A legislação acerca da inteligência artificial deveria ser principiológica, cabendo o protagonismo de estabelecer as regras setoriais aos órgãos reguladores — como Banco Central para o mercado financeiro e a Anatel para telecomunicações. Essa visão foi definida por Dora Kaufman, professora do Programa Tecnologias da Inteligência e Design Digital na PUC-SP, ao participar de durante o evento Deloitte GenAI Summit. “Esse é um caminho. Você cria algo geral, principiológico, e as agências setoriais vão ter a função da especificidade”, disse.
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