Claro Brasil eleva EBITDA a R$ 6 bilhões no primeiro trimestre

Além do segmento móvel, a operadora vem diversificando a receita com parcerias em suas unidades de negócio, com destaque para a Claro Empresas.

A Claro Brasil fechou o primeiro trimestre de 2026 (1T26) em ritmo de crescimento. A receita líquida atingiu R$ 13,3 bilhões, alta de 6,5% em comparação com o mesmo período de 2025. O EBITDA somou R$ 6,0 bilhões, um avanço de 5,8%, com margem de 44,8%.

Os resultados são puxados pelo carro chefe, que é a operação móvel. Em 12 meses, a empresa somou 900 mil linhas portadas e aumento de 4,6% no ARPU. No período, a Claro atingiu 22,6 milhões de clientes 5G com 35,8% de participação de mercado. 

O Crescimento está no pós-pago, que somou 59,7 milhões de linhas: 3 p.p a mais na comparação anual, resultando em 65,7% de sua base total de clientes (90,8 milhões). Já o pré-pago atingiu 31,1 milhões de linhas, com 33,3% de participação de mercado.

A Claro também manteve a estratégia de impulsionar o crescimento da receita e monetização de seus ativos por meio de parcerias. Ainda no móvel, ampliou o alcance de mercado no modelo MVNO, a exemplo da NuCel (Nubank), operadora que detém a maior tração do segmento

No B2B, a Claro Empresas buscou fortalecer seu posicionamento em inteligência artificial com a NVIDIA e a Oracle, passando a operar em ambientes certificados de computação acelerada, indo além da oferta dos serviços de conectividade.

A operadora assegura a consistência da unidade de negócios, impulsionada pelos pilares cloud, omnichannel, data center, voz móvel e M2M/IoT.

A banda larga fixa também registrou adições com aproximadamente 114,8 mil novos assinantes e liderando a participação de mercado com 22,8% na oferta de 500 Mbps ou mais. Na TV por assinatura, encerrou o trimestre com 57,2% de participação de mercado, elevando a 14,4% a base de clientes em ofertas convergentes.