Fibra na Amazônia testa modelo em que governo constrói e setor privado mantém

Convergencia Digital – Luís Osvaldo Grossmann

Com lançamento do cabo com 24 pares de fibras ópticas estimado para o segundo semestre, o governo federal vai testar um arranjo econômico para a manutenção de uma rede submersa nos rios da Amazônia. Diferente de outras áreas no Executivo, nesse caso a transição é um desembarque da abordagem militar em busca de uma saída comercial.

Especificamente, o governo vai aportar R$ 83 milhões nos 750 km de fibra para ligar Santarém (PA) a Macapá (AP) por um cabo no leito do Rio Amazonas, além dos contêineres para cinco pontos de presença nesse trajeto e um sistema DWDM inicial, de 40 canais, pronto para uso. Essa rede será transferida à iniciativa privada, a quem caberá assumir os cerca de R$ 4 milhões anuais de manutenção e garantir, sem custo, pelo menos um par de fibra iluminada para o Poder Público.

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