O novo ministro das Comunicações, Juscelino Filho, se comprometeu a viabilizar políticas públicas que tragam mais dignidade aos cidadãos brasileiros, com foco no acesso da população à Internet, inclusão digital e uso de meios de comunicação modernos nas áreas de educação e saúde.
O ministro foi apresentado nesta segunda-feira, 2, em uma cerimônia no Ministério das Comunicações. Ele se comprometeu com uma agenda positiva, fundada no aproveitamento do legado da gestão anterior, na recomposição de investimentos, aperfeiçoamento da governança, continuidades dos programas, receptividade à inovação, disponibilidade para o atendimento das demandas dos municípios e relação de respeito e confiança com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Telebras e com os Correios.
“Na telefonia, o tema central é a maximização da tecnologia 5G, sobretudo a aceleração da expansão do acesso às facilidades e do alcance territorial”, disse. E acrescentou que as ações do Ministério vão se pautar em casos de sucesso.
A universalidade, democratização e popularização do acesso à informação via Internet, melhoria da Internet e conectividade das escolas são tópicos de máxima prioridade, segundo o ministro.
Filho também afirmou que a meta para os Correios é reforçar a cidadania da empresa, aumentar investimentos em modernização e recuperar a credibilidade dos serviços prestados. Isso porque uma das primeiras medidas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi retirar a empresa do programa de desestatização.
MCTI
A cerimônia de apresentação da ministra Luciana Santos, da Ciência, Tecnologia e Inovações, também aconteceu nesta segunda-feira, 2, com a presença do ex-ministro Paulo Alvim.
Ela se comprometeu a trabalhar incansavelmente para que a ciência, tecnologia e inovação sejam pilares do desenvolvimento nacional e para recompor o orçamento. A ministra ainda pediu o engajamento da sociedade civil para garantir os recursos.

Uma das primeiras medidas será pedir a devolução da Medida Provisória 1136/22 que bloqueia recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico até 2026 para que a lei seja cumprida.
“As bolsas de pesquisa não podem ser tratadas como esmola, mas como investimento no futuro do país”, afirmou. Primeira mulher a ocupar o cargo, Santos quer que o seu exemplo sirva para inspirar outras mulheres a seguir na área científica, e prometeu que sua gestão vai honrar a luta antirracista.