Teletime – Samuel Possebon
As operadoras de satélite têm vivido, no último anos, uma disputa agressiva por preços, num processo decorrente do grande número de competidores no mercado (são pelos menos sete grande operadoras atuando no Brasil) e do aumento de capacidade, com o lançamento de satélites de grande capacidade nas bandas C, Ku e Ka.
Mas tudo indica que esta fase mais agressiva da guerra de preços esteja se estabilizando, mostrou o Congresso Latinoamericano de Satélites, realizado pela TELETIME na semana passada. Para Jurandir Pitsch, VP para a América Latina da SES, este ajuste começa a acontecer à medida que alguns satélites que operavam para o Brasil não são repostos, reduzindo a capacidade disponível e forçando um reequilíbrio de preços.