MONTEIRO LOBATO (SP) – O ritual se repetia todas as manhãs. Carolina Ribeiro Defino, 35, acordava por volta das 7 horas e fazia uma caminhada de cerca de 300 metros. “Como tinha que subir o morro, dava a impressão de andar 1 quilômetro”, brinca. Nas mãos, levava o celular, em busca de um sinal de internet.
Em meio a vacas e galinhas da propriedade rural vizinha à sua casa, onde estava instalada uma antena, ouvia os recados da véspera, tentava ligar para a família, um amigo ou um contato de trabalho. Descia o morro. Só voltaria a ficar conectada no dia seguinte.
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