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	<title>rede privativa federal &#8211; DPL News</title>
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		<title>Governo do Brasil atualiza competências do MCom incluindo a rede privativa federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 15:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="768" height="430" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/dplnews_ministerio-comunicacoes-brasil_mc1725.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ministerio comunicacoes brasil mc1725" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/dplnews_ministerio-comunicacoes-brasil_mc1725.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/dplnews_ministerio-comunicacoes-brasil_mc1725-300x168.webp 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" title="Governo do Brasil atualiza competências do MCom incluindo a rede privativa federal 1"></div>O Decreto presidencial nº 12.537/2025 alterou a estrutura regimental do Ministério das Comunicações (MCom) e trouxe a inclusão formal da rede privativa de comunicação da administração pública federal entre as competências da pasta. A medida modifica o Decreto nº 11.335/2023, que organiza o funcionamento do MCom, para determinar que a pasta será responsável pela &#8220;rede [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="768" height="430" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/dplnews_ministerio-comunicacoes-brasil_mc1725.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ministerio comunicacoes brasil mc1725" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/dplnews_ministerio-comunicacoes-brasil_mc1725.webp 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/07/dplnews_ministerio-comunicacoes-brasil_mc1725-300x168.webp 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" title="Governo do Brasil atualiza competências do MCom incluindo a rede privativa federal 2"></div>
<p>O Decreto presidencial <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/Decreto/D12537.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">nº 12.537/2025</a> alterou a estrutura regimental do <strong>Ministério das Comunicações</strong> (MCom) e trouxe a inclusão formal da rede privativa de comunicação da administração pública federal entre as competências da pasta.</p>



<p>A medida modifica o Decreto nº 11.335/2023, que organiza o funcionamento do MCom, para determinar que a pasta será responsável pela &#8220;rede nacional de comunicações, incluída a rede privativa de comunicação da administração pública federal&#8221;. Essa rede foi <strong>originalmente prevista no</strong> <strong>Edital do 5G da Anatel</strong> como contrapartida para operadoras, com o objetivo de garantir comunicação segura entre órgãos do governo.</p>



<p>Além da atualização de competências, o decreto também promove um extenso remanejamento e transformação de cargos comissionados entre o MCom e o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), indicando uma possível reestruturação administrativa para dar suporte às novas atribuições.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Entenda: </strong><a href="https://dplnews.com/lula-centraliza-poder-no-mcom-xeque-autonomia-anatel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Lula centraliza poder no MCom e coloca em xeque autonomia da Anatel</strong></a></p>



<p>A mudança ocorre em meio a discussões sobre segurança da informação e soberania digital, e pode sinalizar uma retomada das ações em torno da implementação da rede privativa federal, que vinha avançando lentamente nos últimos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Investimentos e responsabilidades operacionais</h3>



<p>O Decreto, contudo, não altera nenhuma diretriz técnica, orçamento, cronograma ou modelo de operação da rede privativa. Segundo estimou a Telebras em 2021, a implantação da rede privativa federal deve demandar aproximadamente <strong>R$ 3,45 bilhões em investimentos</strong> ao longo de seis anos, com manutenção estimada em R$ 11,7 bilhões nos 15 anos seguintes.</p>



<p>Na composição do projeto, a rede fixa em fibra óptica atenderá cerca de 18,6 mil pontos federais (6,5 mil nas capitais), enquanto a rede móvel, situada inicialmente no Distrito Federal e posteriormente estendida, contemplará até <strong>150 mil terminais</strong>. A Telebras foi <a href="https://www.telebras.com.br/decreto-destina-a-telebras-a-gestao-da-rede-privativa-de-comunicacao-da-administracao-publica-federal" rel="nofollow noopener" target="_blank">designada como operadora exclusiva</a> dessa infraestrutura, conforme decreto de dezembro de 2022, e utilizará faixas de frequência reservadas na licitação do 5G.</p>



<p>As diretrizes técnicas <a href="https://dplnews.com/anatel-se-retira-governanca-conectividade-escolar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anteriormente definidas pelo MCom e Anatel</a> preveem uso de tecnologia LTE Release 16 (4G avançado), criptografia de ponta a ponta, SD‑WAN e backbone satelital, com foco em segurança nacional e interoperabilidade entre órgãos (segurança pública, defesa, serviços emergenciais).&nbsp;</p>



<p>A implantação está dividida em fases: piloto no DF, expansão para capitais e rodovias, e integração com sistemas legados; o Gaispi acompanha desde interferência à contraprestação financeira, estimada em cerca de <strong>R$ 1 bilhão</strong> para a fase inicial móvel e fixa.</p>
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