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		<title>Huawei endossa leilão de 6 GHz, mas para ITI a faixa não supre serviço móvel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 21:49:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1238" height="718" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews huawei 31325" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325.png 1238w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325-300x174.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325-1024x594.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325-768x445.png 768w" sizes="(max-width: 1238px) 100vw, 1238px" title="Huawei endossa leilão de 6 GHz, mas para ITI a faixa não supre serviço móvel 1"></div>A Huawei Brasil recomenda firmemente que o leilão da parte alta da faixa de 6 GHz (6425–7125 MHz) para serviços móveis pessoais (SMP) ocorra já em 2026, aproveitando o impulso internacional gerado pela identificação da banda no WRC-23. Em sua contribuição à Consulta Pública nº 9/2025 da Anatel, Carlos Lauria, executivo sênior de relações governamentais da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1238" height="718" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews huawei 31325" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325.png 1238w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325-300x174.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325-1024x594.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2025/03/dplnews_huawei_31325-768x445.png 768w" sizes="(max-width: 1238px) 100vw, 1238px" title="Huawei endossa leilão de 6 GHz, mas para ITI a faixa não supre serviço móvel 2"></div>
<p>A Huawei Brasil <a href="https://dplnews.com/brasil-huawei-defende-divisao-democratica-da-faixa-de-6-ghz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomenda firmemente que o leilão da parte alta da faixa</a> de 6 GHz (6425–7125 MHz) para serviços móveis pessoais (SMP) ocorra já em 2026, aproveitando o impulso internacional gerado pela identificação da banda no <a href="https://dplnews.com/tag/wrc-23/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WRC-23</a>. Em sua contribuição à Consulta Pública nº 9/2025 da Anatel,<strong> Carlos Lauria</strong>, executivo sênior de relações governamentais da Huawei, argumenta que essa faixa é essencial para garantir o futuro do 5G e a transição para o 6G.</p>



<p>O especialista destaca que a capacidade dos 6 Ghz é comparável à banda C, mas com quase o dobro da largura de banda, sendo, portanto, um recurso essencial para manter o Brasil na vanguarda tecnológica.&nbsp;</p>



<p><a href="https://dplnews.com/brasil-e-mexico-identificam-a-faixa-de-6-ghz-para-o-5g-na-wrc-23/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“O Brasil e o México, parte da Região 2 da UIT, também identificaram a faixa de 6425-7125 MHz para o IMT”</a>, relembrou. Para a empresa, isso reforça que o Brasil já sinalizou, no cenário internacional, a intenção de utilizar essa faixa para comunicações móveis além de que “80% da população mundial vive em países que identificaram 6425-7125 MHz para o IMT”, reforçou.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6 GHz é realmente viável ao serviço móvel?</h3>



<p>Por outro lado, o Information Technology Industry Council (ITI) defende a preservação integral da faixa para uso não licenciado, como o wi-fi, advertindo sobre os riscos econômicos e sociais de uma mudança de rumo.</p>



<p>O ITI afirma que “não há evidência clara de que mais espectro licenciado para IMT seja necessário” e que o uso da faixa para redes móveis enfrenta entraves técnicos, como baixa propagação e necessidade de proteção a usuários existentes.&nbsp;</p>



<p>“A parte superior da banda de 6 GHz será difícil de utilizar devido a problemas de propagação”, diz a contribuição, acrescentando que “a compensação de relocalização será tão grande que tornará o espectro inacessível para os potenciais licenciados”.</p>



<p>Para a Huawei, entretanto, o momento é oportuno para a divisão: “o ecossistema da indústria 6GHz está se acelerando e se tornará gradualmente maduro no ano de 2025 e 2026”.&nbsp;</p>



<p>A gigante chinesa comenta o estabelecimento de novos requisitos técnicos para novos dispositivos pelo 3GPP, o que representa “um marco significativo para o desenvolvimento de produtos”. Seguindo esse raciocínio, dispositivos comerciais, como CPEs e terminais móveis, estariam disponíveis a partir de 2026, viabilizando tecnicamente o leilão. </p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Leia também: </strong><a href="https://dplnews.com/6ghz-licitacao-2026-operadoras-pedem-2030/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>6 GHz: licitar em 2026 ou esperar? Grandes teles querem leilão em 2030</strong></a></p>



<p>A Huawei citou ainda países como <strong>Emirados Árabes Unidos</strong>, <strong>Hong Kong</strong>, <strong>Austrália</strong>, <strong>Índia</strong> e <strong>China</strong> como exemplo entre os que já iniciaram esse processo de divisão da faixa, recomendando que o Brasil faça o mesmo para não ficar atrás.</p>



<p>O ITI, por sua vez, sustenta que o <a href="https://dplnews.com/tag/wi-fi-6/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wi-Fi 6E</a>, que depende da faixa de 6 GHz, é uma tecnologia já consolidada e essencial para aplicações críticas como realidade aumentada, telepresença médica e cidades inteligentes.&nbsp;</p>



<p>A destinação integral da faixa, segundo o ITI, foi adotada por “principais economias de todo o mundo”, e o Brasil “não pode se dar ao luxo de desviar-se de seu plano de aproveitar as vantagens da harmonização global”.</p>



<p>Citando projeções da Dynamic Spectrum Alliance e da Abrint, o ITI afirma que manter o uso não licenciado poderia gerar até <strong>“US$ 163,5 bilhões à economia brasileira”</strong> e consolidaria a atuação de cerca de 20 mil ISPs.&nbsp;</p>



<p>Por isso, pede que a Anatel reverta a decisão recente de permitir o uso da faixa por IMT e reafirme sua política de uso não licenciado para todo o espectro de 6 GHz.</p>
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