Convergencia Digital – Luís Osvaldo Grossmann
Quase seis meses depois de um abaixo-assinado, que já recolheu 9,2 mil subscrições – o triplo do número de funcionários – servidores da Dataprev prepararam um manifesto contra a privatização da estatal, na sequencia do anúncio formal pelo governo Bolsonaro de incluir a empresa na lista de desinvestimentos.
Além de alinhar o argumento financeiro, de que a Dataprev é uma estatal “rentável e superavitária” e que não recebe recursos da União, o manifesto encaminhado aos parlamentares toca numa questão crucial: o que acontecerá com dados de milhões de brasileiros hoje guardados pela própria Dataprev e também pelo Serpro.