Metaverso requer redes programáveis, abertas e adaptáveis: Ciena

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Um dos desafios que a indústria precisa enfrentar para desenvolver o metaverso é a engenharia das redes. Para Décio Coraça, senior manager Field Systems Engineering da Ciena, esse é o papel da empresa: dar flexibilidade à conectividade para suportar as experiências no metaverso.

Em conversa com a DPL News no Futurecom 2022, Coraça explicou que o metaverso vai exigir que a infraestrutura física da rede passe a ser mais programável, mais aberta e mais adaptável às novas condições de tráfego.

“Hoje você utiliza o metaverso da Futurecom, amanhã você vai estar na sua casa ou viajando e você vai utilizar diferentes aplicações. Como fazer com que a rede se adapte a essa nova característica de tráfego, que muda muito dinamicamente?”, comentou.

O volume de dados transportados também vai aumentar com a utilização cada vez maior de Realidade Aumentada, Realidade Virtual, vídeos em 4K e 8K, entre outras tecnologias. “Tudo isso significa mais dados, mais informação sendo transportada por essa infraestrutura”.

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A Ciena desenvolve as tecnologias que darão maior adaptabilidade à infraestrutura física, para que a rede seja mais programável e para que seja possível extrair mais informações de dados e de performance. Além disso, a empresa trabalha para que a rede tenha maior capacidade e ofereça menor latência.

“O 5G traz um aspecto importante nesse sentido. A Ciena também fornece soluções para redes e conectividade 5G, que acaba sendo muito importante para o metaverso e para o multiverso”, afirmou o executivo.

A declaração indica que a Ciena acredita no potencial das tecnologias imersivas. “Para nós, é uma enorme oportunidade poder participar desse movimento ativamente como um fornecedor tecnológico”, completou.