Brasil | Claro defende compartilhamento de rede e parcerias no mercado móvel

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Para a Claro, o avanço de novas operadoras no segmento móvel não depende de mudanças nas regras da Anatel para o acesso ao espectro, mas sim do aproveitamento pleno de parcerias e do compartilhamento de rede (RAN sharing) ao lado de players consolidados.

A leitura foi feita pela diretora de assuntos regulatórios da operadora, Monique Barros, durante workshop de espectro realizado pela Anatel nesta terça-feira, 25. A executiva afirmou que a Claro não vê falhas de mercado na dinâmica atual do segmento móvel e que a regulação vigente já prevê mecanismos suficientes para acesso ao espectro por novos competidores.

Entre os meios estariam os próprios leilões da Anatel, acordos de exploração industrial de radiofrequências (EIR), acordos para operadoras móveis virtuais e também de compartilhamento de redes de acesso (RAN sharing). O mercado de revenda de espectro seria outra alternativa, na medida em que começar a sair do papel.

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