O potencial da nuvem na saúde: como a MV utiliza a Huawei Cloud no Brasil

“Quando se fala do futuro da tecnologia para a saúde, estamos falando de soluções inventadas na Nuvem”, afirmou Adrey Abreu, diretor de Tecnologia da MV.


Cancún, Quintana Roo. – “Para cuidar da saúde das pessoas, a primeira coisa que é necessária são dados“: esta é a premissa da MV, uma empresa brasileira que oferece soluções tecnológicas para a transformação digital de clínicas, hospitais e operadores de saúde.

Estes dados incluem o histórico clínico, hospitais próximos, necessidades de atendimento médico, monitoramento em tempo real da saúde, bem como análises clínicas e diagnósticos.

Procesar e gerenciar todos esses dados, provenientes de diversas fontes e em diferentes formatos, não seria possível sem a nuvem, destacou Adrey Abreu, diretor de Tecnologia da MV, durante o Huawei Cloud Envision 2024.

Durante o evento, a empresa brasileira explicou como as capacidades de nuvem da Huawei lhe permitiram desenvolver e implementar um ecossistema de soluções digitais para melhorar a atenção médica.

A MV migrou o banco de dados Oracle para o GaussDB, uma base de dados projetada pela Huawei para gerenciar cargas de trabalho críticas, onde é necessário garantir altos níveis de disponibilidade, desempenho, segurança, escalabilidade e inteligência.

Agora, a empresa brasileira utiliza essa solução na nuvem, que também possui inteligência artificial de forma nativa, para o gerenciamento massivo e eficiente de dados. “Estamos impactando a atenção médica com nossas soluções. Quando falamos sobre o futuro da tecnologia para a saúde (…), estamos falando de soluções inventadas na nuvem”, disse Abreu.

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Para as instituições e provedores de serviços de saúde, acrescentou, deve ser fácil comprá-los e executá-los, e isso é facilitado pela nuvem. Os hospitais e empresas de saúde na América Latina têm necessidades muito específicas que precisam ser atendidas rapidamente.

A tecnologia pode apresentar alternativas para cobrir esses requisitos de capacidade e atendimento ao paciente desde o primeiro contato. Abreu comentou que atualmente os médicos gastam 60% do seu tempo em trâmites burocráticos, o que representa uma perda se considerarmos que poderiam dedicar esse tempo a cuidar de pacientes ou fazer diagnósticos.

No campo médico, a digitalização ainda é um caminho com um longo percurso a percorrer, então os processos ainda não estão otimizados. Persistem problemas como a falta de um histórico clínico digital, a escassa análise de dados sobre a saúde ou a falta de interoperabilidade entre diferentes sistemas de hospitais e clínicas.

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Foto: DPL News

No entanto, as soluções digitais habilitadas pela Nuvem podem contribuir para resolver esses gargalos e ajudar os profissionais de saúde a se concentrarem no mais importante: a saúde de seus pacientes, e não em trâmites burocráticos, advertiu o executivo da MV.

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“Há cinco anos, criamos uma jornada de saúde para fornecer um cuidado integrado contínuo e oferecemos soluções tecnológicas para todas as etapas desta jornada”: desde o acompanhamento da saúde em casa, através de um aplicativo que envia informações ao médico, até o monitoramento remoto em tempo real do progresso de um paciente, explicou.

A empresa brasileira projetou esta jornada do paciente como uma trajetória mais ágil e otimizada para obter um serviço de saúde. Assim, por exemplo, uma pessoa poderia agendar uma consulta digital através de um aplicativo para visitar o médico mais adequado de acordo com seus sintomas, em vez de ter que procurar hospitais onde possa ser atendida.

Mesmo depois de haver um diagnóstico e uma prescrição médica, a tecnologia da MV disponibiliza aos pacientes informações sobre as farmácias que têm o medicamento e permite comprá-lo através do mesmo aplicativo sem precisar recorrer a diferentes locais.

O uso desse tipo de tecnologia no campo da saúde melhora o atendimento médico, destacou Abreu, pois há uma maior satisfação dos pacientes e um cuidado mais oportuno e personalizado. Isso, por sua vez, representa uma vantagem para as instituições de saúde, pois atraem mais pacientes e fidelizam aqueles que já o são.

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