Gaispi define diretrizes da rede privativa do governo

Rede abrange segmentos de rede móvel e rede fixa, incluindo rede satelital e soluções de criptografia.

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O Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi), aprovou as diretrizes para o planejamento e a implementação da rede privativa do governo, prevista no Leilão do 5G, dando foco ao detalhamento de requisitos técnicos.

A rede utilizará a tecnologia LTE Release 16, propícia para chamadas de vídeo, streaming de áudio e vídeo, serviços baseados em geolocalização; serviços de multimídia em broadcast e multicast; interconexão com redes comerciais, chamadas em roaming, chamadas em conferência, chamadas de emergência e alertas de emergência sem fio.

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Sua infraestrutura fixa será erguida do zero, não havendo opção de RAN Sharing de rede com operadoras comerciais. Também será de fibra óptica e contará com criptografia fim-a-fim. O piloto será implantado em Brasília e, posteriormente, estará presente em todas as capitais para atender órgãos públicos federais e complementar as redes de governo já existentes. Ao todo, estão previstos 6.500 pontos de atendimento em todo o país, com segmentos de rede móvel, fixa e satelital.

Maximiliano Martinhão, Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, expressou sua satisfação com o progresso alcançado: “Avançamos mais um passo na direção de uma medida que, além de estar prevista no edital do Leilão do 5G, é de grande importância para a administração pública. Essa rede privativa móvel de governo dotará o Estado brasileiro da melhor tecnologia em missão-crítica disponível no mercado, e vamos conseguir um antigo anseio das Forças Armadas e das Secretarias de Segurança Pública, que é ter um sistema de telecomunicações integrado, rápido, moderno e seguro.”

Com informações do Ministério das Comunicações.