Valor – Álvaro Campos e Sérgio Tauhata
O mercado de câmbio brasileiro está à beira de uma revolução. Avanços tecnológicos, a chegada das fintechs, propostas de mudanças regulatórias trazidas pelo Banco Central (BC), a possibilidade de aprovação do projeto de lei cambial e até o open banking tendem a criar um campo fértil para o surgimento de inovações, um aumento de competição e uma crescente oferta de produtos inéditos no médio prazo.
O BC finalizou em janeiro uma consulta pública – a de número 79 – para novas regras de modernização do mercado de câmbio. As propostas, de acordo com o próprio edital da autoridade, “aprimoram a regulamentação do mercado de câmbio, considerando as inovações tecnológicas e os novos modelos de negócios relacionados a pagamentos e transferências internacionais”.
Dentre as mudanças propostas, três concentram as atenções do mercado: a possibilidade de instituição de pagamento solicitar licença para atuar no mercado de câmbio, a abertura de contas de pagamento pré-pagas em moeda nacional para residentes no exterior e a criação do eFX, uma plataforma eletrônica para tratar dos serviços de pagamento ou transferências internacionais.
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