Brasil | Órama reforça viés tecnológico em parcerias

Valor – Adriana Cotias

Com dez anos na rua e R$ 13,5 bilhões sob custódia, a Órama Investimentos se prepara para uma nova fase, apesar de ter abortado, por ora, o plano de buscar uma rodada de capitalização de até R$ 500 milhões no mercado. Para financiar os próximos passos, a companhia contou com um aporte de R$ 100 milhões dos sócios atuais. Num intervalo de até dois anos, o desejo de debutar na bolsa com uma oferta de ações permanece no horizonte.

Até lá, a companhia deve ter uma configuração bem diferente da atual. Pediu, por exemplo, autorização do Banco Central para ser instituição emissora de moeda eletrônica, a fim de oferecer aos clientes uma conta que possa ser transacional, para transferências instantâneas via PIX e cartão de crédito, por exemplo.

De imediato, a Órama aprofunda o viés da tecnologia e costura acordos sob o conceito de “investments as a service”, em que o parceiro que se pluga à plataforma tem acesso às diversas modalidades de investimentos para oferecer à sua própria base. É um passo adiante no chamado “white label”, em que tudo aparece com a marca do cliente B2B.

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