Teletime – Henrique Julião
Preocupados com o impacto concorrencial da venda dos ativos móveis da Oi para Claro, TIM e Vivo, provedores regionais (ISPs) reunidos na Abrint desejam que a avaliação do negócio considere efeitos no mercado de redes fixas – e não apenas no segmento móvel. A entidade também deseja que a Anatel aja para impedir concentração e ociosidade de espectro após a operação.
Em entrevista a TELETIME, a conselheira jurídica da Abrint, Cristiane Sanches, classificou as consequências do negócio como inéditas. Por isso, defendeu que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avalie também as repercussões no mercado fixo, refletindo preocupação similar à expressa pela TelComp.