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		<title>Brasil &#124; Seguradoras ficam mais restritivas com risco &#8216;ciber&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 12:13:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="720" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/07/dplnews_ciberseguridad_mc100720.gif" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ciberseguridad mc100720" decoding="async" fetchpriority="high" title="Brasil | Seguradoras ficam mais restritivas com risco &#039;ciber&#039; 1"></div>Valor &#8211; Sérgio Tauhata Alarmadas com a escalada de ataques cibernéticos, as companhias de seguros brasileiras têm ficado bem mais exigentes para a chamada subscrição de risco cibernético, ou seja, se decidem aceitar ou não o risco coberto por uma apólice. “No ano passado estava bem mais fácil vender o seguro ‘ciber’ e a régua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="720" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/07/dplnews_ciberseguridad_mc100720.gif" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews ciberseguridad mc100720" decoding="async" title="Brasil | Seguradoras ficam mais restritivas com risco &#039;ciber&#039; 2"></div>
<p class="eplus-wtrCrc wp-block-paragraph">Valor &#8211; Sérgio Tauhata</p>



<p class="eplus-f2Kgwd wp-block-paragraph">Alarmadas com a escalada de ataques cibernéticos, as companhias de seguros brasileiras têm ficado bem mais exigentes para a chamada subscrição de risco cibernético, ou seja, se decidem aceitar ou não o risco coberto por uma apólice. “No ano passado estava bem mais fácil vender o seguro ‘ciber’ e a régua estava bem mais baixa”, diz Marta Schuh, diretora de risco cibernético da Marsh.</p>



<p class="eplus-Ju2jVa wp-block-paragraph">De acordo com a corretora Lockton, que administra 50 apólices ciber de grandes e médias empresas no país, atualmente, de cada dez pedidos de cobertura, três têm sido recusados pelas seguradoras. No ano passado, essa relação era de um para dez.</p>



<p class="eplus-h12jSj wp-block-paragraph">Conforme Mauricio Bandeira, superintendente de linhas financeiras e responsabilidade civil da Lockton, “o começo da pandemia impulsionou outra pandemia, a de ataques cibernéticos”. O especialista explica que, como o mercado ainda é muito novo no Brasil, “os colchões [de proteção] das seguradoras ainda são finos, ou seja, não têm tanta reserva e, além disso, a sinistralidade [relação entre os prêmios ganhos e os sinistros] subiu no ano passado para próximo de 80%”.</p>



<p class="eplus-8ETMSv wp-block-paragraph">Mais informações: <a href="https://valor.globo.com/financas/noticia/2021/09/20/seguradoras-ficam-mais-restritivas-com-risco-ciber.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://valor.globo.com/financas/noticia/2021/09/20/seguradoras-ficam-mais-restritivas-com-risco-ciber.ghtml</a></p>
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