Teles preparam edge como serviço e ampliam infraestrutura mirando 5G

Teletime –  Henrique Julião

Elemento obrigatório para a habilitação de serviços 5G no Brasil, a construção de infraestrutura computacional nas “bordas” próximas ao local do acesso (edge computing) está se tornando realidade entre as principais operadoras brasileiras. Enquanto a TIM já conta com 11 data centers edge operando em oito estados diferentes, a Claro Brasil projeta para o último trimestre o lançamento de produto baseado na tecnologia para clientes corporativos – um caminho que também deve ser trilhado pela Oi.

No caso da TIM, a estratégia foi divulgada junto ao piloto 5G realizado pela empresa em Florianópolis. Para habilitar o serviço de forma comercial um ano após o leilão de espectro de 2020, a empresa projeta 21 data centers edge até o final de 2021, além de outros 16 para funções core. O objetivo com a camada de rede descentralizada é permitir baixíssima latência em serviços de quinta geração. “Esse conceito arquitetônico é muito importante para o 5G, pois todo conteúdo deve estar o mais próximo possível do usuário final”, explicou o diretor de engenharia de rede da TIM, Marco di Costanzo.

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