TIM é 100% abastecida com energia limpa

A TIM informou nesta quarta-feira, 30, que já é abastecida com 100% de energia limpa. Segundo a companhia, o resultado se deve às suas 46 usinas, à aquisição no mercado livre e à compra de certificados de energia renovável.

A operadora deverá ter 77 usinas para consumo próprio até o final de 2022, com geração de 38,2 GWh mensais, o suficiente para abastecer 19 mil antenas. A maior parte delas será de energia solar (65), mas a empresa também contará com usinas hídricas (7), de biogás (3) e de gás natural (2).

Além de contribuir com o meio ambiente, o sistema de geração distribuída ajuda a fugir da alta conta de luz e garante o fornecimento contínuo de energia. Eventuais interrupções no fornecimento impactam negativamente a prestação de serviços e a experiência do cliente.

A expectativa é que a TIM alcance 65% do consumo total só com a produção das usinas no final do ano, disse Bruno Gentil, vice-presidente de Recursos Corporativos da TIM. “A aquisição de certificados e a compra no mercado livre complementam nossa estratégia e, ao mesmo tempo, fomenta a produção de energia limpa no setor elétrico brasileiro, gerando um círculo virtuoso para toda a sociedade”.

Os certificados são uma forma de compensar o consumo proveniente de fontes não renováveis, pois garantem que 1 MWh foi injetado no sistema nacional a partir de energia renovável.

Outras iniciativas verdes

A TIM instalou recentemente a primeira antena alimentada por energia eólica, que não precisa estar conectada à rede elétrica. O objetivo é ampliar a cobertura de 4G na Praia de Pipa, no Rio Grande do Norte. Esse tipo de estrutura também é apropriado para áreas remotas e sem energia elétrica.

O biosite tem as pás no topo do poste, na vertical, o que garante o movimento mais silencioso, eficiente e com menor impacto visual do que as torres eólicas tradicionais.

A TIM também possui o projeto SkyCoverage, que visa cobrir todos os municípios brasileiros com 4G até 2023 usando energia solar. Com a infraestrutura simplificada e de menor custo, é mais fácil ampliar a cobertura tecnológica de quarta geração.