Teletime – Samuel Possebon
Para a Claro, a aprovação, como está, do relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) ao PL 3.832/2019, que reforma o modelo legal da TV paga, trará danos irreparáveis ao mercado de TV por assinatura, afastará investimentos no setor e forçará a indústria a migrar para a Internet, o que trará impactos para a arrecadação dos Estados e fomento ao mercado audiovisual. Segundo Fábio Andrade, vice-presidente institucional do grupo Claro Brasil e membro titular do Conselho de Comunicação Social, “da forma como o senador Arolde de Oliveira está encaminhando o PL 3.832, será o fim da cadeia econômica da TV por assinatura”.
Para o executivo, “ao excluir os serviços de Internet, o projeto cria uma grave assimetria competitiva, pois apenas as empresas tradicionais permanecerão obrigadas a carregar os conteúdos nacionais, fazer os investimentos em produção independente e carregar os canais obrigatórios, como TV Câmara e TV Senado”.
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