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	<title>tecnologia &#8211; DPL News</title>
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		<title>Huawei: América Latina não precisa vencer a corrida tecnológica</title>
		<link>https://dplnews.com/huawei-america-latina-nao-precisa-vencer-a-corrida-tecnologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="973" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews danielzhou mf4326" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-300x228.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-1024x778.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-768x584.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-86x64.jpeg 86w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="Huawei: América Latina não precisa vencer a corrida tecnológica 1"></div>Barcelona, Espanha. &#8220;Não precisa ser uma competição. Nem todo país precisa ter controle total de uma tecnologia. O mais importante é como se beneficiar dela.&#8221; Assim encara Daniel Zhou, presidente da Huawei para América Latina e Caribe. De forma franca e otimista, o executivo falou que o que realmente gostaria de ver na região é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="973" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews danielzhou mf4326" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326.jpeg 1280w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-300x228.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-1024x778.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-768x584.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2026/03/dplnews-danielzhou-mf4326-86x64.jpeg 86w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" title="Huawei: América Latina não precisa vencer a corrida tecnológica 2"></div>
<p><em>Barcelona, Espanha. </em>&#8220;Não precisa ser uma competição. Nem todo país precisa ter controle total de uma tecnologia. O mais importante é como se beneficiar dela.&#8221; Assim encara <strong>Daniel Zhou</strong>, presidente da Huawei para América Latina e Caribe.</p>



<p>De forma franca e otimista, o executivo falou que o que realmente gostaria de ver na região é que ela possa avançar mais rapidamente nas áreas de <strong>inteligência artificial e nuvem</strong>, adotando uma visão mais própria dessas tecnologias. &#8220;Que as pessoas e os governos possam escolher por si o que mais os beneficia e então adote. Essa é a atitude que os países latino-americanos deveriam ter&#8221;, disse.</p>



<p>Para Zhou, este ponto é puramente estratégico, uma vez que cada país tem seus próprios pontos fortes: agricultura, <a href="https://dplnews.com/mineria-4-0-para-transformar-un-sector-centenario/">mineração</a>, diferentes setores da indústria, etc. Logo, é preciso analisar onde está a tendência de seu país e como tirar o máximo proveito dela em direção ao que o mundo vai: um lugar cada vez mais digital.</p>



<p>Outro ponto é a antecipação: planejar a infraestrutura necessária e equilibrar metas regulatórias e a rentabilidade das operadoras.</p>



<p>O cenário bastante conhecido, no entanto, é outro. Apesar dos esforços para atrair investimentos, fomentar o desenvolvimento e regular a tecnologia, tais movimentos já são tardios e muito incipientes em comparação às grandes potências. A América Latina é desigual em todos os aspectos, e digitalmente não é diferente.</p>



<p>Para se ter uma ideia, na China, o 5G já é assunto praticamente superado. 95% da população está coberta, alcançando 70% do território do país. Existem <strong>4,5 milhões de estações rádio-base (ERB)</strong>, enquanto em toda a América Latina são menos de 200 mil – em números apresentados pelo próprio Zhou.</p>



<p>Comparando o número de estações 4G e 5G, a taxa de equivalência é de cerca de 20% na região. <strong>A penetração de dispositivos 5G é inferior a 30%</strong>. Considerando esses fatores, &#8220;os próximos três a cinco anos ainda serão focados na expansão do 5G. Esperamos a instalação de cerca de <strong>100 mil novas estações por ano</strong>&#8220;, prevê o executivo.</p>



<p>A despeito da situação regional, <a href="https://dplnews.com/digital-trends-10-6g-tecnologia-geopolitica-y-conectividad-autonoma-2/">o mundo já começa a olhar para o <strong>6G</strong></a>. Neste aspecto, a Huawei vê o espectro como um dos fatores mais críticos, uma vez que a indústria espera que a próxima tecnologia utilize frequências mais altas que as atuais. &#8220;Alguns países já estão reservando espectro&#8221;, alertou Zhou.</p>



<p>Ele revelou também que a empresa está investindo em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D), preparando a evolução suave entre as gerações. &#8220;Não queremos que clientes precisem descartar tudo ao migrar para o 6G&#8221;, concluiu.</p>
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		<title>Entre chips, dados e inteligência artificial, 2025 marcou o avanço da soberania tecnológica do Brasil</title>
		<link>https://dplnews.com/entre-chips-dados-e-inteligencia-artificial-2025-marcou-o-avanco-da-soberania-tecnologica-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 16:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[chips]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="800" height="450" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ciberseguranca brasil mf13924" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924.png 800w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924-300x169.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" title="Entre chips, dados e inteligência artificial, 2025 marcou o avanço da soberania tecnológica do Brasil 3"></div>Ministério da Ciência, Tecnologia e InovaçãoQuando o assunto é soberania tecnológica, 2025 foi um ano em que o Brasil decidiu acelerar o passo — e fez isso com método, investimento e visão de futuro. Sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o país encerra o ano com R$ 267 milhões investidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="800" height="450" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ciberseguranca brasil mf13924" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924.png 800w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924-300x169.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/09/dplnews-ciberseguranca-brasil_mf13924-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" title="Entre chips, dados e inteligência artificial, 2025 marcou o avanço da soberania tecnológica do Brasil 4"></div>
<p><a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/12/entre-chips-dados-e-inteligencia-artificial-2025-marcou-o-avanco-da-soberania-tecnologica-do-brasil" rel="nofollow noopener" target="_blank">Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação</a><br>Quando o assunto é soberania tecnológica, 2025 foi um ano em que o Brasil decidiu acelerar o passo — e fez isso com método, investimento e visão de futuro. Sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o país encerra o ano com R$ 267 milhões investidos em projetos estratégicos de TICs, um crescimento de 116% no fomento em relação a 2024, além de uma engrenagem institucional que passou a operar em ritmo compatível com os desafios da era digital. Em um mundo onde dados, chips, inteligência artificial e supercomputação definem poder e autonomia, o ministério transformou política pública em infraestrutura concreta para o desenvolvimento nacional. </p>



<p><a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/12/entre-chips-dados-e-inteligencia-artificial-2025-marcou-o-avanco-da-soberania-tecnologica-do-brasil" rel="nofollow noopener" target="_blank">Mais&#8230;</a></p>
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		<title>Futurecom: 30ª edição reúne líderes globais, especialistas e executivos das principais marcas para discutir o futuro da tecnologia</title>
		<link>https://dplnews.com/futurecom-30a-edicao-reune-lideres-globais-especialistas-e-executivos-das-principais-marcas-para-discutir-o-futuro-da-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 14:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Futurecom 2025]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="770" height="400" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews futurecom mc181022" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022.jpeg 770w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022-300x156.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022-768x399.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022-696x362.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" title="Futurecom: 30ª edição reúne líderes globais, especialistas e executivos das principais marcas para discutir o futuro da tecnologia 5"></div>Serão mais de 200 horas de conteúdo e 500 palestrantes que falarão sobre IA, transformação digital, conectividade, cibersegurança e políticas públicas, entre outros temas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="770" height="400" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews futurecom mc181022" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022.jpeg 770w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022-300x156.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022-768x399.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2022/10/dplnews_futurecom_mc181022-696x362.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" title="Futurecom: 30ª edição reúne líderes globais, especialistas e executivos das principais marcas para discutir o futuro da tecnologia 6"></div>
<p>O <em>Futurecom</em>, a maior plataforma de conectividade, tecnologia e inovação da América Latina, centro-chave para soluções de cibersegurança e facilitador da transformação digital, promoverá debates sobre as tendências, desafios e avanços mais promissores em comunicação e conectividade. O evento reunirá aproximadamente 300 marcas expositoras em uma área de mais de 25 mil m².</p>



<p>A 30ª edição do evento será realizada de <strong>30 de setembro a 2 de outubro</strong> no São Paulo Expo, em São Paulo, e reunirá um sólido ecossistema de inovação, com mais de 200 horas de conteúdo e cerca de 500 palestrantes. O programa contará com nomes de destaque no cenário nacional e internacional, entre eles os especialistas <strong>Ronaldo Lemos e Paulo Rufino Henrique</strong>, e <strong>Conrad Riedesel</strong>, presidente do conselho da Deutsche Telekom, e <strong>Manish Singh</strong>, diretor de tecnologia global da Dell. Também estarão presentes executivos de empresas como Bayer, Bradesco, Grupo Boticário, Natura, Siemens e VTal. Além disso, estão confirmados representantes do setor público, como membros do Ministério das Comunicações. Entre os convidados especiais estão o piloto <strong>Rubens Barrichello</strong> e o jornalista <strong>Ernesto Paglia</strong>.</p>



<p>Barrichello, diretor não executivo para a América Latina da SOFTSWISS e ex-piloto de Fórmula 1, fará a conferência <em>“Tomada de Decisão Baseada em Dados: Da Telemetria à Inteligência de Negócios”</em> em <strong>1º de outubro, às 15h, na Sala Plenária 1</strong>. Já o painel <em>“Das Telas à Ação: Inovação em Monitoramento Climático e Audiovisual – Caçadores de Tempestades”</em> será apresentado pelo jornalista Ernesto Paglia, ao lado de <strong>Iara Cardoso</strong> (CEO do Grupo Storm) e <strong>Osmar Pinto Junior</strong> (fundador e coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica – ELAT/INPE), em <strong>30 de setembro, às 18h, na Plenária 1</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Congresso do Futuro</strong></h2>



<p>O Congresso terá como destaque <strong>Ronaldo Lemos</strong>, advogado, professor, coautor do Marco Civil da Internet (2014), colaborador do Plano Nacional de IoT (2018) e fundador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), que falará sobre <em>“A nova corrida global pela relevância tecnológica”</em> em <strong>1º de outubro, às 16h, na Plenária 1</strong>.</p>



<p>O cientista <strong>Pablo Sergio Rufino Henrique</strong> (CTIF Global Capsule Foundation/França e presidente da conferência internacional 6G Briefing), <strong>Jean-Pierre Bienaimé</strong> (ex-secretário-geral da 5G-IA na Comissão Europeia, ex-vice-presidente da Orange e ex-presidente do Fórum UMTS) e <strong>Paulo Fernando Silvestre</strong> (consultor em tecnologias digitais) participarão do painel <em>“Conectividade em 2055: comunicação e conexão em 30 anos”</em>, moderado por <strong>Wilson Cardoso</strong>, em <strong>2 de outubro, às 11h15, na Plenária 1</strong>. Rufino também estará no painel <em>“Futurecom Quantum Technologies: Celebrando 100 anos da mecânica quântica”</em> em <strong>2 de outubro, às 10h, na Plenária 2</strong>.</p>



<p>Outros destaques confirmados incluem <strong>Carlos Baigorri</strong> (presidente da Anatel), <strong>Luiz Alexandre Garcia</strong> (CEO da Algar Telecom), <strong>Felipe Campos</strong> (CEO da VTal) e <strong>Pablo Guaitá</strong> (diretor-geral da Deutsche Telekom). O painel <em>“30 anos em 01? Telecomunicações e IA”</em> acontece em <strong>30 de setembro, às 9h30, na Plenária 1</strong>, moderado por <strong>Ari Lopes</strong> (Omdia).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saúde e bem-estar</strong></h2>



<p><strong>Claudia Anania</strong> (CIO da Fundação Butantan), <strong>Edson Amaro Junior</strong> (neuro-radiologista e responsável de Tecnologias Avançadas Globais para Equidade do Hospital Albert Einstein) e <strong>Sônia Castral</strong> (analista da TGT) participam do painel <em>“Saúde 5.0 e bem-estar”</em>, moderado por <strong>Claudio Coelho</strong> (VP da Associação Brasileira de Startups e HealthTechs de Saúde – ABSS), em <strong>30 de setembro, às 9h30, na Plenária 2</strong>.</p>



<p><strong>André Fogaça</strong> (Inovação Logística da Ambev), <strong>Paulo Humberto Gouvêa</strong> (TIM Brasil), <strong>Jean Prisco</strong> (TI da MRS) e <strong>Guillermo Lastra</strong> (Ford Sudamérica) discutem <em>“Logística inteligente, conectada e autônoma: futuro ou sonho?”</em> em <strong>30 de setembro, às 14h30, na Plenária 2</strong>, com moderação de <strong>Pedro Moreira</strong> (Abralog).</p>



<p><strong>Conrad Riedesel</strong>, presidente do conselho da Deutsche Telekom Global Business, apresentará a conferência <em>“Conectividade inteligente e ecossistemas digitais: remodelando negócios e sociedade”</em> em <strong>1º de outubro, às 9h, na Plenária 1</strong>.</p>



<p><strong>Manish Singh</strong> (Dell Technologies) abordará <em>“IA aplicada às telecomunicações”</em> em <strong>30 de setembro, às 15h45, na Plenária 1</strong>. Já o painel <em>“Ecossistema de IoT e IA: um universo em expansão”</em> terá <strong>Niyantri Ramakrishnan</strong> (Bayer Crop Science LATAM/Brasil), em <strong>1º de outubro, às 11h, na Plenária 2</strong>.</p>



<p><strong>Nova Política de Industrialização</strong> será tema de debate em <strong>30 de setembro, às 14h30, na Plenária 1</strong>, moderado por <strong>Israel Guratti</strong> (ABINEE), com participação de <strong>Pablo Roberto Fava</strong> (Siemens Brasil), <strong>Laércio Cosentino</strong> (Brasscom), <strong>Rosilda Prates</strong> (P&amp;D Brasil) e <strong>David de Oliveira Penha</strong> (Funttel).</p>



<p><strong>Rafael Cavalcanti</strong> (Bradesco) fará palestra sobre <em>“Multiagentes de IA colaborativa e conectividade”</em> em <strong>1º de outubro, às 9h, na Plenária 2</strong>.</p>



<p><strong>Renata Marques</strong> (CIO da Natura), <strong>Roberto Murakami</strong> (NEC), e <strong>André Ituassu</strong> (IHS Latam) debatem <em>“Inovação de dentro para fora: Tecnologias emergentes, redes e interfaces de cliente”</em> em <strong>1º de outubro, às 17h, na Plenária 2</strong>.</p>



<p><strong>Vanessa Guitta</strong> (Elas Projetam/Sebrae) participa do painel <em>“Diversidade que gera impacto: IA, inclusão e soluções inovadoras”</em> em <strong>2 de outubro, às 16h, na Plenária 2</strong>.</p>



<p><strong>Estela Dias</strong> (John Deere) apresentará <em>“Conexão entre tecnologia e agronegócio”</em> em <strong>30 de setembro, às 16h30, na Plenária 1</strong>.</p>



<p><strong>Paola Campiello</strong> (Conectar Agro), <strong>Elias Sfeir</strong> (ANBC), <strong>Fernando Gomes de Oliveira Dias Neias</strong> (ACATE), <strong>Daniel Fuchs</strong> (Arqia) e <strong>Sidney Nobre</strong> (TGT) discutem <em>“Inovações para uma agricultura mais verde e competitiva”</em> em <strong>30 de setembro, às 17h, na Plenária 2</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cibernética do Futuro</strong></h2>



<p>O painel <em>“Ameaças emergentes e tendências de segurança”</em> terá <strong>Diogo Vasconcellos</strong> (ABES Startups), <strong>Paulo Baldin</strong> (CLA), <strong>Vanderlei Rigatieri</strong> (WDC Networks), <strong>Carina Hernandes</strong> (Womcy) e <strong>Marcelo Alves</strong> (Anatel), com moderação de <strong>Carlos Sampaio</strong> (Bidweb), em <strong>30 de setembro, às 9h</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Ransomware: estratégias de prevenção e resposta”</em> terá <strong>Lourenço Pereira</strong> (ITA), <strong>Burt Trewikowski</strong> (RecargaPay), <strong>André Carneiro</strong> (Sophos), <strong>Eliane Lima</strong> (Womcy) e <strong>Luiz Ricardo Freitas de Abreu</strong> (Anatel), em <strong>30 de setembro, às 10h30</strong>.</p>



<p>O debate <em>“Segurança em nuvem”</em> contará com <strong>Angela Maria Rosso</strong> (Accenture), <strong>Glauco Sampaio</strong> (BEEPHISH) e <strong>Rafael Venancio</strong> (Fortinet), em <strong>30 de setembro, às 14h30</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Gigabit LATAM: Velocidade x Qualidade”</em> terá <strong>Wen Ku</strong> (CCSA), <strong>Peter Hu</strong> (ZTE), <strong>Atila Branco</strong> (FiBrasil), <strong>Vittorio Perona</strong> (BTG Pactual) e <strong>Lourenço Lanfranchi</strong> (Ookla), moderado por <strong>Ari Lopes</strong> (Omdia).</p>



<p>Em <strong>1º de outubro, às 15h15</strong>, será realizado o painel <em>“IA, computação quântica e cibersegurança”</em>, com <strong>Jonatas Rossetti</strong> (Bradesco), <strong>Vera Medina</strong> (Womcy), <strong>Gustavo Carvalho</strong> (Visa), <strong>Simone Letieri</strong> (Meta) e <strong>Carlos Rischioto</strong> (IBM).</p>



<p>O painel <em>“Cibersegurança como política pública”</em> terá <strong>Andrea Thomé</strong> (Womcy) e <strong>Demi Getschko</strong> (NIC.br), moderado por <strong>Humberto Pontes</strong> (Anatel), em <strong>2 de outubro, às 10h</strong>.</p>



<p>Às <strong>11h15</strong>, será debatida <em>“Segurança de sistemas críticos”</em>, com <strong>Ana Cerqueira</strong> (Womcy) e <strong>Guilherme Aquino</strong> (Inatel), moderado por <strong>Carlos Henrique Borella</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Governança e desafios éticos: como agir?”</em> terá <strong>Érica Delgado</strong> (Womcy), <strong>Marcelo Mendes dos Santos</strong> (Neo Hypeone), <strong>Carlos Alberto da Costa</strong> (JC2Sec) e <strong>Felipe Monteiro</strong> (Kasznar Leonardos), moderado por <strong>Daniella Caverni</strong> (EFCAN), em <strong>2 de outubro, às 14h</strong>.</p>



<p><strong>Futuro GOV</strong></p>



<p>O painel <em>“Alfabetização digital e educação conectada”</em> terá <strong>Rafael Parente</strong>, <strong>Vicente Bandeira</strong> (Anatel), <strong>Irani Cardoso da Silva</strong> (Anatel) e <strong>Flavio Santos</strong> (Eace), mediado por <strong>Camila Murta</strong> (Abes), em <strong>30 de setembro, às 9h30</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Data Centers: a revolução industrial no Brasil”</em> terá especialistas de ABES, Brasscom, IBGE, Anatel, InvestSP, Ministério das Comunicações e Ascenty, em <strong>30 de setembro, às 14h30</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Mobilidade urbana: infraestrutura, legislação e segurança”</em> terá <strong>Paula Maia</strong> (99), <strong>Maria Teresa Lima</strong> (Claro Empresas), <strong>Evair Gallardo</strong> (Abranet) e <strong>Daniil Sergunin</strong> (Rhyno), mediado por <strong>Mauro Periquito</strong>, em <strong>30 de setembro, às 16h</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Monitoramento climático”</em> terá <strong>Flávio Horita</strong> (Climatempo) e <strong>Hassan Barakat</strong> (Emergências Climáticas), em <strong>30 de setembro, às 17h</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Aquisição de tecnologias emergentes e contratação pública”</em> terá <strong>Pedro Seno</strong> (Saúde) e <strong>Rafael Fassio</strong> (Procurador-Geral do Estado), em <strong>2 de outubro, às 11h15</strong>.</p>



<p>O painel <em>“IA na saúde pública”</em> terá especialistas de hospitais Oswaldo Cruz, Einstein, BP e HCor, em <strong>2 de outubro, às 13h45</strong>, moderado por <strong>Luciana Hentzy Morais</strong> (Ministério da Saúde).</p>



<p>O secretário <strong>Alcides Fagotti Junior</strong> falará sobre <em>“Segurança e tecnologia na prática – SmartSampa”</em> em <strong>2 de outubro, às 14h45</strong>.</p>



<p>O painel <em>“Cidadania digital: Blockchain e IA no controle de fraudes”</em> terá <strong>Marlon de Souza Reis</strong> (Controladoria MG) e <strong>Cleiton Jorge</strong> (Metasix), em <strong>2 de outubro, às 16h</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ISPs, satélites e cabos submarinos</strong></h2>



<p>Estão confirmados <strong>Alex Jucius</strong> (GIGA+Fibra), <strong>Denio Lindo</strong> (Desktop), <strong>Denis Ferreira</strong> (Alares), <strong>Fabiano Ferreira</strong> (Vero), <strong>Gustavo Stock</strong> (Grupo Brasil TecPar), <strong>Leandro Gaunszer</strong> (Viasat), <strong>Rafael Lozano</strong> (Ellalink), <strong>Rodrigo Campos</strong> (Eutelsat), <strong>Rudinei Gerhart</strong> (Tá Telecom), <strong>Rui Gomes</strong> (Um Telecom), <strong>Steve Orlando</strong> (Seaborn), <strong>Tamaris Parreira</strong> (Twilio), <strong>Tomás Fuchs</strong> (Datora Arqia) e <strong>Leonardo Furtado</strong> (especialista em redes).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Data Centers (DCW)</strong></h2>



<p>O Futurecom 2025 terá painéis do <em>Data Center World</em>, o maior evento global de infraestrutura digital.</p>



<p>Em <strong>1º de outubro, às 14h, no ISP Next Level Arena</strong>, estarão <strong>Rodrigo Radaieski</strong> (Ascenty), <strong>Joe Bergamaschine</strong> (Atlantic Data Center), <strong>Renan Lima</strong> (ABDC) e <strong>Victor Arnaud</strong> (Equinix) no painel <em>“Orquestração de infraestrutura híbrida em nuvem, edge e data centers”</em>.</p>



<p>Em seguida, às <strong>15h</strong>, <strong>Felipe Quintanilha</strong> (Equinix) participa do painel <em>“Construção de novos data centers: design e arquitetura”</em>.</p>



<p><strong>Atrações especiais – 30 de setembro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>17h20:</strong> Palestra de <strong>Laudálio Veiga</strong> – <em>“Futurecom: celebrando a (R)evolução das telecomunicações em mais de 3 décadas”</em></li>



<li><strong>18h:</strong> Painel <em>“Das telas à ação – Caçadores de Tempestades”</em></li>



<li><strong>19h:</strong> Show <em>“Magicamente: comédia e hipnose”</em></li>
</ul>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>📌 <strong>30ª edição do Futurecom</strong><br>📅 30 de setembro a 2 de outubro<br>📍 São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1, São Paulo – SP</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inteligência artificial: infraestrutura digital</title>
		<link>https://dplnews.com/inteligencia-artificial-infraestrutura-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Fernando Negrete P.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 12:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[computação]]></category>
		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[GPU]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura digital]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="769" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews jorge fernando negrete jb290724" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-300x144.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1024x492.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-768x369.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1536x738.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Inteligência artificial: infraestrutura digital 7"></div>Jorge F. Negrete P. Para entender a inteligência artificial (IA), é essencial compreender um silogismo: não há inteligência artificial sem infraestrutura, e esta é a infraestrutura digital. Ponto final. A IA não é uma tecnologia isolada do mundo digital; ela é viabilizada pela infraestrutura digital e pela evolução das redes de conectividade que a tornam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="769" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews jorge fernando negrete jb290724" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-300x144.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1024x492.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-768x369.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1536x738.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Inteligência artificial: infraestrutura digital 8"></div>
<p>Jorge F. Negrete P.</p>



<p>Para entender a inteligência artificial (IA), é essencial compreender um silogismo: não há inteligência artificial sem infraestrutura, e esta é a infraestrutura digital. Ponto final.</p>



<p>A IA não é uma tecnologia isolada do mundo digital; ela é viabilizada pela infraestrutura digital e pela evolução das redes de conectividade que a tornam possível e vital para este momento histórico de nossa sociedade global. <em>A Onda que Vem</em> (Mustafa Suleyman) é filha da conectividade, das antigas redes de telecomunicações que evoluíram para um conceito complexo e robusto: a infraestrutura digital. Quanto mais robusta e disseminada for a infraestrutura, maior será a expansão da IA; em contrapartida, uma infraestrutura digital precária, com menos conectividade para os cidadãos, garante pouco ou nenhum acesso à IA.</p>



<p>Governos que não forem competitivos na adoção da IA serão marginalizados da economia digital, da competitividade, da inovação e da oportunidade de oferecer desenvolvimento econômico e social a seus cidadãos. Chiapas e Oaxaca, com 20 Mbps de largura de banda e pouco mais de 50% de cobertura de internet, contrastam com os 400 Mbps e 97% de cobertura do Chile. Uns estão presos na armadilha da marginalização digital; o outro, na superestrada da competitividade global.</p>



<p>Relação entre infraestrutura digital e IA. Não existe política pública, digital, de ciência e tecnologia, econômica ou de investimento para o ecossistema digital que não comece pela promoção e implantação de infraestrutura digital. Falar de IA em saúde, educação, finanças, segurança pública ou computação sem infraestrutura digital é uma falácia, quando não propaganda.</p>



<p>A IA depende de uma infraestrutura digital sólida e de alto desempenho para funcionar de maneira eficiente. A relação entre a IA e as redes 5G, os data centers e os processadores é simbiótica. A IA necessita dessa infraestrutura e, por sua vez, ajuda a gerenciá-la e otimizá-la.</p>



<p>Os modelos de IA, especialmente o aprendizado profundo, exigem uma capacidade de processamento astronômica. Os processadores tradicionais não são eficientes para IA. Por isso, utilizam-se Unidades de Processamento Gráfico (GPUs) e, mais recentemente, Unidades de Processamento Tensor (TPUs), projetadas para acelerar o aprendizado de modelos de IA em larga escala.</p>



<p><strong>Data centers:</strong> são a fábrica e o campo de treinamento da IA. Eles são o cérebro da infraestrutura de IA. Os data centers abrigam milhares de processadores e sistemas de armazenamento de alto desempenho. Esses centros são vitais para treinar modelos de IA com grandes volumes de dados: fornecem capacidade de computação, armazenamento e previsões em tempo real.</p>



<p><strong>Redes 5G.</strong> A conectividade “é o sistema nervoso” (Carlos Slim) que une todos os componentes da IA. As redes 5G, com sua alta velocidade, largura de banda e baixa latência, são vitais para a IA. Tornam a IA estável, eficiente e a integram ao ecossistema digital. Isso permite que dispositivos e sensores, como fábricas, cidades inteligentes, portos ou equipamentos autônomos, enviem e recebam grandes quantidades de dados. O 5G garante que a IA tome decisões em tempo real.</p>



<p>A infraestrutura digital não inclui apenas os data centers, mas também se estende por todas as redes de telecomunicações, de energia e cadeias de suprimentos.</p>



<p>À medida que os modelos de IA se tornam maiores e mais complexos, a eficiência da IA dependerá da robustez e da capacidade da infraestrutura digital: muita fibra óptica, mais estações rádio-base, mais espectro radioelétrico, processadores mais potentes, mais data centers maiores e redes 5G mais rápidas.</p>



<p>O desafio é enorme. Onde ficam Chiapas, Oaxaca, Guerrero e Michoacán, com a pior conectividade do México? E onde ficam Nuevo León ou o Bajío, que precisam de larguras de banda como as do Chile ou do Brasil para serem competitivos em atração de investimento estrangeiro?</p>



<p>Uma sociedade de IA precisa da melhor infraestrutura digital.</p>



<p>Presidente do Digital Policy &amp; Law</p>



<p>X/ @fernegretep</p>
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		<item>
		<title>Trump: geopolítica, liderança e vingança digital</title>
		<link>https://dplnews.com/trump-geopolitica-lideranca-e-vinganca-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Fernando Negrete P.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 01:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
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		<category><![CDATA[UIT]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="769" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews jorge fernando negrete jb290724" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-300x144.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1024x492.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-768x369.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1536x738.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Trump: geopolítica, liderança e vingança digital 9"></div>O presidente Trump não permitirá que os Estados Unidos (EUA) percam sua liderança global em tecnologia digital e Inteligência Artificial (IA) para a China e a Europa. &#160;Os investimentos anunciados por seu setor totalizaram US$ 500 bilhões, com Softbank, OpenAI e Oracle. A Meta anunciou US$ 65 bilhões, a Arábia Saudita, US$ 85 bilhões; e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1600" height="769" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews jorge fernando negrete jb290724" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724.jpg 1600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-300x144.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1024x492.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-768x369.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/07/dplnews-jorge-fernando-negrete-jb290724-1536x738.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" title="Trump: geopolítica, liderança e vingança digital 10"></div>
<p>O presidente Trump não permitirá que os Estados Unidos (EUA) percam sua liderança global em tecnologia digital e Inteligência Artificial (IA) para a China e a Europa.</p>



<p>&nbsp;Os investimentos anunciados por seu setor totalizaram US$ 500 bilhões, com Softbank, OpenAI e Oracle. A Meta anunciou US$ 65 bilhões, a Arábia Saudita, US$ 85 bilhões; e Amazon, Google, Microsoft e Meta &#8220;investiram um recorde de US$ 88 bilhões em investimentos de capital em IA no último trimestre&#8221; (Folha de Dados).</p>



<p>&nbsp;Uma inesgotável injeção de recursos que depende da restrição do uso de processadores de última geração pela China. A China está atrás dos EUA em IA Generativa, mas está à frente no desenvolvimento de soluções de IA de baixo custo por setor. A China se propôs a liderar o consumo de IA e educar massivamente toda a sua sociedade nessa área. O processo mais amplo e disseminado de educação e treinamento em IA já começou.</p>



<p>&nbsp;A resposta dos EUA? Liderar o mercado, controlar os padrões comerciais de IA e proteger suas empresas da Europa e de países que as atacam ou extorquem. Os EUA são líderes em IA, e Trump emitiu diversas ordens executivas que constroem e lideram sua visão digital.</p>



<p>“Defender empresas e inovadores americanos da extorsão estrangeira e de multas e sanções injustas.” Simplificando, qualquer país que extorquir, discriminar ou restringir empresas americanas de tecnologia digital com regulamentação, políticas públicas, impostos ou que prejudique a liberdade de expressão ou a moderação de conteúdo receberá sanções econômicas. Europa, Canadá e agora o Brasil são os primeiros a receber essas sanções na forma de tarifas. Canadá e Europa recuaram imediatamente.</p>



<p>“Acelerar a autorização federal para infraestrutura de data center.” Processos, autorizações e licenças abrangentes são desregulamentados para incentivar o investimento acelerado em data centers voltados para IA. Isso inclui uma revisão das regulamentações ambientais. Os Estados Unidos são líderes na criação de data centers.</p>



<p>“Prevenir o Trabalho de IA no Governo.” A IA desempenhará um papel fundamental na forma como os americanos adquirem novas habilidades, consomem informações e navegam na vida cotidiana. Os americanos exigirão resultados confiáveis da IA, mas quando vieses ideológicos ou agendas sociais são incorporados aos modelos de IA, distorcendo a qualidade e a precisão dos resultados, o governo só apoiará a tecnologia com neutralidade tecnológica e ideológica.</p>



<p>“Promovendo a Exportação de Tecnologia de IA dos EUA.” Os Estados Unidos preservarão e expandirão sua liderança em IA e reduzirão a dependência internacional de tecnologias desenvolvidas por seus adversários. Esta Ordem Executiva é um arsenal de recursos para alinhar o fornecimento e o empacotamento de tecnologias de IA para sua oferta, venda, proteção, identificação de países, mercados, regiões e clientes, identificação de barreiras comerciais e proporá marcos regulatórios favoráveis à aquisição e uso da IA americana. A China não quer ouvir falar de regulamentações europeias; proporá as suas próprias.</p>



<p>A resposta da China foi rápida. O Ministério do Ciberespaço propôs regulamentação aberta ao mundo com &#8220;cooperação científica e tecnológica, fomentando um ambiente político favorável à inovação, fortalecendo a coordenação política e regulatória, a colaboração tecnológica e a pesquisa. Isso reduzirá e eliminará as barreiras tecnológicas&#8221;. Que afronta aos EUA.</p>



<p>Doreen Bogdan, presidente da União Internacional de Telecomunicações (UIT), enfatizou a necessidade de estabelecer uma estrutura regulatória global antes que danos irreparáveis ocorram. Ele alertou que abordagens díspares como &#8220;o modelo de livre mercado dos EUA, o modelo regulatório europeu e o chinês não são suficientes por si só. O que é necessário é que essas abordagens facilitem o diálogo&#8221;.</p>



<p>Os EUA investem, defendem suas empresas e buscarão tornar o padrão global de IA seu.</p>



<p>O México tem uma oportunidade histórica ao se alinhar aos EUA.</p>



<p>Presidente do Digital Policy &amp; Law</p>



<p>X / @fernegretep<br></p>
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		<item>
		<title>Lítio: o ouro branco da geopolítica e da tecnologia energética</title>
		<link>https://dplnews.com/litio-ouro-branco-tecnologico-geopolitico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Bravo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 13:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[baterias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[lítio]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="bolet 4ago25" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25.webp 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-300x203.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-1024x693.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-768x520.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-1536x1040.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Lítio: o ouro branco da geopolítica e da tecnologia energética 11"></div>Leer en español O lítio se tornou indispensável para a transição energética global e o avanço da indústria tecnológica. É um mineral levemente alcalino, caracterizado por sua baixa densidade e alta reatividade. Na natureza, não é encontrado em estado puro, mas combinado com minerais como espodumênio, petalita, lepidolita ou eucriptita, ou dissolvido em salmouras e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1300" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="bolet 4ago25" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25.webp 1920w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-300x203.webp 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-1024x693.webp 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-768x520.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/08/bolet-4ago25-1536x1040.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" title="Lítio: o ouro branco da geopolítica e da tecnologia energética 12"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/litio-oro-blanco-de-geopolitica-energetica-tecnologia/">Leer en español</a></strong></p>



<p>O lítio se tornou indispensável para a transição energética global e o avanço da indústria tecnológica.</p>



<p>É um mineral levemente alcalino, caracterizado por sua baixa densidade e alta reatividade. Na natureza, não é encontrado em estado puro, mas combinado com minerais como espodumênio, petalita, lepidolita ou eucriptita, ou dissolvido em salmouras e soluções salinas concentradas (veremos por que isso é importante mais adiante).</p>



<p>No nível geopolítico, o lítio deixou de ser um recurso marginal para se tornar um pilar fundamental da transição energética e da revolução digital, sendo um insumo essencial em baterias recarregáveis para veículos elétricos e dispositivos móveis. Seu papel estratégico reside na combinação única de densidade energética e ciclo de vida exigidos pelas indústrias tecnológica e automotiva do século XXI.</p>



<p>É um componente insubstituível em baterias de íons de lítio, o que impulsiona a eletromobilidade e a capacidade de armazenamento de energia renovável. A América Latina, em particular o &#8220;Triângulo do Lítio&#8221;, composto por Bolívia, Argentina e Chile, abriga a maior parte das reservas mundiais de lítio.&nbsp;</p>



<p>No entanto, a região enfrenta o desafio de sua participação limitada nos elos de alto valor agregado da cadeia de suprimentos. A competição global por lítio é acirrada, com a China como líder indiscutível no processamento e fabricação de baterias, enquanto os países com reservas buscam maior soberania e maior captura de valor de seus ativos.</p>



<p>A extração de lítio, especialmente de salmouras, acarreta desafios ambientais e sociais, principalmente no que diz respeito ao consumo de água e ao impacto nas comunidades locais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reservas e produção mundiais</h2>



<p>A necessidade de descarbonizar as economias e a crescente adoção de veículos elétricos catapultaram o lítio para o epicentro da dinâmica geopolítica e econômica global. Este metal, frequentemente chamado de &#8220;ouro branco&#8221;, transcende sua natureza mineral para se tornar um facilitador crucial de um novo paradigma técnico-econômico, baseado na geração, armazenamento e consumo eficientes de energia limpa e renovável.&nbsp;</p>



<p>Seu comportamento eletroquímico e térmico o torna um material essencial para múltiplas aplicações tecnológicas.</p>



<p>De acordo com o Serviço Geológico dos EUA (<a href="https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2025/mcs2025-lithium.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">USGS</a>), as reservas globais de lítio em 2024 são estimadas em aproximadamente 30 milhões de toneladas métricas (Mt), segundo relatórios governamentais. No entanto, novas medições do próprio USGS sugerem 96 milhões de toneladas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A distribuição dessas reservas é altamente concentrada geograficamente. O &#8220;Triângulo do Lítio&#8221; (Bolívia, Argentina e Chile) representa uma parcela significativa das reservas globais. A Bolívia, com 21 milhões de toneladas, detém 26% das reservas mundiais, seguida pela Argentina com 19 milhões de toneladas (22,6%) e pelo Chile com 9,3 milhões de toneladas (11,2%).&nbsp;<sup></sup>Juntos, esses três países detêm entre metade e dois terços das reservas mundiais de lítio.&nbsp;<sup></sup>A lista é completada por outros países com reservas mais modestas, mas importantes para suas economias futuras: México (1,7 Mt, 1,6%) e Brasil (0,8 Mt, 0,8%).&nbsp;</p>



<p>Outros países com reservas notáveis incluem Austrália (4,8 milhões de toneladas, 7,5%), China (3 milhões de toneladas, 6%), Estados Unidos (1,1 milhão de toneladas, 9,2%) e Canadá (0,93 milhão de toneladas, 3,4%).</p>



<p>Em termos de produção, a situação é diferente. A Austrália é a maior produtora mundial, com 88.000 toneladas métricas em 2024, obtidas principalmente de minas de rocha dura, como espodumênio.&nbsp;<sup></sup>O Chile está em segundo lugar, com 49.000 toneladas, cuja extração provém principalmente de salmouras no Salar de Atacama, um processo reconhecido por sua eficiência e rentabilidade.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Leia também: <a href="https://dplnews.com/uit-huawei-novos-padroes-seguranca-baterias-litio-telecom/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UIT e Huawei propõem novos padrões de segurança para baterias de lítio em telecom</a></strong></p>



<p>A China se posiciona como o terceiro maior produtor global, com 41.000 toneladas em 2024; extrai lítio tanto de salmouras quanto por meio de investimentos em mineração de rocha dura em outros países. O gigante asiático, além de produzir lítio, domina grande parte da cadeia de refino e produtos químicos intermediários, o que lhe confere significativo poder de negociação no mercado.</p>



<p>Zimbábue (22.000 toneladas) e Argentina (18.000 toneladas) também são produtores significativos.</p>



<p>As reservas de megaminas posicionam a América Latina como a espinha dorsal da futura demanda por baterias e da independência tecnológica das grandes potências, daí seu potencial econômico e geopolítico na chamada transição energética e a importância da indústria global de tecnologia.&nbsp;</p>



<p>Mas há uma disparidade entre as vastas reservas de lítio da América Latina e seu nível atual de produção. Embora os países da região detenham 52% das reservas mundiais de lítio, eles contribuem com apenas 32% da produção global. Essa lacuna entre o potencial geológico e a capacidade de extração e processamento é significativa.&nbsp;</p>



<p>As razões para essa situação incluem a complexidade inerente à extração de lítio de certas salmouras, como as de Uyuni, na Bolívia, que apresentam taxas de precipitação mais elevadas, o que complica o processo. Além disso, marcos legais rigorosos, como os do Chile em relação às concessões de mineração, têm limitado a participação no mercado global, apesar da abundância do mineral. A falta de infraestrutura e capital adequados para escalar a produção também contribui para essa subutilização do potencial. Essa situação representa uma oportunidade inexplorada para a América Latina utilizar plenamente seus recursos, enquanto países com reservas menores, como a Austrália, dominam a fase upstream da cadeia de valor.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Atualmente, o mercado de baterias representa o segmento de maior e mais rápido crescimento para o lítio, que é crucial para o desenvolvimento sustentável. Sua importância estratégica reside em seu papel insubstituível na produção de baterias de íons de lítio, essenciais para a descarbonização do transporte por meio de veículos elétricos e para o armazenamento de energia gerada por fontes renováveis intermitentes, como a solar e a eólica.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Projeções indicam que a demanda global por baterias de íons de lítio quadruplicará até 2030.&nbsp;<sup></sup>As vendas anuais de veículos elétricos devem apresentar crescimento exponencial, com uma CAGR média de 27% até o final da década. Eles representarão 31% do total de vendas de veículos novos no setor automotivo.&nbsp;<sup></sup>Esse crescimento explosivo da demanda está pressionando consideravelmente o fornecimento de lítio, o que pode levar a uma escassez significativa e, consequentemente, a uma alta dos preços.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Produção e reservas de lítio</h4>



<figure class="wp-block-table aligncenter"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>País</strong></td><td><strong>Produção 2023&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></td><td><strong>Produção 2024&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></td><td><strong>Reservas</strong></td></tr><tr><td>Alemanha</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>4.000.000</td></tr><tr><td>Argentina</td><td>8.630&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 18.000</td><td>23.000.000</td></tr><tr><td>Austrália</td><td>91.700&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 88.000</td><td>8.900.000</td></tr><tr><td>Áustria</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>60.000</td></tr><tr><td>Brasil</td><td>5.260&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 10.000</td><td>1.300.000</td></tr><tr><td>Bolívia</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>23.000.000</td></tr><tr><td>Canadá</td><td>3.240&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 4.300</td><td>5.700.000</td></tr><tr><td>Pimenta</td><td>41.400</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 49.000</td><td>11.000.000</td></tr><tr><td>China</td><td>35.700&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 41.000</td><td>6.800.000</td></tr><tr><td>Congo</td><td>ND</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>3.000.000</td></tr><tr><td>Espanha</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>320.000</td></tr><tr><td>EUA</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>19.000.000</td></tr><tr><td>Finlândia</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>65.000</td></tr><tr><td>Gana</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>200.000</td></tr><tr><td>Cazaquistão</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>45.000</td></tr><tr><td>Mali</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>1.200.000</td></tr><tr><td>México</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>1.700.000</td></tr><tr><td>Namíbia</td><td>2.700&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; 2.700</td><td>230.000</td></tr><tr><td>Peru</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>1.000.000</td></tr><tr><td>Portugal</td><td>380&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 380</td><td>270.000</td></tr><tr><td>República Tcheca</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>1.300.000</td></tr><tr><td>Rússia</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; ND</td><td>1.000.000</td></tr><tr><td>Sérvia</td><td>ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND</td><td>1.200.000</td></tr><tr><td>Zimbábue</td><td>14.900&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 22.000</td><td>860.000</td></tr><tr><td>Outros países</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; ND&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ND&nbsp;</td><td>2.800.000</td></tr><tr><td>Total mundial (arredondado)</td><td>204.000&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>&nbsp; &nbsp; 240.000</td><td>96.000.000</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em>Fonte:&nbsp;<a href="https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2025/mcs2025-lithium.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">USGS 2024</a>&nbsp;.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Cadeia de valor: da exploração à comercialização de baterias</h2>



<p>A cadeia de valor do lítio é composta por quatro elos principais: exploração e avaliação, extração, processamento e refino, fabricação de baterias e reciclagem e reprocessamento. Vamos analisar brevemente cada um deles.&nbsp;</p>



<p>A exploração e a avaliação empregam técnicas geofísicas (sísmicas, magnetotelúricas) e perfuração para estimar recursos brutos e determinar a viabilidade econômica.</p>



<p>Para extração, como já explicado, existem duas técnicas (mas elas dependem de como a natureza decidiu &#8220;conter&#8221; o lítio): salmoura, por meio de bombeamento para a superfície, e evaporação solar em lagoas. A outra opção é a mineração a céu aberto, por meio da britagem e moagem do mineral para extrair o lítio.</p>



<p>A terceira etapa é o processamento e o refino. Nas plantas químicas, o concentrado é transformado em carbonato (Li₂CO₃) ou hidróxido (LiOH), dependendo da demanda industrial.</p>



<p>Em seguida, vem um dos processos industriais mais estratégicos: a fabricação de baterias. Inclui a síntese de cátodos, ânodos (grafite ou silício), eletrólitos e montagem da célula.</p>



<p>Por fim, ocorre um processo que, apesar de ser o último, ainda é relevante na cadeia de valor: a reciclagem e o reprocessamento. Essa etapa emergente visa mitigar a dependência de recursos virgens e reduzir a pegada ambiental.</p>



<p>Entende-se que existem diversos atores nessa cadeia de valor que não necessariamente participam de toda a cadeia. As mineradoras tradicionais estão envolvidas nas etapas iniciais. A fabricação de baterias elétricas é um processo especializado. A reciclagem, por sua vez, aproveita o boom do setor para retornar os recursos necessários para reiniciar uma determinada parte do processo. Quem são alguns dos principais atores?</p>



<p>A Albemarle Corporation (EUA) e a SQM (Chile) controlam aproximadamente 30% da produção global de lítio refinado, com operações no Chile e na Austrália.</p>



<p>A Albemarle é uma das maiores produtoras de lítio do mundo, com capacidade de produção de 343 quilotoneladas por ano de carbonato de lítio até 2027. Ela tem operações no Chile e em Nevada e uma participação de 49% na mina Greenbushes, na Austrália.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A SQM é a segunda maior produtora de lítio do mundo, com capacidade projetada de 302 ktpa até 2027. Suas operações estão centralizadas na mina Salar de Atacama, que gera aproximadamente metade de seus lucros.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A fusão da Allkem e da Livent, dos Estados Unidos, as posiciona como a terceira maior produtora, com capacidade planejada de 248 ktpa até 2027.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As empresas chinesas Ganfeng Lithium e Tianqi Lithium dominam o processamento químico e têm investimentos na Argentina e na Austrália, e até recentemente também no México. A Ganfeng investiu significativamente em projetos globais, incluindo a aquisição da Millennial Lithium na Argentina e uma participação na mina de lítio de Sonora, no México.</p>



<p>A Tianqi Lithium também adquiriu participações em projetos globais de mineração, incluindo uma participação majoritária na mina Greenbushes, na Austrália.</p>



<p>A Livent Corporation dos Estados Unidos e a Pilbara Minerals da Austrália são outras empresas importantes.</p>



<p>Essas empresas desempenham um papel duplo: garantem o fornecimento para os fabricantes de baterias e competem em preços globais, influenciando diretamente a dinâmica de oferta e demanda.</p>



<p>As estratégias de investimento dessas empresas refletem a intensa competição para garantir o fornecimento de lítio. As empresas chinesas adotaram uma estratégia de integração vertical, investindo em minas e projetos no exterior para proteger suas cadeias de suprimentos e consolidar sua liderança no processamento e fabricação de baterias.&nbsp;</p>



<p>Grandes fundos de investimento dos EUA, como Blackrock, Vanguard e State Street, também assumiram posições significativas nessas empresas de mineração de lítio, antecipando o crescimento do mercado e a estabilização dos preços.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Como seria de se esperar, a tecnologia de baterias teve sua parcela de avanços e desafios, e espera-se que contribua para a transição energética global por meio de baterias de longa duração. Devido à sua natureza altamente técnica, essas inovações são brevemente apresentadas.</p>



<p>Alguns dos avanços mais significativos incluem células de estado sólido, que prometem maior densidade de energia e maior segurança ao eliminar eletrólitos líquidos inflamáveis.</p>



<p>Cátodos de alta tensão melhoram os ciclos de carga e a estabilidade térmica, enquanto a nanotecnologia em ânodos melhora as taxas de carga e reduz a degradação dos ciclos.</p>



<p>Por fim, a reciclagem hidrometalúrgica alcança processos mais eficientes para recuperação de lítio e outros minerais de baterias, essenciais em políticas de economia circular.</p>



<p>A tendência desses avanços é em direção a uma maior densidade energética, carregamento ultrarrápido, maior vida útil e maior duração da bateria, além de torná-los cada vez mais seguros e menos propensos a pegar fogo — um dos fatores mais questionados sobre veículos elétricos.&nbsp;</p>



<p>Além disso, essas inovações visam reduzir custos, aumentar a autonomia dos veículos elétricos e prolongar a vida útil dos dispositivos eletrônicos. Essas conquistas reforçam ainda mais a importância do lítio.</p>



<p>A transição energética, embora busque reduzir a dependência de combustíveis fósseis e seus impactos ambientais, inadvertidamente cria uma nova dependência de minerais essenciais como o lítio.</p>



<p>A situação está elevando os preços e transferindo as preocupações com a segurança energética da dependência do petróleo para a dependência da cadeia de suprimentos de lítio. A busca pela descarbonização sem uma diversificação robusta da cadeia de suprimentos de lítio pode substituir uma forma de dependência por outra. Isso pode gerar novas tensões geopolíticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Geopolítica e soberania do lítio</h2>



<p>Voltemos à geopolítica do lítio. A América Latina ocupa uma posição geoestratégica única devido às suas vastas reservas de lítio, mas a região enfrenta desafios para traduzir esse potencial em desenvolvimento econômico abrangente ao longo de toda a cadeia de valor.</p>



<p>A concentração estratégica de reservas na América Latina desencadeou uma &#8220;corrida pelo lítio&#8221;, na qual governos e grandes potências buscam garantir cotas de produção. Visões ideológicas e soberanistas intervêm nesse turbilhão, buscando preservar as reservas do mineral sob controle estatal.&nbsp;</p>



<p>Os países latino-americanos com reservas de lítio desenvolveram políticas específicas para tentar aumentar a contribuição das receitas do lítio para o crescimento econômico nacional. No entanto, essas políticas diferem significativamente em termos do papel do Estado na promoção da extração.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Após nacionalizar seu depósito de Uyuni, a Bolívia criou a empresa Yacimientos de Litio Bolivianos (YLB) para reter valor agregado. Como um país com recursos públicos insuficientes, enfrenta desafios técnicos e financeiros para converter salmoura em baterias de alta qualidade. Sob o governo de Evo Morales, a Corporação Mineradora Boliviana foi renacionalizada, e o presidente Luis Arce priorizou a industrialização do mineral.&nbsp;</p>



<p>As etapas de exploração, avaliação e extração exigem investimentos dispendiosos e demorados. O retorno sobre o capital ocorre quando o mineral processado e refinado é vendido para empresas fabricantes de baterias. As mineradoras privadas têm o capital e a expertise necessários para compensar as etapas iniciais da cadeia de produção, que são pouco lucrativas e onerosas.&nbsp;</p>



<p>A estrutura de custos única da produção de lítio na América Latina se deve ao fato de que 58% do lítio da região provém de salinas, enquanto apenas 26% é extraído de rochas. Essa vantagem natural na extração de salmoura pode oferecer custos de produção mais baixos na fase inicial do carbonato de lítio.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Por sua vez, a Argentina oferece incentivos fiscais por meio do Regime de Promoção da Produção de Lítio, que atraiu investimentos da Índia e da China. A Argentina adotou uma abordagem mais liberal em sua política de lítio. Os recursos naturais são controlados pelas províncias, permitindo a exploração em larga escala. Atualmente, existem mais de 40 projetos de extração em diferentes estágios, vários dos quais estão nas mãos de empresas transnacionais. A estatal YPF Litio também foi criada e já inaugurou uma planta de produção de baterias de lítio.</p>



<p>O Chile era o maior fornecedor mundial de lítio. No entanto, há anos, debate uma reforma constitucional para aprofundar a participação estatal na extração e comercialização, após historicamente conceder concessões para suas salinas. O Chile é um país minerador por excelência, uma potência do cobre, e, portanto, possui experiência na gestão e proteção de seus recursos minerais estratégicos.&nbsp;</p>



<p>O governo chileno adotou uma abordagem gradual, concentrando-se na captura de rendas extrativas e, em uma segunda fase, voltando sua atenção para atividades a jusante na cadeia de valor. O país renegociou contratos com empresas privadas como Albemarle e SQM, exigindo que vendessem até 25% do metal a preços abaixo do mercado para incentivar a indústria local.</p>



<p>O México nacionalizou a exploração e exploração de lítio em 2022, com uma reforma em sua lei de mineração. Isso garantiu ao Estado o controle sobre todas as atividades do ciclo de mineração de lítio. Espera-se que essa nacionalização aumente a influência do México nas negociações com consumidores como os Estados Unidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A fragilidade das políticas latino-americanas reside na priorização da busca por renda em detrimento do desenvolvimento de vantagens competitivas baseadas em tecnologia. Embora a América Latina produza um terço do lítio mundial, a região participa apenas dos primeiros elos da cadeia de valor, que contribuem com valor agregado limitado. A mineração, por exemplo, contribui com apenas 9% do valor agregado total do recurso. Isso contrasta com a fabricação de materiais ativos para cátodos e ânodos, que representam o maior valor agregado da cadeia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O grande desafio para os países latino-americanos é como extrair mais valor de suas vastas reservas de lítio. Embora a produção de lítio na região deva aumentar dez vezes até 2030, a capacidade de capturar valor de uma cadeia que crescerá de US$ 80 bilhões para US$ 400 bilhões no mesmo período será limitada se o carbonato de lítio continuar sendo exportado principalmente.&nbsp;</p>



<p>Estima-se que, mesmo com um aumento significativo na produção, a região só conseguiria capturar 2,6% do valor total de US$ 400 bilhões se a industrialização das baterias não progredisse.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No entanto, a concentração da capacidade global de fabricação de baterias na China (aproximadamente 83% da capacidade global) representa um obstáculo para outras regiões, incluindo a América Latina, ampliarem os níveis médio e inferior da cadeia.</p>



<p>O controle do lítio também se tornou uma questão de segurança nacional. Os Estados Unidos e a União Europeia promoveram subsídios e acordos com países fornecedores para diversificar as cadeias de suprimentos e reduzir a dependência da China para o refino do mineral.</p>



<p>A geopolítica do lítio está no epicentro da reconfiguração global do poder, impulsionada pelo surgimento de um novo paradigma técnico-econômico centrado em tecnologias de transição energética. As potências globais estão imersas em uma crescente competição internacional para consolidar suas indústrias de eletromobilidade, o que tornou a segurança do fornecimento de lítio uma prioridade estratégica.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A China conseguiu desenvolver uma indústria abrangente de baterias de íons de lítio, abrangendo desde a extração de minerais até a fabricação de veículos elétricos. Ela supera players tradicionais como Estados Unidos, Coreia do Sul e União Europeia nesses setores. O domínio da China na cadeia de valor, especialmente no processamento e fabricação de baterias (com a CATL e a BYD dominando mais de 53% do mercado global até 2024), cria uma concentração de capacidade de produção que representa desafios para a segurança do fornecimento global.&nbsp;</p>



<p>A dependência de poucos países para materiais processados e baterias acabadas pode criar vulnerabilidades na cadeia de suprimentos. Típico da geopolítica, diferentes atores desempenham papéis interconectados na cadeia de valor do lítio.</p>



<p>Os governos buscam garantir o fornecimento de lítio para suas indústrias estratégicas e, no caso de países com reservas, maximizar os benefícios econômicos e a soberania sobre o mineral. Isso se manifesta em políticas de nacionalização, renegociação de contratos, incentivos à industrialização local e promoção da eletromobilidade nacional.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As mineradoras são as principais extratoras de lítio. Elas investem em exploração e desenvolvimento de projetos globalmente. Suas estratégias incluem fusões, aquisição de participações em minas estrangeiras e desenvolvimento de novas tecnologias de extração.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Empresas de tecnologia dependem do lítio para fabricar baterias para dispositivos eletrônicos (&nbsp;<em>smartphones</em>&nbsp;,&nbsp;<em>laptops</em>&nbsp;). Seu foco está na inovação em baterias e na eficiência da cadeia de suprimentos.</p>



<p>Os fabricantes de veículos elétricos são os maiores impulsionadores da demanda por lítio. Eles buscam garantir o fornecimento de baterias e lítio por meio de acordos de fornecimento ou investimentos na cadeia de valor. Fabricantes como Tesla, Volkswagen e BYD são alguns dos principais players.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O conflito que nunca falha</h2>



<p>Tudo isso não minimizou os conflitos e problemas de sustentabilidade em torno do &#8220;ouro branco&#8221;. Enquanto a indústria de tecnologia vende lítio e baterias para o mundo como uma solução para a transição energética global, outras tensões surgem antes mesmo que os consumidores comprem um veículo elétrico ou um&nbsp;<em>smartphone</em>&nbsp;de última geração&nbsp; .</p>



<p>A expansão da mineração de lítio gera tensões sociais e ambientais. Um dos desafios mais urgentes é o consumo de água em meio às mudanças climáticas e às secas frequentes. Em regiões áridas, a extração de salmoura pode reduzir a água disponível para as comunidades e ecossistemas andinos em mais de 65%.</p>



<p>Os direitos indígenas também estão em jogo no &#8220;Triângulo do Lítio&#8221;. Comunidades guaranis e quéchuas reivindicam consulta prévia e indenização para suas comunidades. Chegaram até a suspender projetos, como em Salinas Grandes (Argentina) e no Deserto do Atacama, no Chile.</p>



<p>É claro que a indústria conseguiu encontrar um equilíbrio entre desenvolvimento e conservação, buscando explorar o mineral com o mínimo de atrito possível. Modelos de mineração responsáveis, certificações de sustentabilidade e parcerias público-privadas surgiram para minimizar os impactos.</p>



<p>Iniciativas de reciclagem e apoio à indústria local de baterias são estratégias para agregar valor na fonte, criar empregos, redistribuir lucros e reduzir o extrativismo das grandes empresas que dominam o setor.&nbsp;</p>
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		<title>Brasil &#124; Ministro das Comunicações participa de Seminário Brasil-China e destaca oportunidades de investimento em conectividade e tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 16:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="635" height="357" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_china_mc120721.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews china mc120721" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_china_mc120721.jpeg 635w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/07/dplnews_china_mc120721-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px" title="Brasil | Ministro das Comunicações participa de Seminário Brasil-China e destaca oportunidades de investimento em conectividade e tecnologia 13"></div>Ministério das ComunicaçõesEm missão internacional ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, participou nesta segunda-feira (12), em Pequim, do Seminário Econômico Brasil-China. Diante de uma plateia formada por cerca de 400 empresários brasileiros e chineses, o ministro apresentou as oportunidades de investimento no setor de [&#8230;]]]></description>
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<p><a href="https://www.gov.br/mcom/pt-br/noticias/2025/maio/ministro-das-comunicacoes-participa-de-seminario-brasil-china-e-destaca-oportunidades-de-investimento-em-conectividade-e-tecnologia" rel="nofollow noopener" target="_blank">Ministério das Comunicações</a><br>Em missão internacional ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, participou nesta segunda-feira (12), em Pequim, do Seminário Econômico Brasil-China. Diante de uma plateia formada por cerca de 400 empresários brasileiros e chineses, o ministro apresentou as oportunidades de investimento no setor de telecomunicações no país, com foco na inclusão digital, na expansão do 5G, no programa Norte Conectado e na chegada da TV 3.0 ao Brasil.<br><a href="https://www.gov.br/mcom/pt-br/noticias/2025/maio/ministro-das-comunicacoes-participa-de-seminario-brasil-china-e-destaca-oportunidades-de-investimento-em-conectividade-e-tecnologia" rel="nofollow noopener" target="_blank">Mais&#8230;</a></p>
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		<title>Case: Oracle impulsionou eficiência logística de empresa com tecnologia direcionada</title>
		<link>https://dplnews.com/oracle-eficiencia-logistica-com-tecnologia-direcionada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 12:19:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="705" height="470" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-logistica-mf26325.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews logistica mf26325" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-logistica-mf26325.jpg 705w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-logistica-mf26325-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" title="Case: Oracle impulsionou eficiência logística de empresa com tecnologia direcionada 15"></div>A Oracle reforçou sua presença no mercado de logística com uma parceria de sucesso com a Whirlpool, fabricante mundial de eletrodomésticos. A plataforma de gestão de transporte (OTM) da empresa identifica como melhorar a cadeia de fornecimento e reduzir custos. “A nossa missão em logística, com a OTM, encaixava perfeitamente nas necessidades da Whirlpool, já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="705" height="470" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-logistica-mf26325.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews logistica mf26325" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-logistica-mf26325.jpg 705w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-logistica-mf26325-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" title="Case: Oracle impulsionou eficiência logística de empresa com tecnologia direcionada 16"></div>
<p>A <a href="https://dplnews.com/tag/oracle/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oracle</a> reforçou sua presença no mercado de logística com uma parceria de sucesso com a Whirlpool, fabricante mundial de eletrodomésticos. A plataforma de gestão de transporte (OTM) da empresa identifica como melhorar a cadeia de fornecimento e reduzir custos.</p>



<p>“A nossa missão em logística, com a OTM, encaixava perfeitamente nas necessidades da Whirlpool, já que permite a automação de processos, redução do tempo de envolvimento humano e uma análise mais precisa das previsões de demanda, dando mais eficiência ao processo”, explicou Renata Pessoa, vice-presidente de vendas e apps da Oracle Brasil.</p>



<p>A executiva acrescentou que o foco na inovação tecnológica da fabricante teve um impacto direto na última Black Friday, que registrou um recorde nas entregas, superando marcas anteriores.&nbsp;</p>



<p>Em relação ao tempo de implementação da plataforma, a Oracle ressaltou que os projetos podem variar de seis meses a um ano, dependendo da complexidade das operações de cada cliente. Esse tempo é necessário para parametrizar as soluções, garantindo que cada empresa possa adaptar a tecnologia às suas necessidades específicas.</p>
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		<title>Portugal lidera pedidos de patentes na UE; NOS é principal requerente</title>
		<link>https://dplnews.com/portugal-lidera-pedidos-patentes-ue-nos-principal-requerente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 02:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[NOS Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[P&D]]></category>
		<category><![CDATA[patentes]]></category>
		<category><![CDATA[relevante Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="720" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews portugal tecnologia mf26325" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325-300x211.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325-768x540.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="Portugal lidera pedidos de patentes na UE; NOS é principal requerente 17"></div>Leer en español A NOS Inovação, área de pesquisa e desenvolvimento (P&#38;D) da operadora, consolidou a sua posição como a principal requerente de patentes em Portugal, apresentando 22 pedidos junto da Organização Europeia de Patentes (OEP) em 2024. Além da NOS Inovação, destacam-se a Altice Labs, com 11 pedidos, e a Universidade do Porto, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="720" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews portugal tecnologia mf26325" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325-300x211.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-portugal-tecnologia_mf26325-768x540.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="Portugal lidera pedidos de patentes na UE; NOS é principal requerente 19"></div>
<p><strong><em><a href="https://dplnews.com/nos-inovacao-lidera-solicitudes-de-patentes-portugal/">Leer en español</a></em></strong></p>



<p>A <strong>NOS Inovação</strong>, área de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) da operadora, consolidou a sua posição como a principal requerente de patentes em Portugal, apresentando 22 pedidos junto da Organização Europeia de Patentes (OEP) em 2024. Além da NOS Inovação, destacam-se a <strong>Altice Labs</strong>, com 11 pedidos, e a Universidade do Porto, com 10, como os principais requerentes de patentes no país.</p>



<p>O <a href="https://www.epo.org/en/about-us/statistics/patent-index-2024" rel="nofollow noopener" target="_blank">Patent Index 2024</a> revela que as empresas e inventores portugueses submeteram um total de <strong>347 pedidos de patentes</strong> à OEP, representando um aumento de 4,8% face ao ano anterior e estabelecendo um novo recorde nacional. Um crescimento que reflete um uma Portugal mais ávida pela inovação.</p>



<p>No campo da tecnologia, os maiores pedidos são das áreas de tecnologia da computação, energia, comunicação digital, healthtech e veículos autônomos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="331" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-patentindex2024_mf26325.png" alt="dplnews" class="wp-image-269499" title="Portugal lidera pedidos de patentes na UE; NOS é principal requerente 18" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-patentindex2024_mf26325.png 600w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews-patentindex2024_mf26325-300x166.png 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: captura de tela. Fonte: Patent Index 2024</figcaption></figure>
</div>


<p>Já entre as fabricantes, a <strong>Samsung</strong> liderou com 5.107 pedidos, seguida por <a href="https://dplnews.com/huawei-registra-alta-na-receita-e-acelera-os-gastos-com-pesquisa-e-desenvolvimento/"><strong>Huawei</strong> </a>(4.322), <strong>LG </strong>(3.623), <strong>Qualcomm</strong> (3.015) e <strong>RTX</strong> (2.061). Notadamente, metade dos dez principais requerentes são universidades ou centros de investigação, evidenciando a forte colaboração entre o meio académico e a indústria na promoção da inovação.</p>



<p>Regionalmente, o Norte de Portugal se manteve na vanguarda da inovação, com 179 pedidos de patentes, correspondendo a 52% do total nacional e registrando um aumento de 13,3% em relação ao ano anterior. As regiões Centro e Lisboa seguem-se com 86 e 69 pedidos, respetivamente, com o Centro a apresentar um crescimento de quase 18% nos pedidos europeus em 2024.</p>
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		<title>Brasil &#124; Censo mostra que apenas 3% dos brasileiros com graduação estudaram tecnologia</title>
		<link>https://dplnews.com/brasil-censo-mostra-que-apenas-3-dos-brasileiros-com-graduacao-estudaram-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DPL News]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 19:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1198" height="799" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="231024 espacios de datos sectores estrategicos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos.jpeg 1198w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos-768x512.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1198px) 100vw, 1198px" title="Brasil | Censo mostra que apenas 3% dos brasileiros com graduação estudaram tecnologia 20"></div>TI Inside A proporção de brasileiros com Ensino Superior Completo triplicou nas últimas duas décadas, mas cursos relacionados à tecnologia ainda são pouco procurados. Os dados são do Censo Demográfico 2022: Educação, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, 18,4% da população com 25 anos ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1198" height="799" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="231024 espacios de datos sectores estrategicos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos.jpeg 1198w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos-300x200.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos-1024x683.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2024/10/231024-espacios-de-datos-sectores-estrategicos-768x512.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1198px) 100vw, 1198px" title="Brasil | Censo mostra que apenas 3% dos brasileiros com graduação estudaram tecnologia 21"></div>
<p><a href="https://tiinside.com.br/26/02/2025/censo-mostra-que-apenas-3-dos-brasileiros-com-graduacao-estudaram-tecnologia/" rel="nofollow noopener" target="_blank">TI Inside</a></p>



<p>A proporção de brasileiros com Ensino Superior Completo triplicou nas últimas duas décadas, mas cursos relacionados à tecnologia ainda são pouco procurados. Os dados são do Censo Demográfico 2022: Educação, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, 18,4% da população com 25 anos ou mais possuíam diploma universitário em 2022, contra 6,8% em 2000 – um crescimento de 2,7 vezes no período.<br><a href="https://tiinside.com.br/26/02/2025/censo-mostra-que-apenas-3-dos-brasileiros-com-graduacao-estudaram-tecnologia/" rel="nofollow noopener" target="_blank">Mais&#8230;</a></p>
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