservar a liberdade na rede. “Tem que saber se aquela medida concreta diferencia velocidades a partir de conteúdo”, explicou, ao apontar o que caracterizaria de fato uma violação.</p>



<p>A proposta de que plataformas digitais devem arcar com parte dos custos da infraestrutura de telecomunicações, o chamado &#8220;<em>fair share”</em>, já está na mesa de reguladores de países como <strong>Alemanha</strong>, <strong>Coreia do Sul</strong> e membros da <strong>União Europeia</strong>.&nbsp;</p>



<p>No <strong>Brasil</strong>, o tema ganha força <a href="https://dplnews.com/operadoras-da-america-latina-se-unem-por-fair-share/">diante da pressão das operadoras</a>, que alegam um desequilíbrio entre os investimentos necessários para a implantação e atualização da infraestrutura de telecomunicações, o retorno desse investimento para as operadoras e a contribuição das grandes plataformas, que obtêm a maior parte do valor agregado no ecossistema digital.</p>



<p>A demanda por dados só cresce – e se concentra –, impulsionada justamente por serviços como <strong>streaming e redes sociais</strong>, o que exige uma expansão contínua da rede por parte das operadoras, segundo elas.</p>



<p>Neste sentido, Campos aponta que o modelo de financiamento atual da infraestrutura foi concebido em outra era e precisa ser repensado. “O nosso modelo atual de financiamento é um modelo <a href="https://dplnews.com/fair-share-anatel-definira-obrigacoes-das-otts-para-melhor-coordenacao-com-as-teles/">cujo custo recai apenas sobre as empresas de telecomunicações</a>”, disse, ao defender a atualização das responsabilidades financeiras diante de um atual ecossistema digital.&nbsp;</p>



<p>“Hoje a gente tem um diagnóstico de quais empresas, de fato, se valem da infraestrutura, só que a gente precisa que essas empresas contribuam.” Segundo ele, <strong>as plataformas digitais não podem mais ser vistas apenas como usuárias da rede</strong>: “A gente tem que parar de tratar elas como agentes econômicos tradicionais. Elas cumprem hoje uma função estrutural dentro do ecossistema da comunicação.”</p>



<p>Para o jurista, <strong>a regulação precisa reconhecer a mudança na própria definição de infraestrutura</strong>.&nbsp; “O que antes era típico das operadoras de telecomunicações hoje é também exercido por plataformas digitais, que centralizam distribuição de conteúdo, publicidade e atenção”, afirmou. “<strong>Precisamos de regulação proporcional, sensível às diferenças de poder e impacto</strong>”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Falando sobre o “como”</h3>



<p>Campos discorda da ideia de estabelecer tarifas rígidas ou tabeladas. Ele defende um <strong>modelo baseado em acordos privados</strong> entre operadoras e plataformas, com mecanismos transparentes e proporcionais.&nbsp;</p>



<p><em>“Eu me afastaria do estabelecimento de tarifas rígidas e claras. A minha posição é a de que temos que criar mecanismos para fomentar acordos entre as empresas que hoje cumprem a função de financiamento da infraestrutura física [&#8230;] com os aplicativos de internet que têm uma expressão muito exuberante.”</em></p>



<p>Na Europa, onde o debate regulatório está mais avançado, a Comissão Europeia estuda desde 2012 modelos de remuneração justa da infraestrutura digital. Embora ainda não tenha adotado uma proposta formal, o órgão reconhece a pressão sobre o setor de telecomunicações e discute alternativas que não comprometam a neutralidade da rede ou a inovação.</p>



<p>Para Campos, <strong>o Brasil </strong><a href="https://dplnews.com/baigorri-propoe-fair-share-unificado-na-america-latina/"><strong>pode desenvolver uma solução própria</strong></a>, sem descolar do debate internacional. “O Brasil tem uma dimensão continental. Os custos de infraestrutura física são diferentes de quase todos os países do globo”, disse. Ele acredita que o país pode se beneficiar ao adaptar modelos estrangeiros às suas especificidades.</p>



<p>Por fim, o pesquisador considera que o futuro da internet como infraestrutura democrática depende da capacidade de atualizar a regulação, envolvendo todos os atores do ecossistema.</p>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“É importante sempre ter como horizonte regulatório o fomento à inovação, à entrada de novos players, novas empresas. Regular não significa apenas restringir, limitar, obrigar, mas manter caminhos abertos para novas ideias e novos modelos de negócios.”</em></p>
</blockquote>
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		<title>ALAI refuta Ministério da Fazenda sobre regulação de serviços digitais</title>
		<link>https://dplnews.com/alai-refuta-fazenda-sobre-regulacao-servicos-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[ALAI]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[regulação de redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="800" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews plataformas digitais digitales mf22724" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="ALAI refuta Ministério da Fazenda sobre regulação de serviços digitais 18"></div>A ALAI solicitou análise técnica destacando pontos críticos e riscos aos efeitos econômicos da proposta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="800" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews plataformas digitais digitales mf22724" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-plataformas-digitais-digitales_mf22724-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="ALAI refuta Ministério da Fazenda sobre regulação de serviços digitais 19"></div>
<p>A Associação Latino-Americana de Internet (<strong>ALAI</strong>) divulgou análise técnica que questiona a necessidade de uma regulação econômica específica para serviços digitais, já que, segundo a conclusão, <a href="https://dplnews.com/nao-ha-nenhum-gargalo-que-justifique-o-fair-share-diz-representante-do-ministerio-da-fazenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não há uma falha de mercado</a> comprovada que justifique essa intervenção. A Associação defende que mais debates sejam feitos antes da implementação de qualquer proposta regulatória.</p>



<p>A análise foi elaborada pelo professor Carlos Ragazzo, da FGV Direito do Rio de Janeiro, sobre as propostas de regulação econômica para o mercado brasileiro apresentadas pelo Ministério da Fazenda em outubro de 2024.</p>



<p>Dessa forma, Ragazzo sugere que a regulação deve incluir identificação de falhas no mercado e uma análise rigorosa dos custos-benefícios para garantir a proporcionalidade das imposições, além de criticar a consideração de <a href="https://dplnews.com/regulacao-de-plataformas-digitais-o-que-o-brasil-pode-aprender-da-lei-europeia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modelos estrangeiros</a> no contexto latino e <a href="https://dplnews.com/brasil-pode-encontrar-abordagem-propria-na-regulacao-da-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">especificamente brasileiro</a>, citando por exemplo o <strong>Digital Markets Act (DMA)</strong> da União Europeia e o <strong>Digital Markets</strong>, Competition and Consumer’s Act (DMCC) do Reino Unido, que ainda estão sendo ajustados.</p>



<p>O professor reforça que regulamentações excessivas podem elevar significativamente os <strong>custos operacionais</strong> para as empresas de tecnologia, especialmente para startups e empresas menores que dependem de plataformas digitais para expandir seus serviços.</p>



<p>Para ele, a imposição de requisitos diferentes para “empresas sistemicamente relevantes” pode criar um ambiente onde startups e pequenas empresas não conseguem competir em pé de igualdade com grandes plataformas, uma vez que as obrigações podem ser desproporcionais às suas capacidades operacionais.</p>



<p>“Por isso, a manutenção do <em>consumer welfare standard</em> é relevante. Ele deve ser visto como um mecanismo que força empresas a inovarem em benefício do consumidor, sendo o critério a ser utilizado na avaliação das condutas sobre a concorrência e bem-estar dos consumidores”, assinala.</p>



<p>Nesta seara entra o aprimoramento do poder do <strong>CADE</strong> (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para evitar o aumento de disputas jurídicas, adicionado a riscos de incerteza e instabilidade que podem afastar investidores e dificultar a operação empresarial no Brasil.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Lula, Fazenda, STF e Congresso falam em regular big techs</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-governo-e-stf-falam-em-regular-big-techs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 21:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Big Tech]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Civil da Internet]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
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		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1792" height="1024" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews brasil big techs mf7225" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225.webp 1792w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-300x171.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-1024x585.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-768x439.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-1536x878.webp 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-750x430.webp 750w" sizes="auto, (max-width: 1792px) 100vw, 1792px" title="Lula, Fazenda, STF e Congresso falam em regular big techs 20"></div>A regulação das big techs no Brasil provavelmente seguirá sendo uma promessa distante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1792" height="1024" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews brasil big techs mf7225" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225.webp 1792w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-300x171.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-1024x585.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-768x439.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-1536x878.webp 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/02/dplnews-brasil-big-techs_mf7225-750x430.webp 750w" sizes="auto, (max-width: 1792px) 100vw, 1792px" title="Lula, Fazenda, STF e Congresso falam em regular big techs 21"></div>
<p>Esta semana, o Ministério da Fazenda anunciou um grupo de trabalho para estudar uma <strong>regulação econômica e concorrencial das big techs</strong>, uma vez que até o momento uma regulação sobre o exercício das redes em si, não tem se viabilizado. <a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=6&amp;v=kIXSgmHNHoI&amp;embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fwww.mobiletime.com.br%2F&amp;source_ve_path=MzY4NDIsMjM4NTE" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Lula voltou a defender a pauta</a> nesta quinta (6) em entrevistas a emissoras de rádio, enquanto o <a href="https://dplnews.com/stf-adia-decisao-sobre-artigo-19-do-marco-civil-da-internet-para-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF avalia a responsabilização</a> por publicação nessas redes, no âmbito do <strong>Marco Civil da Internet</strong>. No Congresso, volta e outra parlamentares propõem um novo projeto de combate às fake news ou qualquer outra coisa que imponha limites às plataformas digitais. Mas nada avança, e uma das razões é o lobby que elas realizam.</p>



<p>&#8220;Lobby esse que conseguiu engavetar o PL das Fake News (<a href="https://dplnews.com/pl-2630-mais-incertezas-do-que-certezas/">Projeto de Lei 26</a><a href="https://dplnews.com/pl-2630-mais-incertezas-do-que-certezas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">3</a><a href="https://dplnews.com/pl-2630-mais-incertezas-do-que-certezas/">0/2020</a>)&#8221;, afirmou à <em>DPL News</em> Flávia Lefèvre, advogada e chefe do Conselho do CGI.br. Desmontado em 2024 pelo então presidente da Câmara dos Deputados, <strong>Arthur Lira</strong>, o projeto passará por uma reformulação do zero por meio de um grupo de trabalho que até então não apresentou alternativa. A justificativa era que, por estar sob relatoria de <strong>Orlando Silva</strong> (PCdoB-SP), não contaria com votos suficientes da oposição para ser aprovado, mas a situação é outra, como já apontado por diversos analistas até hoje.</p>



<p>A falta de consenso político e a influência de lobbies poderosos têm dificultado a aprovação de legislações eficazes. O colunista Tales Faria, ao <em>Uol</em>, observou que o único caminho viável para uma regulação é pelo Legislativo. &#8220;O problema é que o Legislativo paralisou o projeto de regulamentação das redes sociais, que estava em tramitação. Era um bom projeto, mas os deputados não querem. <strong>Há um lobby muito grande do pessoal das redes sociais</strong>, e esse lobby já conquistou boa parte dos deputados&#8221;, declarou. Ele também afirmou que o tema não deve avançar no congresso enquanto a base do centrão tiver a força que tem.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Relacionado: </strong><a href="https://dplnews.com/esta-posto-diz-baigorri-sobre-pl-regulacao-big-techs/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>“Está posto”, diz Baigorri sobre PL de regulação das big techs</strong></a></p>



<p>O <strong>Google</strong>, por exemplo, à época da proposta PL das Fake News em 2020 e apoiado pelo ex-presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong>, publicou anúncios em jornais de grande circulação no Brasil, alertando sobre os potenciais impactos negativos da lei, como a disseminação de desinformação. Além disso, a empresa enviou e-mails a pequenos empresários, destacando os desafios que a regulamentação poderia impor aos negócios online.</p>



<p>O <strong>Facebook</strong> também <a href="https://dplnews.com/plataformas-digitais-se-abstem-de-responsabilidade-nas-propagandas-eleitorais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">se posicionou contra</a> o projeto, veiculando anúncios que sugeriam que a regulamentação poderia afetar negativamente os usuários e os pequenos negócios. Essas ações refletem uma estratégia coordenada das big techs para influenciar a legislação brasileira em favor de seus interesses corporativos.</p>



<p>Enquanto isso, a <a href="https://dplnews.com/agu-72-horas-meta-explicar-mudancas-moderacao-conteudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta e as demais plataformas digitais vão se autogerindo em desfavor das práticas democráticas</a> e ignorando as autoridades dos países, ao passo que alguns parlamentares do chamado &#8220;baixo clero&#8221; mais movidos pela vontade de se colocar nos holofotes do que pela causa em si, seguem propondo mais do mesmo em projetos de lei repaginados. O mais recente, o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2465562" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">PL 4144/24</a>, proposto pelo deputado <strong>Pedro Uczai</strong> (PT-SC), também prevê o combate às fake news, mas com um foco em campanhas de conscientização.</p>



<p>A verdade é que, enquanto o lobby continuar forte, a regulação das redes sociais no Brasil provavelmente seguirá sendo uma promessa distante.</p>
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