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	<title>flexibilização ambiental &#8211; DPL News</title>
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		<title>PL de licenciamento ambiental pode impactar obras de infraestrutura telecom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[⁨Mayara Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 20:49:23 +0000</pubDate>
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<p>O Projeto de Lei 2159/2021, que propõe novas regras gerais para o licenciamento ambiental no Brasil, avança no Congresso Nacional sob forte controvérsia, principalmente por flexibilizar exigências para diversos tipos de empreendimentos.&nbsp;</p>



<p>Embora a maior parte do debate público esteja concentrada nos impactos socioambientais amplos, o texto também tem potencial de repercussão direta sobre a implantação de <strong>infraestrutura de telecomunicações</strong>, em especial redes de fibra óptica, cabos submarinos, obras de travessia de rios e instalação de torres e postes em áreas urbanas e rurais.</p>



<p>Pelo texto, todas as obras ou atividades que possam gerar impacto ao meio ambiente precisam passar por processo de licenciamento ambiental, com definição clara de três tipos de licença: prévia, de instalação e de operação. Em casos de significativa degradação ambiental, será obrigatória a elaboração do Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EPIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), com realização de audiências públicas.</p>



<p>A proposta cria ainda a <strong>Taxa de Licenciamento Ambiental Federal (TL)</strong>, a ser paga por empreendimentos de grande, médio ou pequeno porte, com valores que variam de<strong> R$ 2 mil a R$ 44,8 mil (em torno de US$ 360 a US$8 mil) </strong>, conforme porte e impacto ambiental.&nbsp;</p>



<p>Obras de infraestrutura de cabos, redes e antenas poderão ser classificadas como de “baixo”, “médio” ou “alto impacto ambiental”, dependendo da abrangência territorial e do potencial de intervenção sobre o meio ambiente.</p>



<p>Na prática, para o setor de telecomunicações, o PL pode representar eventuais entraves burocráticos e aumento de custos em projetos de expansão de redes, sobretudo em áreas de proteção ambiental, zonas urbanas sensíveis ou em obras interestaduais, como cabeamento óptico de longa distância.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#fff6f9"><strong>Mais: </strong><a href="https://dplnews.com/sheinbaum-sanciona-nova-lei-de-telecomunicacoes-radiodifusao-mexico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Claudia Sheinbaum sanciona nova Lei de Telecomunicações e Radiodifusão no México</strong></a></p>



<p>O texto, já <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/05/21/senado-aprova-projeto-da-lei-do-licenciamento-ambiental" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">aprovado no Senado</a> em 21 de maio de 2025, contudo, <strong>flexibiliza regras de licenciamento</strong>, reduzindo exigências para pequenos e médios empreendimentos por meio da licença por adesão e compromisso (LAC), por <strong>autodeclaração</strong>.</p>



<p>O PL estabelece que o licenciamento ambiental será conduzido pelo órgão local do SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente) nos casos em que o impacto ambiental se restringir ao território do município , cabendo ao órgão federal, como o IBAMA, atuar quando o impacto envolver mais de um Estado, terras indígenas, Unidades de Conservação federais, ou a plataforma continental, como é o caso dos cabos submarinos.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o texto fixa <strong>prazos máximos de até seis meses para conclusão dos processos de licenciamento</strong>, conforme previsão do Art. 5º.</p>



<p>Organizações como Transparência Internacional e Observatório do Clima apontam que o texto fragiliza órgãos como IBAMA, ICMBio e o próprio SISNAMA, aumentando risco de corrupção, judicialização e impactos socioambientais não controlados.</p>



<p>A proposta segue em tramitação na Câmara dos Deputados, com discussão acirrada entre ambientalistas e setores produtivos, como construção civil, energia e telecomunicações.</p>
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