Convergência Digital – Ana Paula Lobo
A proposta feita pelas entidades TelComp e Associação NEO de uma venda da Oi Móvel – a partir da pulverização dos ativos pelos 67 DDDs pelos quais foram divididos – seria prejudicial à sustentabilidade da Oi.
“A venda pulverizada seria complexa e de um risco à própria recuperação judicial, que é bom lembrar existe para não deixar uma empresa quebrar. A Oi tem milhares de empregados em todo o Brasil e o modelo possível é o que garante o social, os empregos, e minimize os prejuízos dos credores”, afirmou o advogado Gustavo Marinho, da Marinho &Valim Advogados, ouvido pelo portal Convergência Digital.
Para Marinho, cabe à Anatel e ao CADE criarem as condições de proteção ao consumidor. “Os órgãos reguladores e concorrenciais sabem que medidas devem ser impetradas para assegurar que TIM, Vivo e Claro mantenham a competição e garantam o bom atendimento ao consumidor”, reforçou.
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