Os benefícios de regular a inteligência artificial e quais diretrizes estabelecer para o uso da tecnologia ainda não estão claros para as empresas de telecom, afirmam representantes do setor.
No segmento, a preocupação está muito mais atrelada à usabilidade do que na definição de regras, afirma o chief innovation & digital officer da Claro, Rodrigo Duclos, em debate sobre IA e segurança cibernética promovido pelo escritório de advocacia Machado Meyer em parceria com a Alvarez & Marsal nesta terça-feira, 4.
“Eu sinto que é muito cedo ainda para se definir regras. Está todo mundo tateando, tentando aprender o que é, como usar, como vai evoluir e como é que a gente vai usar isso na produtividade da empresa, que acaba se transformando em benefício para a cliente”, afirmou Duclos.
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