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	<title>plataformização da educação &#8211; DPL News</title>
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		<title>Brasil &#124; CGI.br analisa o uso de plataformas tecnológicas em educação</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 13:57:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educación]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1076" height="553" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="image 10" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10.jpeg 1076w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-300x154.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-1024x526.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-768x395.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-696x358.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-1068x549.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-817x420.jpeg 817w" sizes="(max-width: 1076px) 100vw, 1076px" title="Brasil | CGI.br analisa o uso de plataformas tecnológicas em educação 1"></div>Com a pandemia COVID-19, escolas, alunos e professores tiveram que se adequar ao ensino remoto, até então pouco adotado no Brasil, e passaram a utilizar plataformas tecnológicas estrangeiras, fenômeno conhecido como “plataformização da educação”. O Grupo de Trabalho sobre Plataformas na Educação Remota do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou o estudo “Educação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1076" height="553" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="image 10" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10.jpeg 1076w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-300x154.jpeg 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-1024x526.jpeg 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-768x395.jpeg 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-696x358.jpeg 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-1068x549.jpeg 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2021/09/image-10-817x420.jpeg 817w" sizes="(max-width: 1076px) 100vw, 1076px" title="Brasil | CGI.br analisa o uso de plataformas tecnológicas em educação 2"></div>
<p>Com a pandemia COVID-19, escolas, alunos e professores tiveram que se adequar ao ensino remoto, até então pouco adotado no Brasil, e passaram a utilizar plataformas tecnológicas estrangeiras, fenômeno conhecido como “plataformização da educação”. </p>



<p>O Grupo de Trabalho sobre Plataformas na Educação Remota do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou o estudo <strong>“Educação em um cenário de plataformização e de economia de dados: problemas e conceitos”</strong> nesta quinta-feira, 29, para entender os desafios deste cenário.</p>



<p>Trata-se do primeiro documento de uma série que reunirá três volumes, que <strong>pretendem analisar as preocupações e possíveis providências relacionadas ao destino e armazenamento dos dados de usuários das plataformas utilizadas no ensino.</strong> O tema tem sido tratado por especialistas de diversos países.</p>



<p>Rafael Evangelista, conselheiro do CGI.br e coordenador desse grupo de trabalho, explica que, com o início da pandemia, a rápida adoção de plataformas por instituições de ensino se tornou pauta recorrente nas reuniões do CGI.br, com especial atenção às questões relacionadas ao tratamento e ao uso dos dados dos usuários. “Considerando o ecossistema educacional, os integrantes mais vulneráveis são os que estão em maior número: <strong>as crianças e adolescentes facilmente se tornam alvo de publicidade, desinformação e manipulação do comportamento, dados os modelos de negócios das plataformas de redes sociais</strong>. Isso requer muita atenção”, enfatiza.</p>



<p>Dentre os problemas apontados pelo estudo do CGI.br, estão a falta de transparência das soluções adotadas por instituições de ensino, bem como a ausência de autonomia nacional em termos de infraestrutura tecnológica de suporte ao ensino e à pesquisa e também falhas relacionadas ao uso comercial dos dados de alunos brasileiros, assim como a vigilância de suas atividades educacionais.</p>



<p>A publicação aborda ainda <strong>ações estratégicas que podem ajudar a aprimorar a utilização da Internet no Brasil</strong>, com o incentivo ao desenvolvimento tecnológico nacional. “Essas questões precisam ser consideradas no escopo de uma política de governança de educação digital, para assegurar um ensino público gratuito e de qualidade alinhado aos parâmetros da ética e dos direitos humanos”, reforça o conselheiro do CGI.br.</p>



<p><strong>Lançamento e debate do estudo</strong></p>



<p>O evento de lançamento do estudo foi palco de um importante debate liderado por Evangelista sobre os efeitos do uso e adoção de plataformas digitais no ensino e pesquisa durante a pandemia: como essas plataformas têm utilizado os dados pessoais de alunos e professores e quais os riscos para a proteção da privacidade desse público.</p>



<p>Participaram da discussão a educadora, pesquisadora e diretora do Instituto Educadigital, que produziu o relatório, Priscila Gonsales; a diretora de Parcerias e Monitoramento do Programa Operacional de Comunicações e Informações da UNESCO, Marielza Oliveira; e o professor e representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Nelson Pretto.</p>



<p>*Com assessoria de imprensa.</p>
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