jueves, septiembre 22, 2022
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Brasil é terceiro país da América mais comprometido com Segurança Cibernética, segundo UIT

No ranking mundial, o país saiu da 70º posição para a 18º em dois anos. Para a UIT, o país tem medidas legais robustas.

O Brasil é o terceiro país da América mais comprometido com a Agenda Global de Segurança Cibernética, segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT). A nação subiu três posições desde 2018, e agora só fica atrás dos Estados Unidos e do Canadá no Global Cybersecurity Index 2020.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) argumenta que a conquista da atual colocação é resultado de ações como a Política Nacional de Segurança da Informação, de 2018, que tem o objetivo de estabelecer estrutura e modelo de governança para a coordenação nacional das atividades de segurança da informação, e das Estratégias Nacionais de Segurança Cibernética e de Segurança de Infraestruturas Críticas, de 2020. 

Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais entrou em vigor no ano passado. A legislação determina que toda pessoa “tem assegurada a titularidade de seus dados pessoais e garantidos os direitos fundamentais de liberdade, de intimidade e de privacidade”.

Em relação ao ranking mundial, o Brasil teve grande avanço desde a última edição do índice: o país passou do 70º lugar para o 18º. Para a UIT, as medidas legais brasileiras são de força relativa e as estruturas técnicas e organizacionais têm potencial de crescimento.

O indicador analisa o comprometimento das nações por meio de cinco pilares: medidas legais, técnicas, organizacionais, de desenvolvimento de capacidade e de cooperação.

De acordo com a UIT, o questionário do relatório mais recente foi atualizado e impactou o ranking e a pontuação das nações. Mas a pesquisa revelou que muitos países estão mais comprometidos em enfrentar os desafios de cibersegurança, mesmo com “atores que tiraram vantagem do nosso desejo por informação, nossos medos da pandemia, mudança para trabalho e estudo remotos, dependência de sistemas de saúde e muito mais”.

Estima-se que as perdas globais devido ao crime cibernético foram de US$ 1 trilhão em 2020, podendo chegar até US$ 6 trilhões em 2021. “O desenvolvimento de uma estrutura legal e regulamentar para proteger a sociedade e promover um ambiente digital seguro e protegido é fundamental e deve estar no início de qualquer esforço nacional em segurança cibernética”, diz o documento.

Mirella Cordeiro
Mirella Cordeiro
Editora, periodista de temas digitales, telecomunicaciones y tecnología y corresponsal de DPL News en Brasil y lengua portuguesa. Editor, jornalista digital, de telecomunicações e tecnologia e correspondente do DPL News no Brasil e em português.

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