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	<title>relevante Brasil &#8211; DPL News</title>
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		<title>GSMA defende revisão regulatória para equilibrar assimetrias entre teles e grandes usuários de rede</title>
		<link>https://dplnews.com/gsma-defende-revisao-regulatoria-para-equilibrar-assimetrias-entre-teles-e-grandes-usuarios-de-rede/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 12:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="710" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews abrint fairshare mf8526" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526-300x166.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526-1024x568.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526-768x426.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="GSMA defende revisão regulatória para equilibrar assimetrias entre teles e grandes usuários de rede 1"></div>Entidade vai jogar luz sobre a experiência da Coreia do Sul com estudo que embasa com dados os efeitos da taxa de rede.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="710" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews abrint fairshare mf8526" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526-300x166.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526-1024x568.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-abrint-fairshare-mf8526-768x426.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="GSMA defende revisão regulatória para equilibrar assimetrias entre teles e grandes usuários de rede 2"></div>
<p><em>São Paulo</em>. Em nova discussão sobre o futuro do financiamento da infraestrutura de telecomunicações e o crescimento do tráfego de rede no Abrint Global Congress 2026, <a href="https://dplnews.com/tag/lucas-gallitto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lucas Gallitto</a>, head da GSMA para a América Latina e Caribe, defendeu a necessidade de “repensar as regras” nesse campo.</p>



<p>Para Gallitto, a discussão não deve se resumir à adoção ou não de uma taxa de rede, mas à revisão das atuais assimetrias entre operadoras e grandes plataformas digitais. “A ausência de regulação também é uma regra”, afirmou, acrescentando que hoje existe desequilíbrio nas negociações entre teles e big techs.</p>



<p>Neste sentido, e em meio aos exemplos críticos da adoção da taxa de rede pela Coreia do Sul, o executivo anunciou o lançamento vindouro de um estudo da GSMA que analisa a fundo essa experiência no país asiático para embasar a discussão com dados concretos.&nbsp;</p>



<p>Em contraponto, representantes do ecossistema de internet argumentaram que os atuais mecanismos técnicos e comerciais já são capazes de absorver o crescimento do tráfego sem necessidade de novos modelos de cobrança.</p>



<p>Pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Antonio Moreiras afirmou que os desafios futuros estão mais ligados à interoperabilidade entre plataformas de nuvem e aplicações de inteligência artificial, especialmente na transferência massiva de dados entre diferentes infraestruturas.&nbsp;</p>



<p>Moreiras destacou que os pontos de troca de tráfego (IXs) ao redor do mundo já vêm se preparando tecnicamente para esse cenário. Para o executivo, não há atualmente evidências de que o crescimento do tráfego exija novos mecanismos de financiamento para as redes.</p>



<p>“Tudo nesse ecossistema tem meios para negociar e funcionar entre si”, afirmou, defendendo uma atuação mais leve do Estado para permitir o desenvolvimento orgânico do setor.</p>



<p>Também presente no debate, Alessandro Molon, líder da ex-AIA (<a href="https://dplnews.com/big-tech-crean-alianza-contra-fair-share-en-brasil/">Aliança pela Internet Aberta</a>) e atual <strong>Dig.ia</strong> (Aliança pela Infraestrutura Digital e Internet Aberta), criticou a importação de modelos de cobrança – como a Coreia do Sul –, classificando como equivocada.</p>



<p>Segundo Molon, embora o aumento da demanda por infraestrutura seja real, as soluções propostas por parte do setor de telecom não seriam adequadas.</p>



<p>Molon defendeu ainda políticas voltadas à atração de investimentos em infraestrutura digital, como incentivos a data centers, ampliação de redes de distribuição de conteúdo (CDNs) e simplificação do licenciamento de cabos submarinos no Brasil. Para ele, o país precisa oferecer maior previsibilidade regulatória para competir com mercados vizinhos na atração desses investimentos.</p>



<p>Na mesma linha, representantes da Abrint argumentaram que o aumento do consumo de conteúdo não deve ser tratado como um problema econômico em si. A associação destacou que a expansão de CDNs financiadas pelas próprias plataformas digitais já ajuda a aliviar custos de transporte de tráfego nas redes.</p>



<p>Representando o setor de radiodifusão, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) citou a <a href="https://dplnews.com/zte-anticipa-conversor-para-tv-3-0-y-apunta-a-politica-publica-en-brasil/">evolução da TV 3.0</a> como exemplo de aumento natural da demanda por conectividade, uma vez que o novo modelo permitirá publicidade segmentada, múltiplos ângulos de câmera e maior interatividade, exigindo maior integração entre televisão e internet.</p>



<p>Ainda assim, a associação avaliou que esse cenário não justifica a criação de mecanismos adicionais de cobrança pelo uso das redes.</p>
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		<title>ZTE diz que Brasil é estratégico e aposta em IA e redes para crescer</title>
		<link>https://dplnews.com/zte-diz-brasil-e-estrategico-e-aposta-em-ia-e-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="800" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews lumaoliang zte mf7626" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626-300x188.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626-1024x640.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626-768x480.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="ZTE diz que Brasil é estratégico e aposta em IA e redes para crescer 3"></div>São Paulo. A ZTE vê o Brasil como um mercado central na sua estratégia global e aposta na expansão de redes, inteligência artificial e parcerias para sustentar o crescimento no país. A avaliação foi feita pelo presidente da companhia no Brasil, Lu Maoliang, nesta quarta-feira (6), durante evento ZTE Broadband User Congress. Segundo o executivo, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="800" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews lumaoliang zte mf7626" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626-300x188.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626-1024x640.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-lumaoliang-zte-mf7626-768x480.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="ZTE diz que Brasil é estratégico e aposta em IA e redes para crescer 4"></div>
<p><em>São Paulo</em>. A ZTE vê o Brasil como um mercado central na sua estratégia global e aposta na expansão de redes, inteligência artificial e parcerias para sustentar o crescimento no país. A avaliação foi feita pelo presidente da companhia no Brasil, Lu Maoliang, nesta quarta-feira (6), durante evento <a href="https://dplnews.com/zte-antecipa-conversor-para-tv-3-0-e-mira-politica-publica-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ZTE Broadband User Congress</a>.</p>



<p>Segundo o executivo, a empresa completa 24 anos no Brasil como um dos principais investidores em telecomunicações, com atuação junto às grandes operadoras, governo e milhares de provedores regionais.</p>



<p>“Hoje, mais de 30% dos edifícios do país e 15 milhões de pessoas no na região Norte, utilizam nossa tecnologia”, afirmou.</p>



<p>Como estratégia, a companhia pretende focar em três frentes: <a href="https://dplnews.com/evaluando-las-redes-moviles-mas-grandes-de-america-latina-en-la-era-de-la-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evolução tecnológica das redes</a>, cooperação com operadoras para ganho de eficiência e uso de inteligência artificial para ampliar a capacidade operacional.</p>



<p>A ideia, segundo o executivo, é acompanhar a transição do setor para modelos baseados em dados e computação, com redes mais densas e distribuídas.</p>



<p>“Nossa missão permanece em apoiar a transformação digital, garantindo redes modernas, estáveis e lucrativas”, afirmou, ao indicar que a empresa busca evoluir de fornecedora de infraestrutura para parceira em soluções mais complexas de conectividade e processamento de dados.</p>
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		<title>Petrobras fecha com SES para conectar novas plataformas via satélite</title>
		<link>https://dplnews.com/petrobras-fecha-com-ses-para-conectar-novas-plataformas-via-satelite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:38:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="514" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ses pretrobras mf6526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526.webp 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526-300x129.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526-1024x439.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526-768x329.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="Petrobras fecha com SES para conectar novas plataformas via satélite 5"></div>A Petrobras contratou a SES para garantir conectividade às novas plataformas do tipo FPSO que devem entrar em operação entre 2026 e 2030. O movimento ocorre em meio à expansão da produção offshore e ao aumento da demanda por transmissão de dados em tempo real nas operações de petróleo e gás. O acordo prevê o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="514" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ses pretrobras mf6526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526.webp 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526-300x129.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526-1024x439.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ses-pretrobras-mf6526-768x329.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="Petrobras fecha com SES para conectar novas plataformas via satélite 6"></div>
<p>A Petrobras contratou a SES para garantir conectividade às novas plataformas do tipo FPSO que devem entrar em operação entre 2026 e 2030. O movimento ocorre em meio à expansão da produção <em><a href="https://dplnews.com/tag/offshores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">offshore</a> </em>e ao aumento da demanda por transmissão de dados em tempo real nas operações de petróleo e gás.</p>



<p>O acordo prevê o uso da <a href="https://dplnews.com/tag/ses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rede de satélites</a> de órbita média O3b mPOWER, que oferece alta capacidade e baixa latência — requisitos considerados críticos para a digitalização das atividades em alto-mar.</p>



<p>As FPSOs, responsáveis por processar, armazenar e transferir petróleo extraído em águas profundas, operam em ambientes remotos e dependem cada vez mais de sistemas conectados para monitoramento e tomada de decisão.</p>



<p>O Brasil concentra hoje a maior parte dos projetos <em>offshore </em>em desenvolvimento no mundo, e a Petrobras figura entre os principais operadores globais de FPSOs. A expectativa é que a entrada das novas unidades amplie a capacidade produtiva da estatal nos próximos anos, com impacto tanto no abastecimento interno quanto na inserção do país no mercado internacional de petróleo.</p>



<p>A SES afirma que a tecnologia permite ajustar a capacidade de transmissão conforme a demanda operacional e suporta o grande volume de dados gerado nas plataformas. A rede O3b mPOWER está em operação desde 2024 e tem sido direcionada a aplicações corporativas, com foco em setores que exigem alta resiliência de comunicação, como o de energia.</p>
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		<title>ZTE antecipa conversor para TV 3.0 e mira política pública no Brasil</title>
		<link>https://dplnews.com/zte-antecipa-conversor-para-tv-3-0-e-mira-politica-publica-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 19:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="785" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews zte tv3.0 mf6526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526-300x184.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526-1024x628.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526-768x471.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="ZTE antecipa conversor para TV 3.0 e mira política pública no Brasil 7"></div>Dispositivo apresentado com Anatel e MCom ocorre em meio a discussões sobre distribuição via CadÚnico e aceleração da nova TV digital no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="785" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews zte tv3.0 mf6526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526-300x184.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526-1024x628.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-zte-tv3.0-mf6526-768x471.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="ZTE antecipa conversor para TV 3.0 e mira política pública no Brasil 8"></div>
<p><em>São Paulo</em>. A ZTE apresentou o que pode ser o primeiro conversor <a href="https://dplnews.com/tv-3-0-sai-do-papel-com-inauguracao-estacao-brasilia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponível para a nova geração de televisão no Brasil</a>, a TV 3.0. O lançamento foi feito nesta quarta-feira (6), com participação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, durante o evento ZTE Broadband Congress.</p>



<p>Mas não se trata de uma parceria. Segundo apurou a DPL News com uma fonte do MCom, já existe uma discussão sobre a possibilidade de distribuição dos conversores para inscritos no CadÚnico; uma política pública semelhante à distribuição do kit parabólica pela <a href="https://dplnews.com/tag/eaf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EAF</a>, Entidade Administradora da Faixa de 3,5GH.</p>



<p>O que ocorre é um esforço do governo brasileiro para incentivar o mercado de radiodifusão e a adoção da TV 3.0 com soluções inovadoras. Logo, várias fornecedoras podem entrar no pleito.</p>



<p>&#8220;Alinhada à estratégia nacional de TV 3.0 (DTV+) do Brasil, a nova solução de STB vai acelerar a implementação em larga escala de serviços de TV de próxima geração, levando experiências de visualização imersivas, inteligentes e interativas aos usuários em todo o país&#8221;, complementou Hans Neff, diretor senior de CTO da ZTE à DPL News.</p>
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		<title>FWA ainda tem espaço e pode ampliar competição no Brasil, diz Luiz Tonisi da Qualcomm</title>
		<link>https://dplnews.com/fwa-ainda-tem-espaco-e-pode-ampliar-competicao-no-brasil-diz-luiz-tonisi-da-qualcomm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 03:05:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="960" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tonisi qualcomm mf5526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-300x225.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-1024x768.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-768x576.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-86x64.jpeg 86w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="FWA ainda tem espaço e pode ampliar competição no Brasil, diz Luiz Tonisi da Qualcomm 9"></div>São Paulo. Apesar do avanço da fibra óptica, o acesso fixo sem fio (FWA) ainda representa uma oportunidade para ampliar a conectividade no Brasil. A avaliação é de Luiz Tonisi, presidente da Qualcomm para a América Latina, que defendeu o papel complementar da tecnologia durante coletiva de imprensa no Qualcomm Innovation Summit desta terça-feira (5). Para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="960" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tonisi qualcomm mf5526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-300x225.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-1024x768.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-768x576.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-tonisi-qualcomm-mf5526-86x64.jpeg 86w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="FWA ainda tem espaço e pode ampliar competição no Brasil, diz Luiz Tonisi da Qualcomm 10"></div>
<p><em>São Paulo</em>. Apesar do avanço da fibra óptica, o acesso fixo sem fio (FWA) ainda representa uma oportunidade para ampliar a conectividade no Brasil. A avaliação é de Luiz Tonisi, presidente da Qualcomm para a América Latina, que defendeu o papel complementar da tecnologia durante coletiva de imprensa no Qualcomm <a href="https://dplnews.com/tag/qualcomm-innovation-summit/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Innovation Summit</a> desta terça-feira (5).</p>



<p>Para Tonisi, o modelo pode ganhar tração justamente onde a dinâmica de mercado limita a competição, como localidades atendidas por um único provedor ou com menor diversidade de oferta.&nbsp;</p>



<p>O executivo reforçou ainda que o FWA se mostra uma alternativa viável em termos de custo e cobertura, especialmente diante da demanda real dos usuários, que nem sempre exige altas velocidades.&nbsp;</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Leia também: </strong><a href="https://dplnews.com/qualcomm-entra-no-mercado-de-data-centers-e-cobra-criacao-de-tecnologia-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Qualcomm entra no mercado de data centers e cobra criação de tecnologia no Brasil</strong></a></p>



<p>Para sustentar sua tese, Tonisi citou o crescimento de soluções baseadas em conectividade sem fio em outros mercados e no próprio Brasil, mesmo em cenários onde já há infraestrutura instalada.</p>



<p>“A Starlink tem 1 milhão de clientes [no País] com ofertas de 400 mbps. Mercado tem, alguém foi lá e fez”, disparou. – Ainda que a conectividade satelital e móvel dependam de infraestrutura, custos e lógicas de cobertura diferentes.</p>



<p>Entretanto, Tonisi ponderou que a resistência das operadoras está ligada ao alto volume de investimentos já realizados em fibra, com prazos longos de retorno, o que reduz o incentivo para apostar em tecnologias concorrentes no curto prazo.</p>



<p>“Acho que o FWA é o futuro da banda larga. Uma coisa não substitui a outra, mas tem mercado para os dois”, concluiu.</p>
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		<title>Qualcomm entra no mercado de data centers e cobra criação de tecnologia no Brasil</title>
		<link>https://dplnews.com/qualcomm-entra-no-mercado-de-data-centers-e-cobra-criacao-de-tecnologia-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 23:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Tonisi]]></category>
		<category><![CDATA[Qualcomm]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1280" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews qualcomm mf5526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526.jpg 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-768x512.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Qualcomm entra no mercado de data centers e cobra criação de tecnologia no Brasil 11"></div>São Paulo. Um data center por ano, por três anos, começando ainda em 2026. Esses são os planos da Qualcomm para entrada nesse mercado no Brasil. Luiz Tonisi, presidente da companhia para a América Latina, afirmou durante o evento Qualcomm Innovation Summit desta terça-feira (5), que o anúncio com maiores detalhes de sua estratégia virão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1280" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews qualcomm mf5526" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526.jpg 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-768x512.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-qualcomm-mf5526-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Qualcomm entra no mercado de data centers e cobra criação de tecnologia no Brasil 12"></div>
<p><em>São Paulo.</em> Um data center por ano, por três anos, começando ainda em 2026. Esses são os planos da Qualcomm para entrada nesse mercado no Brasil. <a href="https://dplnews.com/5g-com-ia-uma-combinacao-eficaz-contra-a-exclusao-digital-luiz-tonisi-presidente-da-qualcomm-latam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Tonisi</a>, presidente da companhia para a América Latina, afirmou durante o evento <strong>Qualcomm Innovation Summit </strong>desta terça-feira (5), que o anúncio com maiores detalhes de sua estratégia virão em 24 de junho, durante o <a href="https://www.qualcomm.com/company/events/investor-day" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Investor Day</a>.</p>



<p>Segundo o executivo, o foco estará em infraestrutura voltada à inferência de inteligência artificial, <strong>mirando desde grandes empresas até aplicações mais distribuídas</strong>. A companhia já mantém conversas com parceiros, incluindo operadoras e integradores, para viabilizar o modelo no país, embora ainda sem definições públicas.&nbsp;</p>



<p>“A gente está buscando exatamente isso: como mover workloads de inferência para atender empresas e consumidores por data centers nossos, usando canais de vendas”, disse.</p>



<p>Em clima de descontração durante o <a href="https://dplnews.com/frederico-de-siqueira-defende-posicionamento-do-brasil-como-hub-digital-latino-e-ia-em-portugues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">painel de abertura</a>, o <strong>ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira</strong>, disse que a empresa já pode aprovar o orçamento para as instalações, diante da política de incentivos, o Redata.</p>



<p>Tonisi indicou que a aposta passa por <strong>tornar o uso de IA economicamente viável em larga escala</strong>, com custos inferiores aos modelos atuais baseados em GPU, e com oferta adaptada a diferentes perfis de clientes.</p>



<p>A estratégia também envolve criar casos de uso prontos e comercializáveis, conectando desenvolvimento, infraestrutura e demanda empresarial&nbsp; ao invés de apenas ofertar capacidade bruta de processamento.</p>



<p>O executivo defendeu ainda que o <a href="https://dplnews.com/brasil-data-centers-match-sem-ir-para-frente-redata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil avance na criação de tecnologia própria</a>, em vez de apenas adaptar soluções externas. Para ele, o país precisa desenvolver capacidades locais, especialmente em setores estratégicos, se quiser alcançar maior protagonismo global.</p>



<p>“O Brasil vai ter que aprender a criar tecnologia, porque não existe nenhum país desenvolvido no mundo que não crie sua própria tecnologia”, afirmou. Para Tonisi, a dependência de insumos e sistemas estrangeiros limita o avanço, inclusive em áreas como o agronegócio, e reforça a necessidade de maior autonomia tecnológica.</p>
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		<title>Frederico de Siqueira defende posicionamento do Brasil como hub digital latino e IA em português</title>
		<link>https://dplnews.com/frederico-de-siqueira-defende-posicionamento-do-brasil-como-hub-digital-latino-e-ia-em-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[hub digital]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[ministro Frederico de Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1140" height="660" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ministro frederico qualcomm mf5526 e1777992300886" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886.jpeg 1140w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886-300x174.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886-1024x593.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886-768x445.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1140px) 100vw, 1140px" title="Frederico de Siqueira defende posicionamento do Brasil como hub digital latino e IA em português 13"></div>FWA, data centers e futuro do edge é tokenização: temas que dominaram a abertura de evento da Qualcomm.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1140" height="660" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ministro frederico qualcomm mf5526 e1777992300886" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886.jpeg 1140w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886-300x174.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886-1024x593.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/dplnews-ministro-frederico-qualcomm_mf5526-e1777992300886-768x445.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1140px) 100vw, 1140px" title="Frederico de Siqueira defende posicionamento do Brasil como hub digital latino e IA em português 14"></div>
<p><em>São Paulo.</em> O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira, participou da abertura do evento Qualcomm Innovation Summit nesta terça-feira (5) defendendo a aprovação do Redata como pauta prioritária para fortalecer a infraestrutura digital e ampliar o desenvolvimento de inteligência artificial no país.</p>



<p>Segundo ele, o Brasil precisa aproveitar a oportunidade neste 2026 para se consolidar como hub tecnológico, uma vez que o país já concentra cerca da metade do mercado regional.</p>



<p>“Vamos além, pretendemos transformar o Brasil num grande hub tecnológico para explorarmos o mercado latino de data centers e de países da África com LLM em português”, disse.</p>



<p>O ministro destacou que esse avanço depende de coordenação entre redes resilientes, cabos submarinos, além de energia e segurança jurídica.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Leia também: </strong><a href="https://dplnews.com/brasil-data-centers-match-sem-ir-para-frente-redata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Brasil e data centers dão “match”, mas não se comprometem</strong></a></p>



<p>Antes, o presidente da Qualcomm para a América Latina, <a href="https://dplnews.com/5g-com-ia-uma-combinacao-eficaz-contra-a-exclusao-digital-luiz-tonisi-presidente-da-qualcomm-latam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Tonisi</a>, apontou o FWA como uma das principais oportunidades para democratizar a banda larga no Brasil, a despeito do tema ter ficado um pouco morno no país e a exemplo da expansão nos Estados Unidos.</p>



<p>Segundo ele, a expansão da inteligência artificial embarcada, com processamento direto nos dispositivos, deve “tokenizar a economia” e ampliar o alcance tecnológico. O executivo também anunciou que a empresa trabalhará com uma cadência anual de lançamento de data centers voltados a diferentes verticais, como energia e indústria.</p>



<p>Já o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo, Vahan Agopyan, ressaltou os mecanismos de fomento, parcerias público-privadas e editais de apoio, especialmente para startups e setores estratégicos do governo do Estado. “Assumimos 50% do risco nos projetos de inovação das empresas, sem intervir em suas operações ou administração”, frisou.</p>



<p>Segundo ele, o objetivo é estimular o desenvolvimento tecnológico em um ambiente que combine produção de conhecimento e liberdade para inovar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasil e data centers dão “match”, mas não se comprometem</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-data-centers-match-sem-ir-para-frente-redata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[ReData]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="bolet 4may26.jpg" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg.jpeg 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-300x203.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-1024x693.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-768x520.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-1536x1040.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Brasil e data centers dão “match”, mas não se comprometem 15"></div>País tem todos os atributos desejados: mercado, energia e conectividade, mas não transforma isso em posição global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="bolet 4may26.jpg" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg.jpeg 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-300x203.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-1024x693.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-768x520.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/bolet-4may26.jpg-1536x1040.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Brasil e data centers dão “match”, mas não se comprometem 16"></div>
<p>O regime especial para data centers (Redata) proposto no <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2600838" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">PL 278/2026</a>, surge no Brasil como uma resposta tardia e ainda incompleta para uma disputa que não é só econômica como geopolítica. </p>



<p>A proposta, que sucedeu da medida provisória editada em 2025 e que perdeu vigência em fevereiro deste ano, segue em tramitação na Câmara dos Deputados em regime de urgência desde então, mas sem avanço concreto até o presente momento. Enquanto isso, o mercado continua se movendo.</p>



<p>Segundo o próprio texto do PL, cerca de<strong> 60% das cargas digitais nacionais estão fora do país</strong> – o que implica não apenas déficit econômico, mas em vulnerabilidade estratégica e, por óbvio, dependência de infraestrutura externa.&nbsp;</p>



<p>A justificativa do projeto evidencia ainda que o Brasil ocupa apenas a 10ª posição no mercado mundial de data centers, com cerca de <strong>2% de participação global</strong>, atrás de países como Japão e Holanda, um nível de participação ínfimo que ainda não reflete o tamanho do seu mercado nem as condições que o país reúne.&nbsp;</p>



<p>Esse descompasso entre política pública e dinâmica de investimento talvez seja hoje o principal risco para o posicionamento do Brasil. É nesse ponto que o Redata se insere como instrumento de política industrial voltado à internalização dessa capacidade.&nbsp;</p>



<p>Ao reduzir o custo de implantação suspendendo tributos sobre equipamentos e infraestrutura e exigir contrapartidas como uso de energia renovável, investimento em P&amp;D e oferta mínima de capacidade ao mercado doméstico, o projeto tenta equilibrar atração de capital estrangeiro com algum nível de captura de valor local.&nbsp;</p>



<p>Mas esse movimento ocorre em um mercado regional que cresce rápido, com capital já em deslocamento e competição crescente entre países para atrair esses investimentos onde custo não é o único fator decisivo.</p>



<p><a href="https://www.globenewswire.com/news-release/2026/04/29/3283487/0/en/Latin-America-Data-Center-Colocation-Databook-Report-2026-3-7-Billion-Market-Led-by-Ascenty-Equinix-and-Odata-as-Regional-Operators-Expand-Hyperscale-Capacity-Across-Brazil-and-Mex.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Relatório recente da Research and Markets</a> indica que o setor de colocation na <strong>América Latina</strong> cresce a taxas superiores a 20% ao ano, com previsão de atingir <strong>US$ 3,7 bilhões já em 2026</strong> e quase dobrar até o fim da década.</p>



<p>Esse crescimento é puxado principalmente por <strong>Brasil e México</strong>, que concentram a maior parte da demanda e dos investimentos de hyperscalers como <strong>AWS, Google e Microsoft</strong>. Ao mesmo tempo, outros mercados como <strong>Chile e Colômbia</strong> começam a se posicionar como alternativas viáveis.</p>



<p>Nesse cenário, o Brasil parte de uma posição privilegiada: tem o maior mercado consumidor da região, infraestrutura de conectividade consolidada e uma matriz energética com forte participação de fontes renováveis, um ativo cada vez mais relevante. Energia, afinal, também é um fator decisivo de localização da computação em larga escala.</p>



<p>O problema é que essa vantagem vem acompanhada de um gargalo estrutural que o Redata não resolve.</p>



<p>A principal restrição ao avanço de data centers na América Latina hoje não é a falta de demanda nem de capital, mas a <strong>infraestrutura energética</strong>. No caso brasileiro, isso se traduz em prazos longos de conexão à rede, limitações na expansão da transmissão e dificuldade de acesso a energia firme em regiões como São Paulo, onde se concentra a maior parte dos projetos.</p>



<p>Operadores já respondem a isso com contratos diretos de energia renovável (PPAs), investimento em geração própria e soluções de armazenamento.</p>



<p>O Redata reconhece parcialmente esse problema ao exigir que os empreendimentos sejam abastecidos por fontes limpas, mas desloca a solução justamente para o nível do projeto individual, <strong>sem enfrentar o planejamento energético de forma integrada</strong>. Isso cria um paradoxo: estimula a instalação de infraestrutura de uso intensivo de energia sem garantir as condições estruturais para seu funcionamento.&nbsp;</p>



<p>E cá entre nós, o Brasil vem se tornando um especialista em criar soluções com entraves. O mesmo Redata também se debate com uma <a href="https://dplnews.com/outro-impasse-fiscal-ameaca-redata-e-provoca-reacao-do-setor/">outra resolução que elevou as alíquotas do Imposto de Importação</a> sobre servidores, equipamentos de rede, semicondutores e circuitos integrados, com alíquotas entre 7,2% e 25%. Ou seja: com uma mão dá a suspensão de tributos para instalação de data centers, mas os tira com a outra em maiores custos.</p>



<p>Problemas à parte, o que emerge desse conjunto de fatores é um cenário em que o Brasil, pela primeira vez, reúne condições reais de se posicionar como hub digital relevante não apenas na América Latina, mas no cenário global. Tem mercado, tem conectividade, tem energia potencialmente competitiva e tem pressão regulatória.</p>



<p>O Redata vai na direção correta ao tentar transformar essas condições em política pública, mas seu desenho e sua tramitação lenta acabam por travar agendas que hoje são inseparáveis: energia, indústria e soberania digital. A disputa, no fim, não é apenas por atrair data centers, mas por definir que papel o país vai ocupar na economia digital.</p>
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		<item>
		<title>Provedor de internet operava avião que atingiu residências em BH</title>
		<link>https://dplnews.com/provedor-de-internet-operava-aviao-que-atingiu-residencias-em-bh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 01:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inet Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="881" height="495" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Captura de tela 2026 05 04 215239" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239.png 881w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239-300x169.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px" title="Provedor de internet operava avião que atingiu residências em BH 17"></div>O acidente aéreo que chocou no Brasil nesta segunda-feira (4), era operado pela iNet Telecomunicações, provedora de internet sediada em Teófilo Otoni, região norte de Belo Horizonte. O piloto da aeronave e um passageiro morreram ao atingirem um prédio residencial. Outras três pessoas ficaram feridas. A empresa que atua no Vale do Mucuri com serviços de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="881" height="495" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Captura de tela 2026 05 04 215239" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239.png 881w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239-300x169.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-04-215239-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px" title="Provedor de internet operava avião que atingiu residências em BH 18"></div>
<p>O acidente aéreo que chocou no Brasil nesta segunda-feira (4), era operado pela iNet Telecomunicações, provedora de internet sediada em Teófilo Otoni, região norte de Belo Horizonte. O piloto da aeronave e um passageiro morreram ao atingirem um prédio residencial. Outras três pessoas ficaram feridas.</p>



<p>A empresa que atua no Vale do Mucuri com <a href="https://dplnews.com/brasil-banda-ancha-miles-isp-mercado-en-consolidacion/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">serviços de banda larga</a>, telefonia e TV por assinatura, se manifestou em nota pelas redes sociais se solidarizando com as vítimas e se colocando à disposição das autoridades para esclarecimentos.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DX7wFu1A3c1/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DX7wFu1A3c1/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="nofollow noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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</div></figure>



<p>Conforme repercutido, o monomotor era um modelo Neiva EMB-721C, fabricado em 1979, com capacidade para cinco passageiros, mas no momento do acidente transportava quatro pessoas.&nbsp;</p>



<p>O registro da aeronave é de pessoa física e operava sob regras de aviação privada. A Agência Nacional de Aviação Civil&nbsp; (Anac) confirmou que o avião não tinha autorização para funcionar como táxi aéreo.</p>
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		<title>Lula sanciona aumento de penas para crimes contra infraestrutura de telecomunicações</title>
		<link>https://dplnews.com/lula-aumenta-pena-de-crimes-danos-em-telecomunicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Violeta Contreras García]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 22:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de cabos]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="800" height="400" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews roubocabos mc250621" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621.jpeg 800w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621-300x150.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621-768x384.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621-696x348.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" title="Lula sanciona aumento de penas para crimes contra infraestrutura de telecomunicações 19"></div>A Lei nº 15.397 estabelece penas de prisão mais severas para o roubo de cabos, equipamentos e dispositivos, bem como para fraudes digitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="800" height="400" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews roubocabos mc250621" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621.jpeg 800w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621-300x150.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621-768x384.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/06/dplnews_roubocabos_mc250621-696x348.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" title="Lula sanciona aumento de penas para crimes contra infraestrutura de telecomunicações 20"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/lula-endurece-penas-delitos-contra-infraestructura-telecomunicaciones-brasil/">Leer en español</a></strong><br>o presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> aprovaram uma lei que endurece as penas para crimes que danificam ou afetam a infraestrutura de telecomunicações.</p>



<p>Publicada nesta segunda-feira, 4 de maio, no&nbsp;<em>Diário Oficial da União</em>&nbsp;,&nbsp;<strong>a Lei nº 15.397</strong>&nbsp;introduz alterações ao Código Penal para proteger a infraestrutura e os serviços de telecomunicações, com foco no endurecimento&nbsp;<strong>das penas para roubo de equipamentos</strong>&nbsp;e interrupção de serviços.</p>



<p>A lei estabelece penas de prisão específicas de 2 a 8 anos, além de multa, para quem furtar <a href="https://dplnews.com/conexis-celebra-brasil-agravara-penas-por-robo-cables/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">elementos essenciais</a> para a conectividade, entre eles, <strong>fios, cabos e</strong> equipamentos de transmissão.</p>



<p>A nova lei também aumenta as penas quando o objeto do furto ou roubo for equipamento&nbsp;<a href="https://dplnews.com/google-y-meta-pueden-combatir-el-robo-de-celulares-brasil-dice-que-si/">pessoal</a>&nbsp;ou profissional, incluindo&nbsp;<strong>celulares, computadores</strong>&nbsp;(laptops e tablets) ou qualquer dispositivo eletrônico ou computacional similar. Se algum desses itens for furtado, a pena é de prisão de 4 a 10 anos e multa.</p>



<p>A lei também modifica o artigo 266 do Código Penal, que trata da interrupção ou perturbação dos serviços telegráficos, telefônicos, informáticos ou telemáticos, considerados serviços&nbsp;<strong>de utilidade pública</strong>&nbsp;.</p>



<p>Nesses casos, a pena aplicada é de prisão de 2 a 4 anos e multa. A pena <strong>será dobrada</strong> se o crime envolver o roubo, dano ou destruição de equipamentos instalados em estruturas utilizadas para a prestação de <a href="https://dplnews.com/brasil-lula-sanciona-ley-que-endurece-penas-por-robo-y-receptacion-de-cables/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">serviços de telecomunicações</a> .</p>



<p>Por fim, a legislação define e pune com mais rigor os golpes cometidos por meios digitais, incluindo fraudes perpetradas por meio de&nbsp;<strong>redes sociais, contatos telefônicos,</strong>&nbsp;e-mails fraudulentos ou duplicação de dispositivos e aplicativos de internet. A pena para essas formas de fraude eletrônica varia de quatro a oito anos de prisão e multa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pressão sobre redes críticas</h2>



<p>O Brasil está endurecendo as penalidades em resposta ao aumento de <strong>roubos e vandalismo na</strong> infraestrutura de telecomunicações, particularmente em cabos de cobre e equipamentos ativos, que afetam a continuidade do serviço e <a href="https://dplnews.com/brasil-comision-aprueba-aumento-de-la-pena-por-robo-y-hurto-de-cables/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">elevam os custos operacionais</a> para as operadoras.</p>



<p>Segundo a&nbsp;<strong>GSMA</strong>&nbsp;, os ataques à infraestrutura crítica — incluindo as telecomunicações — geram prejuízos de milhões de dólares por ano e&nbsp;<strong>podem comprometer serviços essenciais</strong>&nbsp;, desde comunicações de emergência a operações financeiras e serviços públicos digitais.</p>



<p>Em nível latino-americano, esse fenômeno se intensificou devido ao valor de revenda de materiais como o cobre e à expansão das redes em áreas com menor vigilância.</p>



<p>No caso do Brasil, dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e relatos de operadoras documentam milhares de incidentes anuais relacionados ao roubo de cabos e equipamentos, que&nbsp;<strong>impactam diretamente a qualidade do serviço</strong>&nbsp;, especialmente em redes&nbsp;<em>de backhaul</em>&nbsp;fixas e móveis .</p>



<p>Esse tipo de crime causa transtornos e também atrasa a implantação de novas tecnologias, como <strong>o 5G ou a fibra óptica</strong>.</p>
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