“Foi feito um investimento muito pesado em 5G e todos estão procurando uma forma de monetizar isso”: Amdocs

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Durante a Futurecom 2023, a DPL News conversou exclusivamente com Clayton Cruz, presidente da Amdocs para a América Latina, sobre os debates mais intensos do congresso e os temas em pauta: 5G e setores específicos. Também discutiram a posição do Brasil na região e da América Latina no mundo.

DPL News: Quais tópicos foram o foco da presença da Amdocs no Futurecom este ano?

Clayton Cruz: Sempre falamos sobre o que está por vir, o futuro, a evolução tecnológica. Falou-se em monetização do 5G, porque houve uma implantação muito forte, mas agora a questão a responder é como usar a rede e como monetizá-la. Eles também falaram sobre a nuvem, como trazer a infraestrutura de TI para a nuvem, a implantação e otimização da rede e a experiência digital que os usuários desejam.

DPL News: O Brasil está mais perto de encontrar a resposta sobre como monetizar o 5G do que o resto da região?

Clayton Cruz: Eu administro toda a região e não vejo o Brasil muito à frente de outros países. Existem vários que seguem mais ou menos na mesma linha; Eu mencionaria, por exemplo, Brasil, Chile e México. Foi feito um investimento muito pesado na rede 5G e todos procuram uma forma de rentabilizar isso.

DPL News: Em quais campos essa monetização pode ser encontrada?

Clayton Cruz: O debate hoje é como levar a rede para as indústrias e o agronegócio. Eles não são iguais, seus requisitos são diferentes. A indústria está a estudar como gerir os custos das redes privadas para que o negócio funcione para ambas as partes.

DPL News: O diferencial do 5G está sendo percebido ou o 4G atualmente cobre boa parte das necessidades das indústrias?

Clayton Cruz: Há muitas coisas que podem ser feitas com o 4G, do ponto de vista de cobertura e capacidade, mas há outros conceitos, como a atividade dos dispositivos ou o tempo de bateria para os quais o 5G pode contribuir muito avançar.

DPL News: Como o senhor vê a América Latina em comparação com o que está acontecendo em outras latitudes neste assunto?

Clayton Cruz: Se você comparar o 5G na América Latina com outros países, fica claro que existem outros lugares mais avançados. Estados Unidos ou Coreia, por exemplo. Considero também que a região está acelerando o problema e isso também se vê na qualidade da rede e na experiência do usuário. 5G é uma plataforma de desenvolvimento, não mais aquele G. Então, o país que tiver isso pronto e souber trabalhar os casos de uso terá uma contribuição muito importante e eficiente para a sua economia.

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