Brasil | Recursos para banda C estendida são suficientes, dizem membros do GAISPI e da EAF

Teletime – Bruno do Amaral

Uma das questões apresentadas pelo setor de satélites para a limpeza da faixa de 3,5 GHz para o 5G é que os recursos apresentados para a desocupação da banda C estendida podem ter sido otimistas. No total, os projetos do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625-3.700 MHz (GAISPI) têm R$ 6,3 bilhões em recursos advindos do leilão, dos quais a menor porção (R$ 393 milhões, ou 6%) são para a desocupação. A maior parte é para a migração da banda Ku (R$ 3,57 bilhões, 57%). Juntos, os projetos de rede privativa e PAIS receberão R$ 2,34 bilhões, ou 37% do total.

Coordenador do Grupo de Trabalho de Desocupação do GAISPI e assessor do conselheiro Moisés Moreira na Anatel, Alex Azevedo explicou no Painel Telebrasil 2022 na quarta-feira, 29, entende que não há com o que se preocupar. “A estimativa é que nas estações satelitais, os R$ 393 milhões sejam suficientes, mesmo considerando um incremento”, declarou, referindo-se à previsão de que o parque de 14,5 mil estações cadastradas possa ser, na realidade, a metade dos receptores realmente no mercado.

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