“O Ministério da Ciência e Tecnologia não tem como fazer qualquer interferência geopolítica. A nossa posição é mais técnica. A decisão sobre a fabricante chinesa Huawei caberá ao presidente Bolsonaro”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), Marcos Pontes ao portal Mobile Time.
No final do ano passado, os Estados Unidos iniciaram uma perseguição à maior fornecedora de equipamentos para redes de telecomunicações do mundo. A primeira ação foi deflagrada em dezembro, quando a diretora financeira da companhia chinesa, Meng Wanzhou, foi detida no Canadá a pedido dos norte-americanos que acusam a executiva e a Huawei da prática de lavagem de dinheiro, fraude bancária e roubo de segredos tecnológicos. A executiva foi libertada logo em seguida, mas encontra-se sob vigilância no Canadá enquanto tramita um processo de extradição para os EUA.