Brasil | Presidente do STF defende na sede da Unesco uso regulado da inteligência artificial contra morosidade judicial

Supremo Tribunal Federal

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse nesta segunda-feira (5), em Paris (França), que a inteligência artificial (IA) pode ser muito útil para os tribunais, sobretudo para combater a morosidade judicial, mas deve ser regulada para proteger os direitos fundamentais, a democracia, a segurança e a governança. Barroso fez palestra na Conferência Judicial das Supremas Cortes do G20 para embaixadores de diversos países na sede da Unesco, que é a organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura, ao lado de Tawfik Jelassi, diretor-adjunto do órgão internacional.

Segundo o presidente do STF, a inteligência artificial (IA) tem a capacidade de afetar de maneira expressiva a democracia, os direitos fundamentais e o bem-estar social, tanto positiva quanto negativamente. Contudo, é preciso lembrar que ela opera com dados, instruções e valores fornecidos pela condição humana. Entre os benefícios apontados por ele estão a melhor capacidade decisória em muitas matérias, a automação, as aplicações na medicina, na pesquisa científica e tecnológica, o impacto sobre o meio ambiente e em atividades do dia a dia, como busca no Google e navegação por GPS.
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