Teletime – Henrique Julião
Representando uma série de operadoras de atacado, B2B e regionais, a TelComp publicou nesta quinta-feira, 25, uma análise sobre o impacto no mercado da separação estrutural de uma unidade de infraestrutura de fibra ótica planejada pela Oi. De acordo com a entidade, uma “chinese wall efetiva” – ou seja, uma “muralha da China” – que evite conflitos de interesse com futuros clientes na operação da rede neutra e medidas regulatórias devem ser necessárias.
Para a TelComp, “os desafios de execução são grandes” para o modelo de redes neutras proposto, ainda que a lógica da separação estrutural seja boa. “As operadoras de redes neutras, criadas por separação estrutural, como a InfraCo da Oi, dependerão de chinese wall efetiva, para ganhar a confiança do mercado”, afirmou a nota. A menção é feita porque, além do mercado em geral, um dos principais clientes da nova subsidiária de infraestrutura deve ser a própria Oi.