Cade admite a Algar como terceira interessada em processo de RAN sharing entre Vivo e Claro
Tele.síntese – Lúcia Berbert
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a participação como terceira interessada da Algar no ato de concentração que analisa o contrato de RAN sharing unilateral, envolvendo 81 erbs, no qual a Telefônica compartilhará sua rede de acesso e espectro de radiofrequência à Claro por meio de contraprestação financeira. A justificativa para o pedido é de salvaguardar interesses e direitos que podem, no entender da operadora mineira, ser afetados pelos efeitos da operação.
No seu pedido, a Algar sustenta que contratos de RAN sharing, principalmente quando entre grandes operadoras, minimizam a quantidade de infraestrutura ociosa que poderia ser disponibilizada para os pequenos provedores, afetando-os duplamente, a saber, reduzindo, “na condição de cliente, sua liberdade de escolha de com quem contratar acesso à rede.. e na condição de concorrente, sua capacidade de oferecer preços e qualidade equiparáveis para os consumidores finais.”