A Vivo registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2025, crescimento de 10% sobre o mesmo período do ano anterior. O desempenho foi sustentado principalmente pela combinação de resultados sólidos nos segmentos de fibra óptica e serviços móveis, em especial no pós-pago.
A oferta convergente Vivo Total, que reúne serviços móveis e de fibra, foi responsável por 86% das novas adições de fibra no trimestre, afirmou a empresa no comunicado. Com 2,9 milhões de assinantes, a base cresceu 63,5% em 12 meses.
A receita total da operadora alcançou R$ 14,6 bilhões no período, avanço de 7,1%, acima da inflação. O EBITDA subiu 8,8%, somando R$ 5,9 bilhões, com margem de 40,5%.
A empresa também reforçou sua atuação em rede neutra ao adquirir 50% da FiBrasil, elevando sua participação para 75,01%. No 5G, a Vivo já cobre 64,3% da população brasileira, com presença em 596 cidades.
No digital, os negócios B2B (cloud, segurança, big data, IoT) somaram R$ 4,8 bilhões em 12 meses (+31,3%). No B2C, OTTs, serviços financeiros e soluções de saúde geraram R$ 1,3 bilhão no mesmo período.
Os investimentos no trimestre foram de R$ 2,4 bilhões (+4,2%), com foco em ampliação de rede e digitalização de processos. O uso do app Vivo chegou a 27,7 milhões de usuários, e os pagamentos via Pix já representam 44% do total.