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	<title>tecnologias hápticas &#8211; DPL News</title>
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		<title>“O 6G vai nos libertar do celular”, diz especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mirella Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 13:24:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="626" height="332" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/03/dplnews_6g_mc230321.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews 6g mc230321" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/03/dplnews_6g_mc230321.jpeg 626w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/03/dplnews_6g_mc230321-300x159.jpeg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" title="“O 6G vai nos libertar do celular”, diz especialista 1"></div>“A melhoria na capacidade de interação humana vai ser a aplicação que vai propiciar ao 6G um sucesso econômico e de expansão”, defendeu o professor Luciano Leonel Mendes, do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), durante o Workshop Brasil 6G na sexta-feira, 11. Ele explicou que a interação da forma como fazemos hoje – por meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="626" height="332" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/03/dplnews_6g_mc230321.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews 6g mc230321" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/03/dplnews_6g_mc230321.jpeg 626w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/03/dplnews_6g_mc230321-300x159.jpeg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" title="“O 6G vai nos libertar do celular”, diz especialista 2"></div>
<p>“A melhoria na capacidade de interação humana vai ser a aplicação que vai propiciar ao 6G um sucesso econômico e de expansão”, defendeu o professor Luciano Leonel Mendes, do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), durante o <strong>Workshop Brasil 6G</strong> na sexta-feira, 11.</p>



<p>Ele explicou que a interação da forma como fazemos hoje – por meio de telas – não é suficiente para suprir a necessidade dos humanos de contato. <strong>“A grande aplicação do 6G vai ser me permitir me livrar do celular”</strong>, comentou. “Vai nos libertar e nos permitir interagir à distância usando muito mais que a ponta do dedo em uma tela.”</p>



<p>Isso acontecerá porque o <strong>6G será mais voltado para o consumidor</strong>, se compararmos com o 5G, e as <a href="https://dplnews.com/la-definicion-de-estandares-6g-potenciara-la-carrera-por-el-liderazgo-tecnologico/">tecnologias hápticas serão aprimoradas</a>, gerando soluções para realidade misturada, por exemplo.</p>



<p>Uma das utilidades da tecnologia são os jogos. Em vez de usar óculos de realidade virtual, que podem ser desconfortáveis e pesados, as pessoas poderão se divertir com mais elementos conectados que levam à <a href="https://dplnews.com/meta-desarrolla-guantes-hapticos-para-sentir-cosas-virtuales-en-el-metaverso/">sensação de participar do jogo</a>.</p>



<p>O diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios, Carlos Lauria, lembrou que também haverá <strong>aplicações para operações perigosas</strong>. “Você pode colocar um robô atuando dentro de uma usina nuclear ou dentro de uma operação de alta tensão, e o operador vai fazer os movimentos como se ele estivesse ali, e não usando uma interface de tela.”</p>



<p>Também participaram da discussão Daniel Ricardo, Mobile Technology Tactical and Strategic Planning na Algar Telecom; Agostinho Linhares, Gerente de Espectro, Órbita e Radiodifusão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); e José Gontijo, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="a-teoria-por-tras-do-6g"><strong>A teoria por trás do 6G</strong></h4>



<p>O professor da Universidade de Oulu, Matti Latva-Aho, apresentou os principais impulsionadores da tecnologia 6G: sociedade, negócios, padrões e tecnologia.&nbsp;</p>



<p>Para ele, as discussões que vão levar ao 6G devem ser baseadas em inclusão digital, que será complementada com soluções para áreas remotas, incluindo satélites; novos ecossistemas e modelos de negócios disruptivos; colaboração e padrões globais; privacidade de dados e segurança para os negócios; arquitetura de rede orientada a serviços; <strong>conectividade super eficiente em faixas de frequência acima de 1000 GHz</strong>; e redes e aplicativos inteligentes habilitados para Inteligência Artificial.</p>



<p>Mas essa realidade ainda vai demorar para chegar ao consumidor. A previsão é que o <strong>6G começará a aparecer por volta de 2030</strong> para satisfazer as expectativas não atendidas pelo 5G e trazer novidades, como aplicativos com IA em todos os campos da sociedade.</p>
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