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	<title>Lei do SeAC &#8211; DPL News</title>
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	<title>Lei do SeAC &#8211; DPL News</title>
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		<title>Brasil &#124; SeAC: Cota para produção nacional pode ser prorrogada por cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 13:58:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="780" height="413" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews produccion audiovisual mc270522" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522.webp 780w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522-300x159.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522-768x407.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522-696x369.webp 696w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" title="Brasil | SeAC: Cota para produção nacional pode ser prorrogada por cinco anos 1"></div>Tele.síntese O grupo técnico de Comunicações da transição para o novo governo sugeriu que as cotas da produção nacional previstas na Lei do SeAC sejam prorrogadas por mais cinco anos. Conforme legislação atual, as reservas valem até o final de 2023. A proposta consta no relatório final entregue ao ministro das Comunicações em dezembro. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="780" height="413" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews produccion audiovisual mc270522" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522.webp 780w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522-300x159.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522-768x407.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_produccion-audiovisual_mc270522-696x369.webp 696w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" title="Brasil | SeAC: Cota para produção nacional pode ser prorrogada por cinco anos 2"></div>
<p>Tele.síntese</p>



<p>O grupo técnico de Comunicações da transição para o novo governo sugeriu que as cotas da produção nacional previstas na Lei do SeAC sejam prorrogadas por mais cinco anos. Conforme legislação atual, as reservas valem até o final de 2023.</p>



<p>A proposta consta no relatório final entregue ao ministro das Comunicações em dezembro. O documento também faz recomendações para a <a href="https://dplnews.com/cabera-ao-estado-articular-a-transicao-digital-defende-lula/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pasta que trata de serviços digitais, que acabou ficando com a Secretaria de Comunicação Social</a>.</p>



<p>A proposta do GT não especifica alterações nas proporções de conteúdo universal e cotista, indicando apenas a ampliação da vigência e do debate sobre o alcance da reserva a novos serviços, como streaming.</p>



<p>Leia mais: <a href="https://www.telesintese.com.br/seac-cota-para-producao-nacional-pode-ser-prorrogada-por-cinco-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.telesintese.com.br/seac-cota-para-producao-nacional-pode-ser-prorrogada-por-cinco-anos/</a></p>
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		<title>Brasil &#124; Revisão do marco legal do SeAC é necessária, mas pode ser &#8216;caixa de Pandora&#8217;</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-revisao-do-marco-legal-do-seac-e-necessaria-mas-pode-ser-caixa-de-pandora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 13:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEDIOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="television streaming" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-768x432.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-696x392.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-1068x601.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-747x420.jpg 747w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="Brasil | Revisão do marco legal do SeAC é necessária, mas pode ser &#039;caixa de Pandora&#039; 3"></div>Teletime &#8211; Fernando Lauterjung Ou se resolve a assimetria regulatória e tributária entre a TV por assinatura, regulada pela Lei do SeAC, e o streaming, ou haverá uma migração natural e rápida do SeAC para o streaming. Foi o que disse o vice-presidente de assuntos regulatórios da Claro, Oscar Petersen, durante o Pay-TV Forum 2022, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="television streaming" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-768x432.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-696x392.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-1068x601.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/01/television-streaming-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="Brasil | Revisão do marco legal do SeAC é necessária, mas pode ser &#039;caixa de Pandora&#039; 4"></div>
<p>Teletime &#8211; Fernando Lauterjung</p>



<p>Ou se resolve a <a href="https://dplnews.com/anatel-quer-disponibilizar-mais-espectro-para-beneficiar-o-consumidor-final-carlos-baigorri/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assimetria regulatória e tributária entre a TV por assinatura, regulada pela Lei do SeAC, e o streaming</a>, ou haverá uma migração natural e rápida do SeAC para o streaming. Foi o que disse o vice-presidente de assuntos regulatórios da Claro, Oscar Petersen, durante o Pay-TV Forum 2022, encerrado nesta última quinta-feira, 4.</p>



<p>&#8220;Estamos entrando numa área fora da nossa rede e da nossa cobertura com uma bela aceitação. Este é o caminho que a indústria encontrou, por que o SeAC tem muitas âncoras segurando a indústria. Entre elas, a diferença tributária entre SVA e telecomunicação. Consigo ter o mesmo serviço com tributações muito diferentes&#8221;, disse o executivo sobre as ofertas de serviços de TV por assinatura virtual por parte das operadoras tradicionais.</p>



<p>Enquanto o serviço tradicional de TV paga tem obrigações em relação a qualidade, atendimento, carregamento de canais e de conteúdos, o streaming segue desregulado e com uma carga tributária menor.</p>



<p>Mais informações: <a href="https://teletime.com.br/05/08/2022/revisao-do-marco-legal-do-seac-e-necessaria-mas-pode-ser-caixa-de-pandora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://teletime.com.br/05/08/2022/revisao-do-marco-legal-do-seac-e-necessaria-mas-pode-ser-caixa-de-pandora/</a></p>
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		<item>
		<title>Anatel quer disponibilizar mais espectro para beneficiar o consumidor final: Carlos Baigorri</title>
		<link>https://dplnews.com/anatel-quer-disponibilizar-mais-espectro-para-beneficiar-o-consumidor-final-carlos-baigorri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 17:50:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="425" height="288" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_carlos-baigorri-anatel_mc200522.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews carlos baigorri anatel mc200522" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_carlos-baigorri-anatel_mc200522.jpeg 425w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_carlos-baigorri-anatel_mc200522-300x203.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px" title="Anatel quer disponibilizar mais espectro para beneficiar o consumidor final: Carlos Baigorri 5"></div>Leer en español O novo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Manoel Baigorri, assumiu o cargo em um momento decisivo para o Brasil: de rápidos avanços tecnológicos, de implementação do 5G e de massificação do acesso à Internet, para nomear alguns dos processos. A DPL News conversou com Baigorri para entender como a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="425" height="288" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_carlos-baigorri-anatel_mc200522.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews carlos baigorri anatel mc200522" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_carlos-baigorri-anatel_mc200522.jpeg 425w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/05/dplnews_carlos-baigorri-anatel_mc200522-300x203.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px" title="Anatel quer disponibilizar mais espectro para beneficiar o consumidor final: Carlos Baigorri 6"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/brasil-anatel-quiere-poner-mas-espectro-a-disposicion-para-beneficiar-al-consumidor-final-carlos-baigorri/">Leer en español</a></strong></p>



<p>O <a href="https://dplnews.com/carlos-baigorri-e-artur-coimbra-tomam-posse-de-novos-cargos-na-anatel/">novo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Manoel Baigorri</a>, assumiu o cargo em um momento decisivo para o Brasil: de rápidos avanços tecnológicos, de implementação do 5G e de massificação do acesso à Internet, para nomear alguns dos processos.</p>



<p>A <strong>DPL News</strong> conversou com Baigorri para entender como a Agência vê os desafios gerados por essas transformações, como o <strong>atraso do 5G no Brasil devido à limpeza da faixa de 3,5 GHz, as desistências da faixa de 26 GHz e o desenvolvimento do ecossistema do Wi-Fi 6</strong>.</p>



<p>Para Baigorri, as desistências na faixa de 26 GHz fazem parte do jogo e refletem as incertezas sobre os modelos de negócios nesta frequência. O objetivo da Anatel, ao colocar a faixa disponível, era permitir que as empresas testassem as possibilidades. “A primeira [desistência] foi a Fly Link, que desistiu antes de assinar o contrato”, comentou. “Já a Neko chegou a assinar a outorga e desistiu. O edital prevê multas e outros tipos de sanções que serão executadas com todo o rigor”.</p>



<p>O presidente da Anatel também falou sobre a <strong>disponibilização de novas frequências para o 5G</strong>, o modelo de redes neutras, as assimetrias regulatórias entre empresas de telecomunicações e over-the-tops (OTTs), a renovação de licenças de uso de espectro para as operadoras e a Lei do SeAC. Leia a entrevista completa:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: A Anatel enfrenta novos desafios com a implementação do 5G. Quais você diria que demandam maior atenção da Agência neste momento?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri:</strong> Penso que os dois maiores desafios do 5G neste momento estão associados aos grupos de acompanhamento que foram instaurados a partir do Edital. O primeiro é o <strong>Gaispi</strong> (Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz), que é coordenado pelo conselheiro Moisés Moreira, e <strong>tem a responsabilidade de fazer a limpeza da faixa de 3,5 GHz e a execução dos projetos do Norte Conectado</strong>, que vai levar conectividade numa rede de fibra óptica subfluvial na região Amazônica, bem como a <strong>construção de uma rede de comunicação segura para o governo federal</strong>.</p>



<p>É um grande projeto e dou <strong>destaque para a questão da limpeza da faixa de 3,5 GHz</strong>, porque enquanto a gente não fizer a limpeza dessa faixa, o 5G nessa faixa – que é a principal do 5G – não poderá ser ativado no Brasil.</p>



<p>Na semana passada, o <a href="https://dplnews.com/gaispi-propoe-adiar-ativacao-do-5g-no-35-ghz/"><strong>Gaispi decidiu prorrogar por 60 dias o prazo da limpeza da faixa</strong></a> em razão dos desafios encontrados na condução desse trabalho. Eu acho que esse é o primeiro desafio: limpar a faixa dos 3,5 GHz para que o 5G entre em operação.</p>



<p>O segundo desafio é coordenado pelo conselheiro Vicente Aquino, no âmbito do Gape, que é <strong>levar conectividade para as escolas públicas do Brasil</strong> com os recursos de aproximadamente R$ 3 bilhões que foram levantados durante o leilão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: O que significa o prazo adicional de 60 dias solicitado pelo Gaispi? O 5G vai ser necessariamente adiado nesta faixa?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri:</strong> Sim, vai ser adiado porque o edital previa que a limpeza aconteceria até 30 de junho deste ano e as empresas teriam um mês, até o dia 30 de julho para ativar o 5G nas capitais. Agora o prazo de limpeza é 30 de agosto. Uma vez limpa a faixa, as empresas têm 30 dias para colocar em operação. Ou seja, <strong>a meta das operadoras será dia 30 de setembro</strong>.</p>



<p>Houve um atraso de 60 dias na implantação do 5G no Brasil em razão do desafio que é fazer a limpeza dessa faixa. E estamos falando das estações profissionais que usam a faixa 3,5 GHz, <strong>existem diversos sistemas profissionais que precisam ser adequados com a instalação de filtros e adaptação de sistemas para que eles não sejam interferidos pelo 5G</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: A Neko apresentou um pedido de renúncia na semana passada, o tema ainda vai passar pelo Conselho Diretor. Por que a faixa de 26 GHz despertou menos interesse no leilão e teve duas desistências? O FWA é um modelo viável no Brasil?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>A faixa de 26 GHz ainda traz muitos desafios para as operadoras. É uma <strong>faixa que ainda tem um ecossistema consideravelmente limitado</strong>, o principal caso de uso é o FWA e ainda não existe uma escala muito grande dos CPEs, que são caros. Entendo que as empresas estão ainda testando os seus modelos e, como é uma faixa exploratória, praticamente não tem obrigações.</p>



<p>Lembro que o ministro Raimundo Carreiro, que foi relator [do edital do 5G] no Tribunal de Contas da União (TCU), perguntou o que as empresas vão fazer com essa faixa. A gente disse que tem alguns casos de uso, mas a questão é que <strong>a faixa de 26 GHz na mão do Estado não tem valor nenhum, por isso colocamos para o mercado</strong>. Agora nós temos as expectativas de ver o que o mercado vai fazer. Recentemente, a <a href="https://dplnews.com/tim-alcanca-recorde-de-velocidade-em-teste-5g-sa-no-brasil/">TIM anunciou ter alcançado a velocidade de 5 Gbps usando o 26 GHz</a>. Eu acho que existe potencial, mas ainda precisa ter um caso de uso bem desenhado.&nbsp;</p>



<p>E <strong>sobre as desistências, é do jogo</strong>. As empresas entraram no leilão, compraram e desistiram. A primeira foi a Fly Link, que desistiu antes de assinar o contrato. É uma desistência que não gera muitos efeitos. Já a <a href="https://dplnews.com/neko-apresenta-renuncia-a-licenca-5g/">Neko chegou a assinar a outorga e desistiu</a>. <strong>O edital prevê multas e outros tipos de sanções que serão executadas com todo o rigor com a Neko.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: A Anatel destinou uma grande quantidade de espectro para o leilão do 5G, o que foi elogiado pelo setor de telecomunicações, e agora a Agência está estudando destinar as faixas de 4,8 GHz e 28 GHz para o 5G também. Quais seriam as vantagens? Seria necessário outra licitação?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>Sim. Nós fazemos um trabalho contínuo, não só no âmbito da Anatel, mas no âmbito da região das Américas por meio da Citel e no âmbito internacional por meio da UIT. Nossos especialistas, especialistas do mundo inteiro e a indústria estão sempre discutindo outras faixas que podem ser identificadas e destinadas para o 5G e para outros serviços.</p>



<p>É um trabalho que continua acontecendo e, quando novas faixas forem destinadas para o 5G ou para qualquer outro serviço, a forma como o Estado brasileiro disponibiliza essas radiofrequências para o mercado é por meio de licitação pública. Então, <strong>quando a gente colocar a faixa de 4,8 GHz, 10,5 GHz ou de 28 GHz para o mercado, vamos fazer uma licitação basicamente no mesmo modelo do leilão que fizemos recentemente</strong>.</p>



<pre class="wp-block-verse"><strong>Relacionado: </strong><a href="https://dplnews.com/brasil-busca-asignar-mas-espectro-para-5g/"><strong>Brasil busca asignar más espectro para 5G</strong></a></pre>



<p><strong>A gente está estudando as faixas de 10,5 GHz e os lotes que não foram licitados na faixa de 26 GHz</strong>, em geral, destinar mais espectro para serviços massivos como o 5G é bom no sentido que tem um benefício, reduz o custo das empresas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Se colocamos mais espectro disponível, elas conseguem, muitas vezes, reduzir o custo de prestação de serviço, o que no ambiente competitivo vai ser refletido em preços melhores para o consumidor.</p>
</blockquote>



<p>O mercado de telecomunicações sempre precisa de mais espectro e esse é o nosso desafio junto com o setor e com outros países: identificar esses espectros que hoje não estão destinados ao 5G e que podem ser destinados não só para o 5G, mas para o 6G e para outras tecnologias.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: Já tem mais de um ano que a Anatel atribuiu a faixa de 6 GHz para o uso não licenciado. Como o ecossistema está evoluindo?&nbsp;</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>Já há <strong>alguns equipamentos homologados na faixa de 6 GHz para o WiFi 6E</strong>, mas ainda não temos um ecossistema em termos de uso massivo pelas empresas e pelos usuários. Nós temos a expectativa de que isso aconteça. Sabemos que uma decisão desse tamanho não vai surtir efeitos imediatos, mas nós estamos plenamente confiantes da nossa decisão.</p>



<p>Foi uma decisão tomada justamente em conjunto com o edital do 5G. O entendimento do Conselho Diretor, com o edital do 5G, foi que a gente permitiria que empresas novas, regionais e grandes, oferecessem serviços de altíssima velocidade, com baixíssima latência. Mas nós <strong>temos mais de 10.000 provedores de banda larga no Brasil que certamente não vão ter acesso ao 5G</strong> e, para que eles possam oferecer um serviço parecido com o 5G dentro da residência das pessoas, é por meio do WiFi.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Por isso, de uma forma equilibrada, demos bastante espectro para o 5G e demos também bastante espectro para o uso não licenciado, que poderá ser utilizado para o WiFi, para que esses ISPs que não compraram faixa de 5G possam oferecer para os seus consumidores uma experiência de uso muito parecida com o 5G.</p>
</blockquote>



<pre class="wp-block-verse"><strong>Leia também: </strong><a href="https://dplnews.com/anatel-descarta-revisar-destino-da-faixa-de-6-ghz/"><strong>Anatel descarta revisar destino da faixa de 6 GHz</strong></a></pre>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: O modelo de redes neutras está se aquecendo no Brasil e alguns atores pedem a regulação delas. Qual é o papel da Anatel neste tema?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>Elas vão ser reguladas porque são empresas que prestam serviços de telecomunicações. <strong>Entendo que muitos estão pedindo uma regulação econômica baseada na promoção da concorrência</strong>. Hoje, nós temos um arcabouço regulatório cujo principal instrumento é o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), que segue muito o modelo europeu de análise de mercados relevantes, identificação de prestadores com poder de mercado significativo e endereçamento de assimetrias regulatórias para essas empresas com poder de mercado significativo. Precisamos ver os estudos que estão acontecendo na área técnica sobre o PGMC, mas eu gostaria de destacar que o objetivo do PGMC é evitar que aconteçam abusos de poder no mercado em uma estrutura verticalizada.</p>



<p>Em uma estrutura verticalizada, uma empresa, por exemplo, que é operadora celular e também é dona das torres, poderia dizer “olha, eu sou dona das torres e eu não quero compartilhar minha infraestrutura com meu concorrente”. Era um jeito de proteger o mercado, impedindo o acesso de novos competidores.&nbsp;</p>



<p>O PGMC e a nossa regulação econômica e pró-concorrencial tentam endereçar esse tipo de conduta. Só que esse problema existe quando tem verticalização – uma empresa que atua no atacado e no varejo.</p>



<p><strong>Com as redes neutras, o modelo que está se apresentando é com empresas que atuam exclusivamente no atacado</strong>. Se elas de fato atuarem exclusivamente no atacado, a gente tem a desverticalização.</p>



<p>Entendo que, em havendo a <strong>desverticalização do mercado da banda larga com a criação das redes neutras, o potencial de risco de abuso de poder de mercado reduz-se significativamente</strong>, o que tira a razão de se regulamentar com base nessas premissas de abuso de poder dominante.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: Uma demanda do setor é a simetria regulatória entre as OTTs e as teles. Faz parte do plano da Agência garantir essa simetria? Como a Anatel pretende fazer isso?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>Sim, faz parte do plano da Anatel garantir um ambiente de mais justa concorrência entre os serviços regulados, de telecomunicações, e os serviços não regulados, over-the-top.&nbsp;</p>



<p>Como garantir essa simetria? </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Nós não temos competência legal para regulamentar essas plataformas e empresas da Internet. Diante disso, a única saída que nós temos é desregulamentar as empresas de telecomunicações. </p>
</blockquote>



<p>Porque, se tem duas empresas disputando o mesmo mercado com regras muito diferentes, o Estado está definindo quem ganha e quem perde essa disputa por meio das regras. E não é nosso papel interferir no domínio econômico a ponto de escolhermos quem ganha e quem perde, nosso papel é garantir um ambiente de justa concorrência. Aquele que prestar o serviço de melhor qualidade, que for mais inovador e mais eficiente de custos, ganha o mercado.&nbsp;</p>



<p>A forma que nós temos para garantir essa justa concorrência, pela impossibilidade de colocar regras nos operadores da Internet, é retirar regras dos operadores de telecomunicações. Dentro dessa agenda, nós temos a <strong>guilhotina regulatória</strong>, que é o nosso grande projeto para reduzir a carga regulatória e tentar reduzir a assimetria entre empresas de telecomunicações e as empresas não reguladas, do mundo da Internet.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: Algumas operadoras </strong><a href="https://dplnews.com/anatel-renova-frequencias-da-vivo-em-800-mhz-ate-2028/"><strong>renovaram</strong></a><strong> e têm que renovar as licenças de espectro, mas a questão da renovação sucessiva não ficou clara porque o TCU está analisando o tema. Como você vê o processo?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>Nós vemos esse processo com muita tranquilidade. Foi aprovada a Lei 13.879/2019 e foi publicado um decreto. <strong>O conjunto da lei e do decreto nos dão muita segurança quanto à possibilidade de renovação das faixas de radiofrequência, inclusive aquelas que já estavam outorgadas quando da aprovação da lei</strong>. Com base na lei e no decreto, que nós presumimos que são constitucionais, nós tomamos a decisão.&nbsp;</p>



<p>Agora o processo está se discutindo no TCU, mas <strong>até o momento não houve nenhuma decisão por parte do Tribunal, nem por parte do ministro relator Augusto Nardes</strong>, no sentido de voltar atrás ou de suspender a decisão. Enquanto não houver nenhuma manifestação nesse sentido por parte do tribunal, nós seguimos com a nossa decisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DPL News: Gostaria de um comentário sobre a Lei do SeAC, que ainda está em revisão. Qual é o ponto mais importante da revisão? Qual problema da Lei a Anatel quer resolver nesse processo?</strong></h4>



<p><strong>Carlos Baigorri: </strong>Essa discussão da necessidade de revisão da Lei do SeAC surgiu no Congresso Nacional e na opinião pública quando estava acontecendo a operação da AT&amp;T com a Warner. O caso chegou aqui no Brasil e muitos diziam que não poderia ser aprovado em razão dessa lei, que para a operação ser aprovada, a lei precisaria ser mudada. Mas a Anatel, o Cade e todos os órgãos da administração pública brasileira envolvidos já aprovaram a operação, a operação já foi concretizada com a lei do jeito que está. Então, particularmente, não estou inteirado dos temas necessários de alteração da Lei do SeAC.&nbsp;</p>



<p>O fato é que a Lei do SeAC foi construída num contexto e esse contexto mudou significativamente desde 2012. Uma lei que trata da estrutura de um mercado exposto à tecnologia sempre corre o risco de ficar obsoleto em pouco tempo, mas, nesse momento, <strong>eu não vejo na Anatel nenhuma situação que demande urgentemente a necessidade de alteração da Lei do SeAC</strong>. Agora, o Congresso Nacional é soberano, a hora que ele quiser entender necessário alterar a lei, a Anatel está pronta para cumprir a lei.&nbsp;</p>



<p>A Anatel também participou do Grupo de Trabalho do Ministério das Comunicações. Entendo que o relatório do GT reflete muito bem a percepção que se tem do mercado hoje, mas nada mais do que isso. Hoje, não temos nenhum problema concreto que demande a alteração da lei.</p>
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		<title>Brasil &#124; ANCINE revisa regulamentação da Lei do SeAC</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-ancine-revisa-regulamentacao-da-lei-do-seac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 16:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEDIOS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do SeAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1708" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-scaled.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tv paga control mc70721 scaled" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-scaled.jpeg 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-768x513.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1536x1025.jpeg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-2048x1367.jpeg 2048w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-696x464.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1068x713.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-629x420.jpeg 629w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1920x1281.jpeg 1920w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Brasil | ANCINE revisa regulamentação da Lei do SeAC 7"></div>Ancine A Diretoria Colegiada da ANCINE aprovou nesta terça-feira, 12 de abril, a modificação de dispositivos da Instrução Normativa nº 100/2012, como parte do processo de avaliação e revisão do estoque regulatório da TV Paga. Motivada pela necessidade de desburocratização e economicidade, e pelas alterações na dinâmica da atividade audiovisual dos últimos anos, a ANCINE [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1708" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-scaled.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tv paga control mc70721 scaled" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-scaled.jpeg 2560w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-768x513.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1536x1025.jpeg 1536w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-2048x1367.jpeg 2048w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-696x464.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1068x713.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-629x420.jpeg 629w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_tv-paga-control_mc70721-1920x1281.jpeg 1920w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" title="Brasil | ANCINE revisa regulamentação da Lei do SeAC 8"></div>
<p>Ancine</p>



<p>A Diretoria Colegiada da ANCINE aprovou nesta terça-feira, 12 de abril, a modificação de dispositivos da Instrução Normativa nº 100/2012, como parte do processo de avaliação e revisão do estoque regulatório da TV Paga.</p>



<p>Motivada pela necessidade de desburocratização e economicidade, e pelas alterações na dinâmica da atividade audiovisual dos últimos anos, a ANCINE vem realizando, desde 2019, um trabalho contínuo de modernização e aperfeiçoamento do estoque regulatório do SeAC, com ênfase na IN nº 100/2012, principal regulamento do marco setorial, a Lei nº 12.485/2011.</p>



<p>A revisão é mais um passo do processo que levou à elaboração da Análise de Impacto Regulatório nº 01-E/2019 e à publicação da Instrução Normativa nº 153/2020. Dando continuidade ao processo de revisão, a Secretaria de Políticas Regulatórias elaborou uma Nota Técnica que complementa o escopo da AIR, fundamentando a proposta de modificação.</p>



<p>A minuta de revisão da IN nº 100/2012 esteve em Consulta Pública e visa a redução de exigências, obrigações, restrições, requerimentos ou especificações, com a meta de diminuir os custos regulatórios tanto para os agentes de mercado quanto para a Administração.</p>



<p>Dentre as principais alterações estão: as mudanças nas regras de envio de relatórios de programação, o que deve gerar uma redução de mais de 60% dos documentos enviados para a Agência; a possibilidade de compensação das cotas semanais de programação, mediante critérios que garantem a ampliação da participação de obras brasileiras; e a alteração da periodicidade do envio de informações sobre assinantes, de semestral para anual.</p>



<p>O Colegiado destacou a prioridade da Avaliação de Resultado Regulatório (ARR) da legislação do SeAC, incluída no escopo da Agenda Regulatória 2021-2022.</p>



<p>A Diretoria Colegiada deliberou, ainda, pela reavaliação da metodologia e dos critérios de dosimetria para fixação das sanções pecuniárias e restritivas de direito aplicadas pelo descumprimento da legislação vigente.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>GT do SeAC: Must-carry é vantajoso e simplificação tributária evita insegurança jurídica</title>
		<link>https://dplnews.com/gt-do-seac-must-carry-e-vantajoso-e-simplificacao-tributaria-evita-inseguranca-juridica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 21:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[GT-SeAC]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do SeAC]]></category>
		<category><![CDATA[MCom]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Comunicações]]></category>
		<category><![CDATA[must carry]]></category>
		<category><![CDATA[must-carry]]></category>
		<category><![CDATA[SeAC]]></category>
		<category><![CDATA[Simplificação tributária]]></category>
		<category><![CDATA[TV por assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews controlremoto vr211119" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-768x432.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-696x392.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-1068x601.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="GT do SeAC: Must-carry é vantajoso e simplificação tributária evita insegurança jurídica 9"></div>Leer en español Após 205 dias, o Grupo de Trabalho da Lei nº 12.485 (Lei do SeAC) concluiu seu trabalho com um relatório final que apresenta o diagnóstico do mercado brasileiro e alternativas que podem ser adotadas. O grupo foi montado pelo Ministério das Comunicações com o objetivo de subsidiar a modernização do marco jurídico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews controlremoto vr211119" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-300x169.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-768x432.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-1024x576.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-696x392.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-1068x601.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/11/dplnews_controlremoto_vr211119-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="GT do SeAC: Must-carry é vantajoso e simplificação tributária evita insegurança jurídica 11"></div>
<p class=" eplus-wrapper"><strong><a href="https://dplnews.com/brasil-grupo-de-trabajo-de-ley-seac-analiza-alternativas-de-must-carry-y-de-simplificacion-tributaria/">Leer en español</a></strong></p>



<p class=" eplus-wrapper">Após 205 dias, o Grupo de Trabalho da Lei nº 12.485 (Lei do SeAC) concluiu seu trabalho com um <a href="https://www.gov.br/mcom/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/RelatrioFinalGTSeAC.pdf" rel="nofollow noopener" target="_blank">relatório final</a> que apresenta o diagnóstico do mercado brasileiro e alternativas que podem ser adotadas.</p>



<p class=" eplus-wrapper">O grupo foi montado pelo Ministério das Comunicações com o objetivo de subsidiar a modernização do marco jurídico pelo Congresso Nacional. O documento foi publicado neste 17 de dezembro com a análise de seis elementos específicos: <em>must-carry</em> (carregamento obrigatório dos sinais de emissoras de TV); estrutura societária; simplificação tributária; regulação; fomento; cotas e produção independente.</p>



<p class=" eplus-wrapper">A partir de agora, a expectativa da pasta é dialogar com diversos setores para viabilizar as alterações necessárias na legislação e tentar formar um consenso para a rápida tramitação da matéria.</p>



<h4 class="eplus-wrapper wp-block-heading"><strong>Must-carry</strong></h4>



<p class=" eplus-wrapper">Em relação ao <a href="https://dplnews.com/brasil-cambios-a-ley-de-tv-de-paga-que-proponen-para-must-carry-y-simplificacion-fiscal/"><em>must-carry</em></a>, o GT analisa a alternativa A, em que as obrigações de carregamento são mantidas, e a alternativa B, em que esses compromissos são revogados.</p>



<p class=" eplus-wrapper">Segundo o grupo, um ponto positivo da primeira opção é a “garantia de disponibilidade, aos assinantes do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado), das 17 redes nacionais, nos serviços por satélite, e de geradoras locais”. Além disso, a regra assegura o acesso à informação de interesse público e não exige alteração legislativa.</p>



<p class=" eplus-wrapper">O ponto negativo é o ônus às operadoras do SeAC, ou seja, as empresas da TV paga, e prejuízo à competitividade. “A presente proposta não se mostra irrazoável, à medida de que o carregamento obrigatório é instituto dotado de mecanismos de negociação e de solução de conflitos”, diz o documento.</p>



<p class=" eplus-wrapper">Para a alternativa B – revogação do <em>must-carry</em>, o grupo afirma que o ponto positivo seria desonerar as empresas de TV por assinatura. Entretanto, um aspecto negativo seria o impacto no acesso às programações das emissoras de radiodifusão, “já que é notório que os canais de radiodifusão detêm a maioria da audiência no SeAC.”</p>



<p class=" eplus-wrapper">Outro problema seria o carregamento seletivo de emissoras, o que prejudicaria a competitividade do setor. E, por fim, o grupo afirma que a disponibilidade de canais de radiodifusão no SeAC já é amplamente conhecida, portanto “há uma necessidade de que a legislação estabeleça processo de transição e obrigações de comunicação devidamente planejados.”</p>



<p class=" eplus-wrapper">O GT também lembra que atualmente tramitam nove projetos para alterar as regras no Congresso Nacional.</p>



<h4 class="eplus-wrapper wp-block-heading"><strong>Simplificação tributária</strong></h4>



<p class=" eplus-wrapper">A simplificação dos impostos é outro tema que preocupa o setor de TV paga. Para o GT, o Brasil precisa realizar um processo de transformação na tributação das telecomunicações. “Além da reconhecida complexidade tributária nacional, [&#8230;] a insegurança jurídica causada pelo inadequado tratamento das inovações tecnológicas e dos novos serviços oferecidos também precisa ser endereçada no tratamento da questão.”</p>



<p class=" eplus-wrapper">Isso porque as operadoras de TV por assinatura contribuem para diversos fundos, enquanto o serviço de valor adicionado, como empresas de <em>video on demand (VoD)</em>, paga menos impostos, sendo que os setores competem entre si.</p>



<figure class="wp-block-image size-full eplus-wrapper"><img loading="lazy" decoding="async" width="637" height="239" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/12/tributos.png" alt="tributos" class="wp-image-129864" title="GT do SeAC: Must-carry é vantajoso e simplificação tributária evita insegurança jurídica 10" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/12/tributos.png 637w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/12/tributos-300x113.png 300w" sizes="auto, (max-width: 637px) 100vw, 637px" /></figure>



<p class=" eplus-wrapper">Os especialistas analisam seis opções:&nbsp;</p>



<p class=" eplus-wrapper"><strong>A &#8211;</strong> não adotar nenhuma ação;&nbsp;</p>



<p class=" eplus-wrapper"><strong>B &#8211;</strong> unificar os tributos setoriais, o que aumentaria em 1% a contribuição de prestadoras com rendimento bruto superior a R$ 500 milhões, e diminuiria em 25% o pagamento das empresas com rendimento entre R$ 5 e 500 milhões;&nbsp;</p>



<p class=" eplus-wrapper"><strong>C &#8211; </strong>alterar a base de cálculo da CONDECINE-Título, caso em que a contribuição seria de aproximadamente 5%, segundo experiências internacionais;&nbsp;</p>



<p class=" eplus-wrapper"><strong>D &#8211;</strong> incidir CONDECINE-Título sobre a prestação de VoD, com alteração da base de cálculo, para evitar a restrição do crescimento do segmento;&nbsp;</p>



<p class=" eplus-wrapper"><strong>E &#8211;</strong>&nbsp; unificar a cobrança dos tributos setoriais, caso em que as contribuições seriam recolhidas por um mesmo órgão;&nbsp;</p>



<p class=" eplus-wrapper"><strong>F &#8211;</strong> apoio a proposta de reforma tributária que enderece as diferenças entre o ISS e o ICMS e entre os diversos entes com capacidade tributária ativa.</p>



<p class=" eplus-wrapper">O GT também lembra que a recomendação da UIT (União Internacional de Telecomunicações) é “buscar a inovação na promoção da competição, inclusive reduzindo cargas regulatórias sobre os prestadores de serviços tradicionais”, dado que a dinâmica tecnológica cria novos desafios no ambiente concorrencial.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasil &#124; Regras do VOD não devem espelhar o marco legal da TV paga</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-regras-do-vod-nao-devem-espelhar-o-marco-legal-da-tv-paga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 11:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEDIOS]]></category>
		<category><![CDATA[ABDTIC]]></category>
		<category><![CDATA[Ancine]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do SeAC]]></category>
		<category><![CDATA[TV paga]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="800" height="400" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421.jpeg 800w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421-300x150.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421-768x384.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421-696x348.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" title="Brasil | Regras do VOD não devem espelhar o marco legal da TV paga 12"></div>Teletime &#8211; Fernando Lauterjung A visão de que a Lei 12.485/11 – a Lei do SeAC, que completa dez anos – cumpriu com o papel de estimular a programação e produção independente no Brasil é compartilhada entre Ancine e grupos de mídia. O regramento, no entanto, não deve servir de base para a criação de um marco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="800" height="400" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421.jpeg 800w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421-300x150.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421-768x384.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_netflixamazonprimevideo_mc190421-696x348.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" title="Brasil | Regras do VOD não devem espelhar o marco legal da TV paga 13"></div>
<p class="eplus-94XRVc">Teletime &#8211; Fernando Lauterjung</p>



<p class="eplus-poUG6C">A visão de que a Lei 12.485/11 – a Lei do SeAC, que completa dez anos – cumpriu com o papel de estimular a programação e produção independente no Brasil é compartilhada entre Ancine e grupos de mídia. O regramento, no entanto, não deve servir de base para a criação de um marco legal para o video on demand. Foi a conclusão de debate nesta quinta, 18, no Seminário ABDTIC 2021.</p>



<p class="eplus-0ajAGT">A percepção é que o VOD já trouxe benefícios à indústria audiovisual, com conteúdos brasileiros de excelência em quase todas as plataformas e uma intensa movimentação de talentos, bem como uma competição acirrada no conteúdo esportivo. </p>



<p class="eplus-qC1d8P">Mais informações: <a href="https://teletime.com.br/18/11/2021/regras-do-vod-nao-devem-espelhar-o-marco-legal-da-tv-paga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://teletime.com.br/18/11/2021/regras-do-vod-nao-devem-espelhar-o-marco-legal-da-tv-paga/</a></p>
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		<title>Brasil &#124; MCom recebeu 61 contribuições em consulta pública sobre a Lei da TV paga</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-mcom-recebeu-61-contribuicoes-em-consulta-publica-sobre-a-lei-da-tv-paga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 14:25:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[GT-SeAC]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da TV Paga]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="842" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tvpaga as200619" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-300x197.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-768x505.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-1024x674.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-696x458.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-741x486.jpeg 741w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-1068x703.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-638x420.jpeg 638w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="Brasil | MCom recebeu 61 contribuições em consulta pública sobre a Lei da TV paga 14"></div>ASCOM &#124; Ministério das Comunicações Uma nova fase para o GT-SeAC, o grupo de trabalho criado pelo Ministério das Comunicações (MCom) para modernizar a Lei do Serviço de Acesso Condicionado (nome técnico da TV paga) iniciou nesta quarta-feira (13/10). Na terça, o prazo para envio de contribuições à minuta de relatório elaborada foi encerrado. Ao todo, 61 colaborações foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="842" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tvpaga as200619" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-300x197.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-768x505.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-1024x674.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-696x458.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-741x486.jpeg 741w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-1068x703.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/06/dplnews_tvpaga_as200619-638x420.jpeg 638w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="Brasil | MCom recebeu 61 contribuições em consulta pública sobre a Lei da TV paga 15"></div>
<p class="eplus-kxqHPC">ASCOM | Ministério das Comunicações</p>



<p class="eplus-PU0XD1">Uma nova fase para o GT-SeAC, o grupo de trabalho criado pelo Ministério das Comunicações (MCom) para modernizar a Lei do Serviço de Acesso Condicionado (nome técnico da TV paga) iniciou nesta quarta-feira (13/10). Na terça, o prazo para envio de <a href="https://dplnews.com/brasil-cambios-a-ley-de-tv-de-paga-que-proponen-para-must-carry-y-simplificacion-fiscal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contribuições à minuta de relatório elaborada</a> foi encerrado. Ao todo, 61 colaborações foram recebidas, ao longo de dois meses, totalizando 466 páginas. O desafio do GT, a partir de agora, é analisar todo o conteúdo apresentado, a fim de consolidar a proposta final para alteração da Lei.</p>



<p class="eplus-hdFcsa">Dos comentários recebidos, 25 foram elaborados por pessoas físicas, 34 por empresas e dois são oriundos do setor público. O GT do MCom irá sistematizar as colaborações recebidas que&nbsp;subsidiarão os próximos encaminhamentos dos trabalhos do grupo.&nbsp;</p>



<p class="eplus-jrAAfe">A <a target="_blank" href="https://www.gov.br/media/acesso-a-informacao/docs-de-acoes-e-programas/gt_seac/minuta-de-relatorio-consulta-versaopublicada.pdf" rel="noreferrer noopener nofollow">minuta de relatório</a> traça diagnóstico e propõe alternativas de soluções para os problemas identificados nas etapas de produção, programação, empacotamento e distribuição de conteúdo audiovisual. O conteúdo está dividido pelos temas: estrutura societária; obrigações de empacotamento de canal (&#8220;must-carry&#8221;); simplificação tributária; fomento; cotas e produção independente e regulação.</p>



<p class="eplus-oQoz9L">A presidente do GT-SeAC, Nathália Lobo, reforça a importância das colaborações para o aprofundamento da análise sobre o marco jurídico — em vigor há uma década — no intuito de assegurar mudanças que atendam às demandas da sociedade. &#8220;Com as contribuições, vamos avaliar a qualidade dos dados e dos diagnósticos apresentados. Também queremos saber se há alternativas que possam ser levadas em consideração, para chegarmos a um resultado satisfatório&#8221;, acrescenta.</p>



<p class="eplus-t35AuF"><strong>GT-SeAC</strong> — O grupo de trabalho teve início em 26 de maio. Desde então, foram realizadas 46 reuniões com 35 entidades e especialistas de todos os setores envolvidos na cadeia de valor do conteúdo audiovisual, totalizando 52 horas de discussão. Além disso, o GT-SeAC recebeu, em uma primeira etapa de consulta, 48 contribuições escritas (816 páginas) para aprofundar as análises sobre produção, programação, empacotamento e distribuição de conteúdo audiovisual.</p>
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		<title>Brasil &#124; Novo marco legal da TV paga estará vinculado a plano fiscal do Ministério da Economia</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-novo-marco-legal-da-tv-paga-estara-vinculado-a-plano-fiscal-do-ministerio-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 12:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEDIOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="700" height="467" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tvpaga mc90120 1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1.jpg 700w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1-696x464.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" title="Brasil | Novo marco legal da TV paga estará vinculado a plano fiscal do Ministério da Economia 16"></div>Tele.síntese &#8211; Wanise Ferreira Com a consulta pública para elaboração do novo marco legal prevista para ser encerrada na próxima semana, o Grupo de Trabalho que está responsável por esta tarefa ainda tem algumas tarefas de adequação do conteúdo do material a ser produzido. Segundo Nathalia Lobo, diretora do departamento de Políticas para Telecomunicações do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="700" height="467" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tvpaga mc90120 1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1.jpg 700w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1-696x464.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/01/dplnews_tvpaga_mc90120-1-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" title="Brasil | Novo marco legal da TV paga estará vinculado a plano fiscal do Ministério da Economia 17"></div>
<p class="eplus-dLJLD1">Tele.síntese &#8211; Wanise Ferreira</p>



<p class="eplus-f7VvnL">Com a consulta pública para elaboração do novo marco legal prevista para ser encerrada na próxima semana, o Grupo de Trabalho que está responsável por esta tarefa ainda tem algumas tarefas de adequação do conteúdo do material a ser produzido. Segundo Nathalia Lobo, diretora do departamento de Políticas para Telecomunicações do órgão e que está à frente do GT, na questão da racionalização dos tributos o grande parceiro é o Ministério da Economia que vai permitir que o setor seja olhado como um todo do ponto de vista fiscal.</p>



<p class="eplus-sxOpsP">“A questão tributária é muito complexa, ainda mais na forma das simplificações tributárias que podem ser feitas nesse momento”, disse a executiva. Ela lembrou que o veto feito pelo presidente Jair Bolsonaro a artigo da medida provisória que isentava os serviços de streaming da cobrança do Condecine aconteceu justamente por uma questão fiscal que vem tensionando toda essa questão. O veto, entretanto, foi derrubado pelo Congresso Nacional.  “Em termos tributários, é preciso que seja atendida a legislação fiscal como um todo”, ressaltou.</p>



<p class="eplus-PLmtVc">Leia mais: <a href="https://www.telesintese.com.br/elaboracao-do-novo-marco-legal-da-tv-paga-estara-vinculada-ao-plano-fiscal-do-ministerio-da-economia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.telesintese.com.br/elaboracao-do-novo-marco-legal-da-tv-paga-estara-vinculada-ao-plano-fiscal-do-ministerio-da-economia/</a></p>
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		<title>Brasil &#124; Prorrogado o prazo para colaborar com a modernização da Lei da TV por assinatura</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-prorrogado-o-prazo-para-colaborar-com-a-modernizacao-da-lei-da-tv-por-assinatura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 12:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEDIOS]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei do SeAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="660" height="457" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tv paga as060919" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919.jpg 660w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-300x208.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-100x70.jpg 100w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-218x150.jpg 218w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-607x420.jpg 607w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" title="Brasil | Prorrogado o prazo para colaborar com a modernização da Lei da TV por assinatura 18"></div>Ascom &#8211; Ministério das Comunicações Ainda há tempo de contribuir com a modernizar a Lei da TV por assinatura. O prazo para colaborar com a proposta que irá atualizar a legislação foi prorrogado. Os interessados terão até o dia 12 de outubro para enviar suas observações sobre o texto elaborado pelo GT-SeAC, grupo de trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="660" height="457" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tv paga as060919" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919.jpg 660w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-300x208.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-100x70.jpg 100w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-218x150.jpg 218w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2019/09/dplnews_tv_paga_as060919-607x420.jpg 607w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" title="Brasil | Prorrogado o prazo para colaborar com a modernização da Lei da TV por assinatura 19"></div>
<p class="eplus-hW4ino">Ascom &#8211; Ministério das Comunicações</p>



<p class="eplus-HRoJlI">Ainda há tempo de contribuir com a modernizar a Lei da TV por assinatura. O prazo para colaborar com a proposta que irá atualizar a legislação foi prorrogado. Os interessados terão até o dia 12 de outubro para enviar suas observações sobre o texto elaborado pelo GT-SeAC, grupo de trabalho criado pelo Ministério das Comunicações (MCom) para revisar a norma do Serviço de Acesso Condicionado (GT-SeAC), nome técnico da TV paga.</p>



<p class="eplus-S5wfEz">A minuta de relatório e o formulário de contribuições estão&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mcom/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/grupo-de-trabalho-do-seac" rel="nofollow noopener" target="_blank">disponíveis na página do GT-SeAC</a>. As observações necessárias ao amadurecimento da análise devem ser encaminhadas ao e-mail&nbsp;<a href="mailto:detel@mcom.gov.br?subject=Proposta%20GT-SeAC" target="_blank" rel="noreferrer noopener">detel@mcom.gov.br</a>. &#8220;Contamos com as colaborações da sociedade para avaliar a qualidade dos dados e dos diagnósticos apresentados. Também queremos saber se há alternativas que possam ser levadas em consideração, para chegarmos a um resultado satisfatório&#8221;, reforça a presidente do GT, Nathália Lobo.<br><br>No documento, há uma divisão por temáticas: estrutura societária; obrigações de empacotamento de canal (&#8220;must-carry&#8221;); simplificação tributária; fomento; cotas e produção independente e regulação. Em cada uma das áreas, são propostas ações que vão desde não adotar nenhuma ação até mudanças mais substanciais.<br><br><strong>GT-SeAC</strong>&nbsp;— O grupo de trabalho teve início em 26 de maio. Desde então, foram realizadas 46 reuniões com 35 entidades e especialistas de todos os setores envolvidos na cadeia de valor do conteúdo audiovisual, totalizando 52 horas de discussão. Além disso, o GT-SeAC recebeu, na primeira etapa, 48 contribuições escritas (816 páginas) para aprofundar as análises sobre produção, programação, empacotamento e distribuição de conteúdo audiovisual.</p>
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		<title>Brasil &#124; GT-SeAC prorroga prazo para contribuição nas propostas de mudanças na lei da TV paga</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-gt-seac-prorroga-prazo-para-contribuicao-nas-propostas-de-mudancas-na-lei-da-tv-paga/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 14:10:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="600" height="300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_ministeriodascomunicacoes_mc300421.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ministeriodascomunicacoes mc300421" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_ministeriodascomunicacoes_mc300421.jpg 600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_ministeriodascomunicacoes_mc300421-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" title="Brasil | GT-SeAC prorroga prazo para contribuição nas propostas de mudanças na lei da TV paga 20"></div>Telaviva &#8211; Fernando Lauterjung O Grupo de Trabalho criado para elaborar uma proposta de atualização do marco jurídico da TV por assinatura, passando a incluir a regulação do streaming e do VOD, prorrogou até 12 de setembro o prazo de comentários da sociedade sobre a minuta de relatório de diagnóstico e escolha de alternativas para a revisão do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="600" height="300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_ministeriodascomunicacoes_mc300421.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ministeriodascomunicacoes mc300421" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_ministeriodascomunicacoes_mc300421.jpg 600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_ministeriodascomunicacoes_mc300421-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" title="Brasil | GT-SeAC prorroga prazo para contribuição nas propostas de mudanças na lei da TV paga 21"></div>
<p class="eplus-aW4QMp"><a href="https://telaviva.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Telaviva</a> &#8211; Fernando Lauterjung</p>



<p class="eplus-PyRFKA">O Grupo de Trabalho criado para elaborar uma proposta de atualização do marco jurídico da TV por assinatura, passando a incluir a regulação do streaming e do VOD, prorrogou até 12 de setembro o prazo de comentários da sociedade sobre a <a href="https://telaviva.com.br/11/08/2021/propostas-de-mudancas-na-lei-da-tv-paga-sao-submetidas-a-consulta-publica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">minuta de relatório de diagnóstico e escolha de alternativas</a> para a revisão do marco jurídico. Com o maior prazo para envio de comentários, o GT também prorrogou para 5 de novembro o prazo de conclusão de seus trabalhos.</p>



<p class="eplus-z33ORK">Leia mais: <a href="https://telaviva.com.br/18/08/2021/gt-seac-prorroga-prazo-para-contribuicao-nas-propostas-de-mudancas-na-lei-da-tv-paga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://telaviva.com.br/18/08/2021/gt-seac-prorroga-prazo-para-contribuicao-nas-propostas-de-mudancas-na-lei-da-tv-paga/</a></p>
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