TIM Brasil: 5G é mais uma política de Estado do que um negócio de telecom

Convergencia Digital – Ana Paula Lobo

O 5G é muito mais uma política de Estado do que um negócio para as operadoras de Telecom, advertiu o CEO da TIM Brasil, Pietro Labriola, em encontro com a imprensa nesta quinta-feira, 05/12, em São Paulo. O executivo insistiu que se o leilão for arrecadatório – e há a preocupação nesse sentido uma vez que a venda das frequências do 5G entrou no programa de Privatização do Governo Bolsonaro e passou à Casa Civil – as operadoras não vão ter dinheiro para comprar frequência e instalar redes ao mesmo tempo.

“Precisamos dizer que para as operadoras o 5G não será de fácil monetização no curto prazo. O 4G o foi. Foi possível falar para o acionista. Investe que vamos ganhar dinheiro logo. No 5G, o cenário é outro. Quem ganha de verdade é o Estado. São aplicações de segurança, de educação de telemedicina viabilizadas pela tecnologia”, sustentou. O CTIO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville, lembra que o 5G não vai minimizar os aportes no 4G. “O 4G será o pilar dos negócios e das redes pelo menos até 2028”, afirmou.

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