jueves, diciembre 1, 2022
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Huawei terá mais de um bilhão de assinantes industriais 5G

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Tradução: Mirella Cordeiro

Na virada da última década, testemunhamos a transição tecnológica, a passagem de uma geração móvel para outra: de 4G para 5G, que se expandiu mais rapidamente que seus antecessores.

Como prova disso, em apenas três anos mais de 3 milhões de estações base 5G foram instaladas em todo o mundo e em breve a Huawei terá mais de um bilhão de assinantes 5G do setor industrial.

O anúncio foi feito pelo presidente de produtos e soluções TIC e presidente de soluções sem fio da Huawei, Yang Chaobin, durante o discurso de encerramento do Fórum Mundial de Banda Larga (MBBF) em Bangkok, Tailândia.

Chaobin destacou que há um número maior de smartphones este ano e disse que o 5G mudou coletivamente o comportamento das pessoas. Como exemplo disso, ele explicou que o consumo de vídeos 5G cresceu quase duas vezes mais, o que equivale a um tempo de quase duas horas por dia e o consumo de vídeos de alta definição (HD) passou de 40 para 60 por cento.

Dentro do mesmo ramo audiovisual, o executivo acrescentou que os vídeos por satélite aumentaram o tráfego mundial das redes móveis e o fato de assistir a vídeos aumentou oito vezes.

Lançamento comercial e benefícios sociais e econômicos

Chaobin informou que, até agora, graças ao 5G, mais de 20 mil produtos foram lançados comercialmente. O executivo garantiu que isso aumenta a renda e traz benefícios para toda a sociedade, já que o 5G tem aplicações industriais: como mineração de carvão, ou logística, já que o 5G melhora a potência dos contêineres para que possam ser carregados com uma otimização enorme.

Ele acrescentou que a Huawei continuará compartilhando tecnologias inovadoras com seus clientes, razão pela qual se concentrou em projetar uma série de produtos e serviços diversificados.

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Chaobin enfatizou que o 5G vai oferecer oportunidades muito boas para as operadoras, primeiramente nas bandas de 2,6 GHz e 5 GHz; no entanto, alertou que não só lançou uma única banda, mas que ela já começou a se replicar em outras.

Em relação à eficiência energética, Chaobin disse que a eficiência do espectro deve ser melhorada e alertou que as bandas milimétricas (mmWave) permitirão otimizar o desempenho da mobilidade, embora reconheça que quase ninguém está usando mmWave 5G, que atualmente representa menos de 1% dos casos.

Ele prevê que bandas diferentes terão desafios diferentes e, eventualmente, todas as bandas precisarão trabalhar em 5G para fornecer a mesma experiência contínua para todos os clientes.

Como exemplos de soluções orientadas para a sustentabilidade, a Huawei apresentou o MetaAUU implementado em conjunto com a Orange, que permite uma redução de 33% no consumo de energia. Ele também compartilhou outros produtos inovadores da empresa chinesa, como antenas mais altas e potentes, desenvolvimentos nas bandas baixas (de 400 a 800 MHz) e a antena 8T8R 5G, que economiza energia.

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Além disso, disse que o FDD Massive MIMO tem potencial para ser lançado comercialmente em mais de 70 países ou redes comerciais. Desta forma, o consumo de energia será reduzido em até 40 por cento, a velocidade melhorará e o consumo de energia será reduzido graças ao fato de poder ser implementado com um único site, uma única antena e uma única unidade de rádio.

Por último, quanto à cobertura legada, disse que as redes 2G e 3G vão continuar a existir e coexistir com as novas tecnologias, embora o 5G venha a fornecer três vezes mais capacidade, tornando-se uma rede mais adequada do que a geração anterior para Cloud Intelligence, simplificando a operação e reduzindo custos.

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