Teletime – Samuel Possebon
Às vésperas da Conferência Interacional de Radiocomunicação da UIT (WRC 2019), no Egito, e com o leilão de espectro de 5G no Brasil previsto para 2020, o cenário de disputa por espectro e novos modelos de gestão de frequências começa a ficar, no mínimo, mais movimentado no País. Esta semana, Martha Suarez, que preside a Dynamic Spectrum Alliance (DSA), peregrinou em diversos gabinetes de Brasília, incluindo MCTIC, Anatel e Ministério da Economia, levantando uma questão: será que o modelo brasileiro de gestão de espectro atende às necessidades do Brasil? A entidade advoga por modelos de gestão espectral que permitam a ampliação dos serviços de banda larga por diversas tecnologias, e diversos provedores, para além das empresas tradicionais.
A DSA existe há cerca de dois anos e congrega empresas como Amazon, Microsoft, Google e Facebook, assim como fornecedores como Cisco, Broadcom, Aruba, Ruckus entre outras. Em entrevista a este noticiário, Suarez explicou que o objetivo central da entidade é conectar a população não conectada. “Metade do mundo não tem conexão à Internet ou têm conexões muito limitadas, são 4 bilhões de pessoas, e precisamos que os governos considerem mais alternativas para conectar estas pessoas”, diz a dirigente, que durante muitos anos foi a principal autoridade reguladora de espectro na Colômbia.
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