Convergência Digital – Luís Osvaldo Grossmann
Os benefícios do 5G são fáceis de identificar: redes privativas sob medida para demandas corporativas, velocidades e resiliência sem fio semelhantes às conexões fixas, baixíssima latência, múltiplos dispositivos conectados. Mas ainda que tudo avance como esperado no leilão de frequências e no calendário dos compromissos, a nova geração tecnológica precisa ser acessível para que o 5G chegue de verdade ao Brasil.
Esse é o principal desafio, conforme apontado nesta sexta, 25/6, durante debate sobre a quinta geração durante o Ciab Febraban 2021. Regulador, operadoras de telecomunicações e bancos apontaram para a importância da combinação de políticas e práticas de mercado que enderecem a acessibilidade do 5G.
“Enfrentamos desafios relacionadas à situação do Brasil, à capacidade de atrair investimentos, à flutuação cambial, à capacidade de consumo das pessoas. Os dois principais desafios para a Anatel são o processual, que é a realização do leilão e já encaminhado, e o pessoal. E esse segundo ponto é o mais preocupante. Que teremos 5G no Brasil é fato. Mas pode haver risco de que ele não esteja disponível a todos”, destacou o vice-presidente da Anatel, Emmanoel Campelo.
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