Claro chama startups para criarem soluções 5G para o agronegócio

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A Claro, por meio do seu hub de inovação, beOn, e a SLC Agrícola lançaram recentemente o HackatAgro 2021, uma maratona de inovação voltada para startups nos dias 16, 17 e 18 de julho. O objetivo é buscar soluções para o agronegócio baseadas em problemas reais dos produtores.

A iniciativa pretende resolver uma das principais questões dos agricultores de commodities: a gestão eficaz da proteção de cultivos, de forma a minimizar o impacto no meio ambiente.

A ideia é fomentar projetos que contribuam para otimizar o cultivo e a qualidade da produção, utilizando diversos tipos de redes, como fibra, 4G, 5G e outras, e computação de borda, acoplando sensores, novos terminais e dispositivos.

As propostas devem utilizar conceitos como disponibilidade, como na gestão remota de pulverizadores; eficiência, para encontrar formas de melhorar o monitoramento e aplicação de produtos; e rastreabilidade, para rastrear a operação, inspeção e técnicas usadas na proteção de cultivos.

“Fazer parte de uma iniciativa como o HackatAgro é uma oportunidade única de nos aproximarmos de novos desenvolvedores e acelerarmos nosso portfólio de inovação”, diz Diogo Natacci, líder de Inovação Aberta do beOn.

Durante os três dias de evento, as startups terão acesso a consultoria com equipes da Claro e da SLC e, ao final, as três empresas com propostas vencedoras ganharão prêmios em dinheiro de R$ 10 mil, R$ 6 mil e R$ 4 mil; poderão participar de projetos pilotos com a SLC; poderão fazer parte do seu programa de Venture Builder e se tornar fornecedoras da SLC Agrícola.

Além disso, as soluções ainda poderão ser selecionadas pela Claro para fazer parte do seu portfólio de projetos de inovação para atender os clientes do mercado agrícola.

Impacto

Esta não é a primeira parceria entre a Claro e a SLC Agrícola. Nos últimos dias, as companhias se uniram à Embratel para instalar uma rede 5G standalone na Fazenda Pamplona, em Goiás, e desenvolver casos de uso no campo.

Estima-se que a ampliação da conectividade no território produtivo brasileiro pode elevar em mais de R$ 100 bilhões o faturamento anual do agronegócio em quatro anos, segundo um estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.