Brasil | ‘No futuro, dependeremos muito da transformação digital’, diz presidente do Albert Einstein

O Estado de S.Paulo – Sonia Racy

Comandar um hospital de ponta em plena pandemia é complicado – e o cirurgião Sidney Klajner* tem muito a dizer a respeito. Na presidência do Hospital Albert Einstein desde 2016, sem abandonar sua rotina de cirurgias do aparelho digestivo, ele avisa: “Aprendemos muito neste ano e meio”. Por exemplo, que “a telemedicina foi a única maneira” de levar adiante o combate ao vírus. Que foi essencial “a expertise do sequenciamento genético”. E que, no Brasil real, “sem a evidência científica a gente não passa de achismos”. Lá na frente ele vê “uma administração, um manejo da situação com vacinas e tratamentos, que transformem essa pandemia em algo controlável”.

Sua rotina diária, de cirurgião e gestor, é o resultado, pode-se dizer, de uma missão programada. Ainda menino, aos 11 anos, Klajner já acompanhava o pai, pediatra, em consultas domiciliares e sonhava ser médico do Einstein – hospital fundado por um grupo de médicos liderados por Manuel Tabacow Hidal, seu primeiro presidente. “Como me preparei para ser gestor? Fazendo cursos de liderança – em LondresBostonHarvard – e de gestão de finanças.” 

Nesta entrevista para série Cenários, Klajner fala também do envolvimento do hospital com ações filantrópicas. E o futuro? “No futuro, a gente vai depender bastante da transformação digital.” 

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