Representantes dos 17 setores da economia seguem mobilizados à favor da desoneração da folha de pagamento, para evitar a admissão da Medida Provisória que reduz o benefício gradualmente. No entanto, em parte, a possível mudança na regra do jogo já é admitida por alguns empresários – se não agora, em breve.
A regra em vigor desde 2011, permite que as empresas recolham de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre o salário dos empregados. O benefício vem sendo prorrogado consecutivamente e seria extinto a partir de 2024, mas foi renovado até 2027 pelo Congresso Nacional a contragosto do governo.