TIM e Intelsat levam 4G ao norte do Brasil de forma sustentável

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A TIM e a operadora de satélites Intelsat anunciaram uma parceria para expandir o projeto Sky Coverage na região norte do Brasil. A iniciativa da TIM, que já conta com mais de 1.000 sites, leva conectividade a regiões mais distantes do país de forma mais sustentável, por meio de sites off-grid, que não dependem da rede elétrica, e são alimentados por painéis fotovoltaicos.

“Temos hoje o maior backhaul satelital da América Latina para nos apoiar na expansão do 4G de norte a sul do país. Queremos apoiar o Brasil na inclusão digital com o projeto Sky Coverage e para isso contamos com parceiros importantes, como a Intelsat, com quem trabalhamos especialmente na região norte”, afirma Marco Di Costanzo, diretor de Engenharia de Redes da TIM.

Com a rede de satélites da Intelsat, é possível levar 4G a regiões onde as alternativas terrestres não são viáveis, como na região norte devido à floresta Amazônica e aos rios. 

“A confiabilidade da rede e a alta da cobertura da Intelsat permitirão que a TIM forneça serviços com ainda mais qualidade aos clientes nessas regiões de difícil acesso e conectividade, para assim atender às metas de negócios da empresa e em conformidade com suas iniciativas ambientais, sociais e de governança”, diz Ricardo La Guardia, vice-presidente regional da Intelsat.

Sky Coverage

Um dos grandes diferenciais do projeto Sky Coverage é a capacidade de oferecer conectividade de forma sustentável, acessível e de baixo custo. As torres são alimentadas por energia solar, o que dá mais autonomia e maior vida útil ao equipamento, segundo a TIM.

A meta da operadora é cobrir todos os municípios brasileiros com a tecnologia até 2023, auxiliando na inclusão digital e ativando o potencial econômico das áreas que ainda não estão conectadas. Outro objetivo da TIM é alcançar 80% de ecoeficiência no tráfego de dados e ter 90% do consumo de energia proveniente de fontes renováveis até 2025.

Atualmente, a companhia cobre 4.701 municípios brasileiros, o que corresponde a 82,35% dos domicílios, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações.