Brasil | Teles rechaçam medidas para operadoras virtuais no novo PGMC

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Uma das principais novidades da proposta da Anatel para o novo Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), as ofertas de atacado para o mercado de operadoras móveis virtuais (MVNO, na sigla em inglês), são consideradas “desnecessárias” por algumas das principais teles do País – que entendem já existir condições de mercado satisfatórias no segmento, conforme manifestações durante a audiência pública para o novo regulamento.

A avaliação – na mesma linha do que foi colocado pelas operadoras na audiência pública sobre a revisão do Regulamento de Uso do Espectro um dia antes – foi feita durante audiência sobre o novo Plano Geral de Metas de Competição realizada nesta sexta-feira, 8, pela Anatel em Brasília. O texto que está em consulta pública até 8 de janeiro (com possibilidade em análise da prorrogação do prazo) traz uma série de medidas focadas no mercado móvel. O objetivo, segundo o superintendente de competição da Anatel, José Borges, é “restabelecer condições concorrenciais anteriores à consolidação” da Oi Móvel pelo trio Claro, TIM e Vivo.

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