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	<title>Revisão de Subsídios nº4 &#8211; DPL News</title>
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		<title>TV paga pede flexibilidade regulatória para ampliar qualidade das ofertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Bertolini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="800" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tvdepaga mc140421" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-768x512.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-696x464.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-1068x712.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="TV paga pede flexibilidade regulatória para ampliar qualidade das ofertas 1"></div>Leer en españolA Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está avançando na reavaliação das obrigações regulatórias do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), que abrange a televisão por assinatura no Brasil. Na Revisão de Subsídios nº 4 , concluída em setembro, as principais operadoras do setor — Claro, Telefónica, Oi e Sky (Vrio) — apresentaram suas considerações, com um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="800" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews tvdepaga mc140421" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421.jpg 1200w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-300x200.jpg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-1024x683.jpg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-768x512.jpg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-696x464.jpg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-1068x712.jpg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/04/dplnews_tvdepaga_mc140421-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="TV paga pede flexibilidade regulatória para ampliar qualidade das ofertas 2"></div>
<p><strong><a href="https://dplnews.com/operadores-de-tv-de-paga-en-brasil-abogan-por-flexibilidad-regulatoria/">Leer en español</a></strong><br>A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está avançando na reavaliação das obrigações regulatórias do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), que abrange a televisão por assinatura no Brasil. Na <a href="https://apps.anatel.gov.br/ParticipaAnatel/VisualizarTextoConsulta.aspx?TelaDeOrigem=3&amp;ConsultaId=20327" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><strong>Revisão de Subsídios nº 4</strong></a> , concluída em setembro, as principais operadoras do setor — Claro, Telefónica, Oi e Sky (Vrio) — apresentaram suas considerações, com um diagnóstico comum: o marco regulatório do SeAC tornou-se obsoleto diante do avanço do <em>streaming</em> e da transformação digital.</p>



<p>A Claro Brasil foi categórica ao afirmar que as regras atuais criam concorrência desleal para plataformas OTT. A empresa observou que, enquanto as operadoras de TV paga cumprem requisitos de&nbsp;<em>&#8220;must-carry&#8221;</em>&nbsp;, cotas de conteúdo, qualidade e alta tributação, os serviços digitais oferecem produtos mais flexíveis, com menos obrigações e preços mais baixos.</p>



<p>Em sua contribuição, a Claro apoiou a recente decisão da Anatel de suspender provisoriamente algumas regras aplicáveis ​​aos serviços de TV por assinatura, como parte da <a href="https://dplnews.com/brasil-pionera-en-eliminar-las-asimetrias-regulatorias-entre-tv-de-paga-y-streaming/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revisão da Lei Geral de Defesa do Consumidor (PGMC)</a> . Para a empresa, este é um passo na direção certa, pois abre a possibilidade de recuperar alguma competitividade frente aos serviços <em>de streaming</em> .</p>



<p>A empresa também citou um estudo da consultoria Alvarez &amp; Marsal mostrando que&nbsp;<strong>os custos regulatórios acrescentam aproximadamente R$ 10 por assinante ao preço final da TV por assinatura</strong>&nbsp;. Esse custo adicional torna o serviço pelo menos 9% mais caro do que as alternativas&nbsp;<em>de streaming</em>&nbsp;.</p>



<p>Para <a href="https://dplnews.com/brasil-tv-paga-y-streaming-son-el-mismo-mercado-relevante/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a SKY</a> , o serviço de TV por assinatura enfrenta uma crise estrutural devido à transformação do mercado audiovisual. A empresa destaca que a consolidação de plataformas OTT como serviços substitutos, a pirataria e um marco regulatório desatualizado levaram à <strong>perda de quase 60% de sua base de assinantes desde 2014.</strong> Segundo os dados, até julho de 2025, restavam apenas 8,1 milhões de acessos, ante os 19,6 milhões registrados em seu pico histórico.</p>



<p>A operadora de TV paga Vrio também destacou em sua contribuição o andamento da revisão do PGMC, mas acredita que essa isenção regulatória deve abranger todas as ofertas de serviços, incluindo aquelas vendidas por meio de pacotes com outros serviços de telecomunicações.</p>



<p>&#8220;É necessário revogar todos os dispositivos infralegais editados pela Anatel que não estejam expressamente previstos e/ou não correspondam à Lei do SeAC-TV por Assinatura, ao CDC e aos Decretos que a regulamentam&#8221;, explicou Vrio. Ele também propôs o ajuste de questões relacionadas ao setor em outras regulamentações, como o Regulamento de Qualidade dos Serviços de Telecomunicações ou o Regulamento de Uso dos Serviços de Telecomunicações em Casos de Desastres, entre outros.</p>



<p>A SKY enfatizou que a proteção ao consumidor continuará sendo garantida pela legislação vigente, como o Código de Defesa do Consumidor, e que a modernização regulatória é essencial para equilibrar a concorrência. O objetivo, afirma, é permitir que as operadoras de TV por assinatura tenham a flexibilidade necessária para inovar, reter usuários e competir efetivamente com os serviços digitais.</p>



<p>Por sua vez,&nbsp;<strong>a Telefónica</strong>&nbsp;(Vivo) destacou a convergência tecnológica e a pirataria como fatores decisivos na perda de assinantes de TV por assinatura. A empresa enfatizou que a ampla utilização da banda larga e a popularização de aparelhos como os decodificadores facilitaram a migração para plataformas digitais, que oferecem maior liberdade de escolha aos consumidores.</p>



<p>A Telefónica alegou que a assimetria regulatória é insustentável: enquanto a SeAC paga ICMS (Imposto sobre Serviços) de até 29%, os serviços OTT estão sujeitos ao ISS, com alíquota máxima de 5%. Essa diferença, somada às obrigações de retransmissão e às cotas de conteúdo nacional, coloca a TV por assinatura em clara desvantagem, afirmou.</p>



<p>A empresa argumentou que uma revisão completa das obrigações regulatórias é necessária para garantir &#8220;maior equidade&#8221; entre os modelos de negócios. Em sua opinião, flexibilizar essas regras não só ajudaria a sustentabilidade das operadoras, como também ampliaria a diversidade e a qualidade da oferta para os consumidores brasileiros.</p>



<p>No caso da&nbsp;<strong>Oi</strong>&nbsp;, a empresa enfatizou que o SeAC enfrenta &#8220;graves distorções concorrenciais&#8221;. Em sua contribuição, destacou que a base de assinantes de TV paga encolheu quase 60% desde 2014, devido à rigidez regulatória e ao avanço de modelos digitais mais ágeis e adaptados aos hábitos dos usuários.</p>



<p>Outro ponto-chave na contribuição da Oi foi a carga tributária. A operadora argumentou que o SeAC está atrelado a fundos setoriais como o FUST e o Funttel, além do Condecine, o que eleva o custo por usuário.</p>



<p>No geral, as contribuições da Claro, Telefónica, Oi e Sky concordam que&nbsp;<strong>o SeAC não se sustenta no atual arcabouço legal</strong>&nbsp;. Todas elas pedem que a Anatel avance na simplificação das regras, na redução das obrigações assimétricas e na busca por maior convergência regulatória com modelos digitais.</p>



<p>Em sua petição, a Strima, associação que representa as empresas&nbsp;<em>de streaming</em>&nbsp;, argumentou que as mesmas regras aplicáveis ​​aos serviços de TV por assinatura não deveriam ser estendidas ao&nbsp;<em>streaming</em>&nbsp;, visto que esses setores enfrentam realidades e desafios diferentes. Strima enfatizou que qualquer tentativa de &#8220;equalizar&#8221; os marcos regulatórios dos dois serviços deve ser cuidadosamente avaliada, e que a ação mais prudente é&nbsp;<strong>revisar se as regras atuais que regem o SeAC ainda são justificadas</strong>&nbsp;, em vez de replicá-las com serviços de vídeo sob demanda.</p>



<p>Como parte da Agenda Regulatória 2025-2026, a Anatel pretende avaliar os custos regulatórios associados às obrigações às quais a TV por assinatura está sujeita. A Agência deve agora analisar as contribuições e definir quais regras podem ser eliminadas ou flexibilizadas na nova agenda regulatória.</p>
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